Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

Missão do presidente em exercício Michel Temer será espinhosa

Apesar de estar confiante no governo de Michel Temer, o deputado Simão Sessim (PP-RJ), afirmou que a missão do presidente em exercício vai ser espinhosa diante das dificuldades econômicas do país.

A missão dele será espinhosa, sem dúvida. Não só pelas dificuldades econômicas que o Brasil enfrenta no momento, mas pelas consequências delas, a pior de todas, o desemprego. Os dados nacionais indicam 11 milhões de pessoas desempregadas, quase todas jovens, numa fase em que a vida toda se define. É um dado cruel”, relatou.

Simão Sessim disse que cada partido, que tem interesse, de fato na redução do desemprego, está representado no Ministério do Presidente Michel Temer, que conta com figuras importantes, dispostas ao trabalho rápido e eficaz no sentido de aliviar as dores da população.

Então, vamos à obra. Dediquemos todo o esforço à avaliação das propostas que o governo enviar, apresentemos sugestões, façamos as emendas que julgamos melhorem o resultado, mas sabendo que, cada dia que passa, há no Brasil, 11 milhões de pessoas a aguardar as decisões do governo do Presidente Michel Temer e do Congresso Nacional”, ressaltou Simão Sessim.

Correios suspende encomendas em algumas regiões da Baixada Fluminense

Moradores de cidades, como Nilópolis, Nova Iguaçu, Mesquita, Belford Roxo e São João de Meriti estão enfrentando sérios problemas por conta da decisão dos Correios de não mais fazer entrega de encomendas aos destinatários dessas regiões, mesmo com o Código de Rastreamento indicando que o produto está disponível na empresa.

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna do plenário da Câmara dos Deputados para revolta dos moradores da Baixada Fluminenses e o descaso dos Correios com esta situação.

A situação é séria e grave, merece atenção especial do Procon no sentido de fazer valer o direito do consumidor. Até porque o cliente paga religiosamente, e não tão barato, a taxa de frete cobrada pelos Correios, que, por sua vez, não cumpre o contrato estabelecido que é fazer a entrega da mercadoria em domicílio e num determinado prazo”, disse o deputado.

Simão Sessim informou que recebeu inúmeras queixas de pessoas, que para resgatar sua mercadoria, vêm enfrentando diariamente filas quilométricas, perdendo horas a fio nos Centros de Entrega de Encomendas e de Distribuição Domiciliar da empresa, principalmente em Nova Iguaçu, para onde as encomendas de todo o país estão sendo destinadas.

São pessoas que moram em Nilópolis, por exemplo, e que se veem obrigadas e perder dia de trabalho, gastar dinheiro com condução para se deslocar pessoalmente até o Centro de Distribuição da cidade vizinha, inclusive sem a garantia de que conseguirá resgatar o produto que adquiriu e pagou para receber em casa”, disse.

A Empresa dos Correios alega que se tratam de áreas com restrição de entrega por conta da violência, áreas estabelecidas pelo setor de segurança da empresa.

Se há erros, não culpem os professores

O jornalista Paulo Capelli noticiou na coluna Informe do jornal O DIA um fato que me chamou a atenção de maneira especial. O Ministério Público investiga a carência de professores na rede estadual de ensino e busca descobrir se o fato está ligado à cessão dos docentes, para outros órgãos do Governo do Estado.

A notícia passa a percepção de uma atitude incorreta por parte dos professores e abre a oportunidade para uma questão altamente relevante: que importância ou prioridade se dá à função?

O magistério deveria ser prestigiado pelos governos com salários e estruturas de trabalho, que estimulassem os professores à atuação nas salas de aula. Mas, infelizmente, não é o que acontece Brasil afora. Os salários são indignos e lamentáveis as estruturas.

Escola pelo Brasil

Os governos não prestam a atenção devida ao magistério, por isso, não percebem que a vida de um professor em sala de aula sob as melhores condições já é um desafio, em razão da situação social de insegurança e de desequilíbrio familiar. Por isso, os professores passam os dias a enxugar gelo, numa rotina que frustra-os pela incapacidade de mudar a realidade e eles, frustrados, buscam alternativas.

Sugiro ao Ministério Público, que investigue o modo como o governo do estado tem lidado com o magistério, para antes de descobrir se os professores fogem das salas de aula, saber que razões desestimulam os docentes a ponto deles abrirem mão do prazer de ensinar. Que saibam os agentes do Ministério Público uma verdade: sob as condições atuais só as pessoas verdadeiramente vocacionadas buscam o magistério como profissão. E, se não o exercem em plenitude, é motivos outros que não a falta da vocação.

Simão Sessim parabeniza Instituto Vital Brazil no combate ao Zika vírus

O Instituto Vital Brazil, instituição de ciência e tecnologia do Governo do Estado do Rio de Janeiro está apostando todos os seus recursos na produção de um medicamento fitoterápico para tratar as infecções causadas pelo zika vírus.

A notícia é de extrema importância não apenas para o povo brasileiro, como também para o resto do mundo, sobretudo para as mulheres infectadas que engravidam com a péssima expectativa de darem à luz um filho vítima da microcefalia”, destacou o deputado federal Simão Sessim (PP/RJ).

O parlamentar fez um pronunciamento, esta semana, no plenário da Câmara dos Deputados para explicar que a pesquisa ainda está em fase inicial. O remédio feito com plantas poderá servir também para tratamento das demais doenças transmitidas pelo mosquito, como a dengue e o chikungunya.

Se os resultados a curto prazo surpreenderem positivamente os pesquisadores, o Instituto Vital Brazil assumirá a produção do fitoterápico. Só nos resta torcer para Deus ilumine os cientistas do Vital Brazil de modo a que possam ajudar a amenizar o sofrimento causado pelo Aedes aegypti”, destacou o deputado.

O Instituto Vital Brazil é um dos quatro fornecedores de soros contra o veneno de animais peçonhentos e produtor de medicamentos estratégicos para o Ministério da Saúde.

Tereza Raquel, uma estrela de primeira grandeza no céu de Nilópolis

Todas as vezes que eu vi em cena a estrela Tereza Rachel, comentei, com orgulho: “Ela é filha de Nilópolis“, minha cidade. Nilópolis teve a honra de conhecer, antes do resto do mundo, o talento da estrela. Aos 10 anos ela já declamava.

Senti orgulho da minha terra, por exemplo, quando vi o desempenho da Tereza Raquel na novela “Que rei sou eu?“, no papel da rainha Valentine. Durante muito tempo, a risada da rainha e o sotaque francês arranhando o português me fizeram rir, sem perder a mensagem que cada texto dela transmitia para um um país onde a democracia recém nascia.

A nilopolitana Tereza Raquel foi o centro daquela novela que teve, talvez, o mais rico elenco de todas as novelas brasileiras: Antônio Abujamra, Stênio Garcia, Aracy Balabanian, Jorge Dória, Dercy Gonçalves e outras feras. Mas, entre eles, brilhou com intensidade inigualável, a estrela nilopolitana, Tereza Raquel.

Outro grande papel da Tereza Raquel que está ainda presente na minha memória é ela como Princesa Isabel, na minissérie Abolição, da TV Globo. A minha cidade, a cidade de Tereza Raquel deve muito da sua história e do seu progresso aos negros. Por isso, a representação perfeita, emocionada, grandiosa, da Tereza Raquel no momento da assinatura da Lei Áurea, mexeu bastante comigo, um antigo professor das escolas na Baixada Fluminense.

No palco, na TV e no cinema, Tereza Raquel fez a diferença pelo talento, virtude, sabedoria e beleza. Na vida e história do teatro brasileiro, ela deixou uma prova concreta do seu amor pela arte, o Teatro Tereza Raquel, semente que ela plantou, regou, cuidou nos momentos difíceis e viu transformada numa árvore frondosa, que até hoje dá bons frutos.

Lamento a morte da Tereza Raquel, em meu nome e em nome da minha Nilópolis, cidade que eu com muita honra represento aqui nesta Casa há 40 anos. O melhor significado da vida da estrela Tereza Raquel encontrei nas palavras da crítica de teatro Maria Teresa Amaral: “Tereza Raquel é um fenômeno!

Obrigado.

Simão Sessim critica corte no orçamento da FAPERJ

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), fez um pronunciamento na Câmara dos Deputados para alertar o Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e os membros da Assembleia Legislativa para os riscos que representa o corte pretendido no Orçamento da Fundação Carlos Chagas, para a vida da população.

O governador anunciou um corte que pode reduzir pela metade o orçamento da Fundação para pesquisas. O deputado afirma que sem previsão orçamentária, mais adiante, mesmo que se consiga os recursos necessários para as pesquisas, o governo não terá como utilizá-los.

Não podemos esquecer que testes de centenas de pacientes do Rio de Janeiro aguardam na fila de análises. E que por trás de cada uma das amostras, existem pessoas que sofrem sem nada saber as sobre as reais consequências do ataque devastador do mosquito da dengue”, disse Simão Sessim.

O parlamentar explicou que, se mantida a decisão do Governador, os cientistas da UFRJ interromperão as pesquisas no meio do processo de investigação de suspeita de reincidência de um surto atípico do zika vírus em moradores do Distrito de Olinda, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

Além de sintomas pouco comuns, os novos casos já identificados em pacientes da cidade suscitam a suspeita de que é possível uma mesma pessoa contrair o vírus duas vezes. De 15 testes feitos em pessoas com sintomas de síndromes febris, no bairro de Olinda, só um deles não deu positivo, fato este, que tem deixado os cientistas da UFRJ estarrecidos”, alertou o deputado.

Simão Sessim elogia contrato que aumenta oferta de água em Nilópolis

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna da Câmara para destacar a assinatura de um novo contrato pela Companhia de Água e Esgoto do Rio de Janeiro, a Cedae, que vai aumentar a oferta de água na cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense. O acordo assinado com o Consórcio Collet e PB vai garantir obras de abastecimento com investimento total de aproximadamente R$ 196 milhões. O conjunto de obras inclui o assentamento de 19 quilômetros de rede adutora e outros equipamentos importantes na regularização e manutenção do abastecimento de água.

thumb-simao-sessim-adverte-a-crise-politica-nao-pode-afetar-a-populacaoEstas obras reforçam os investimentos em abastecimento de água que nós conseguimos levar para a cidade, há bem pouco tempo, o que contribuiu para o fim do tormento da falta d’água que tanto afligia o povo de Nilópolis”, disse Simão Sessim.

A obra, em Nilópolis, faz parte do Programa de Abastecimento de Água para a Baixada Fluminense e da construção do Novo Guandu, orçados em R$ 3,4 bilhões, que incluem a construção de uma nova estação de tratamento de água para tratar 12 mil litros por segundo, elevatória de água tratada, linha de recalque (tubulação que abastece o reservatório) e reservatório com capacidade para armazenar 57 milhões de litros.

Fazem parte ainda do projeto, a construção, nos diversos municípios da Baixada Fluminense, de 17 novos reservatórios e reforma de outros nove que hoje estão fora de operação; assentamento de 95 km de adutoras para abastecer os reservatórios; 760 km de troncos e rede distribuidora e instalação de mais de 100 mil novas ligações prediais.

O que é a política?

A política é tema que a sociedade fez delicado pelo desconhecimento. Muita gente diz que não gosta da política, porque o que conhece da política são as notícias ruins; notícias de corrupção, desvio de caráter, confusão.

Esse sentimento me intima a começar o texto pela definição de política e não preciso buscar nos livros os conceitos rebuscados, que os estudiosos e teóricos usam. Posso ir pelos exemplos. Imagine-se na situação de receber do seu filho um pedido para chegar tarde em casa e deixar de fazer a lição encomendada pelo professor. Ou, do mesmo modo, ponha-se na situação de discutir com os moradores de seu prédio a disposição dos carros na garagem. Ou, ainda, o desejo de discutir com o seu patrão um aumento de salário, e etc.

A política é a solução dos conflitos por meios pacíficos, negociados. Quando se parte para a brutalidade, para a violência, para a guerra, é porque a política deixou de existir.

E, os conflitos mais permanentes nas nossas vidas são os conflitos com o Estado, com os governantes, por vezes com os juízes, até. Queremos, por exemplo, que os impostos que pagamos sejam utilizados no financiamento dos serviços que nos interessam. E, quando os governos não agem assim, cria-se um conflito entre nós e os governos. Como resolvê-lo? Há vários caminhos, sem dúvidas e um deles pode ser a violência. Se esse for o caminho escolhido, a política estará dispensada.

Qual o caminho, então, pela política, para exigir que os governos façam a nossa vontade? A participação, a pressão popular, a discussão pública, o trabalho intenso de organização social. E o melhor instrumento é o voto. É o exercício pleno da liberdade de escolher aqueles que vão comandar os governos e, porque não dizer, também aqueles que fiscalizarão os governos e as atividades públicas.

Mas, você poderá dizer: deputado, eu tenho votado e nada consegui mudar com o meu voto. Posso garantir a você que muita coisa tem mudado e você, talvez, não tenha percebido.

Pelo voto, o povo exigiu leis que garantam mais qualidade de vida. Ao longo do tempo, desde a volta da democracia, o povo tem escolhido parlamentares e governos em todo o Brasil que criaram, por exemplo, a Lei do Direito do Consumidor; a Lei Maria da Penha; a lei que protege os direitos das pessoas com deficiência, e muitas outras. Pelo voto, com o uso correto da política, o povo escolheu um governo que acabou com a inflação e outro governo que reduziu a pobreza, a miséria. Esse é o papel da política.

A política é um tipo de relação social entre os políticos e a sociedade, que vota, que decide, que escolhe. E, quando o político atende os anseios do povo, ele corresponde. Permitam-me citar o meu exemplo. Estou há 40 anos na política. Comecei como prefeito da minha cidade, Nilópolis, depois de ser professor e diretor de escola.

Não sou um homem de fortunas, nem de uso da máquina pública. Tenho tido a responsabilidade de conduzir a minha vida de modo limpo. Fui reeleito nove vezes para a Câmara dos Deputados, sempre bem votado na minha cidade.

Como são os meus dias em Brasília? São fazendo da política um instrumento de trabalho, nas conversas com os ministros, com as autoridades; são de presença constantes nas Comissões da Câmara, nas reuniões da Mesa Diretora, no plenário, sempre na defesa dos interesses da nossa gente.

É assim que entendo a política. Ela é um instrumento de trabalho para mim e para os meus eleitores. Com ela, abro portas, cobro providências, exijo obras que melhoram a qualidade de vida da população.

Hoje é um dia especial no mundo todo.

Abro o meu pronunciamento de hoje sobre o Dia Internacional da Mulher com as palavras proferidas pelo Papa Francisco no ano passado, por ocasião da mesma comemoração . Disse o Sumo Pontífice:

“Um mundo no qual as mulheres são marginalizadas é um mundo estéril, porque as mulheres não só dão a vida (…), mas têm a capacidade de entender o mundo com outros olhos e de sentir as coisas com coração mais criativo, mais paciente e mais dócil”.

Com as palavras do Santo Padre, eu poderia me dar por satisfeito e encerrar o meu discurso de homenagem às mulheres. As palavras do Papa sintetizam todo o significado da presença da mulher no mundo. Mas, quero materializar o pronunciamento do Papa na vida das mulheres mães, que na minha Baixada Fluminense, lutam todos os dias para oferecer aos seus filhos, oportunidades de uma vida próspera e digna.

São mães com corações dóceis, mas criativos, que encontram motivos para a felicidade e prosperidade dos seus filhos no meio das dificuldades, por maiores que elas sejam. São mães que têm a capacidade de olhar o mundo com olhos diferentes, os olhos da esperança, os olhos da fé. Não uma fé passiva, inerte, que simplesmente, espera que dias melhores aconteçam. Mas, uma fé ativa, dinâmica, que não mede o tamanho dos desafios da vida para agir em favor dos seus filhos e da comunidade onde vivem.

Essas mulheres, na Baixada Fluminense, uma região com imensas dificuldades e desigualdades deveriam ser o fundamento de todas as políticas públicas, especialmente, quando o País está em crise.

Afinal, elas têm o poder da multiplicação. Cada real que recebem pelo trabalho que realizam, elas multiplicam milagrosamente, para cuidar dos filhos, muitas vezes até mesmo dos maridos vitimados pelo desemprego, o mais cruel resultado das crises econômicas.

Hoje, dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, eu cumprimento as mães, esposas, avôs, as chefes de família, que é um grupo cada vez mais numeroso no Brasil. E materializo as minhas homenagens na minha neta, a maravilhosa Sophia.

Desejo que Deus a todas proteja e oriente.

Muito obrigado.

2,5 milhões de moradores da Baixada Fluminense não dispõem de água potável

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna da Câmara dos Deputados para denunciar que 2,5 milhões de pessoas que residem na Baixada Fluminense não dispõem de água potável para consumo em suas casas.

Atualmente, a rede de abastecimento de água da Cedae deixa de atender formalmente cerca de 25% do município de Japeri, 30% de Seropédica e Magé, 26% de Paracambi, 15% em Itaguaí, 20% de São João de Meriti, 33% de Belford Roxo, 17% de Queimados, 29% de Duque de Caxias, 6% de Nova Iguaçu e 4% de Mesquita.

É comum vermos mangueiras esticadas em quintais, atravessando ruas em direção a poços artesanais, de salubridade duvidosa, solução geralmente encontradas por moradores indefesos”, disse Simão Sessim.

O deputado fez um balanço dos recursos que conseguiu incluir no orçamento do governo federal para o abastecimento de água na cidade de Nilópolis. “Foi com muita luta e investimentos de mais de R$ 150 milhões, obtidos em Brasília, que consegui universalizar o abastecimento de água em Nilópolis. Construímos na cidade um reservatório com capacidade para 13 milhões de litros de água, uma nova adutora com 1,6 mil metros de extensão e 600 milímetros de diâmetro, além de um booster com pressão suficiente para atender um sonho antigo de toda a população”, relatou o deputado.

Simão Sessim lembrou que a Cedae está iniciando um ambicioso projeto com o objetivo de dar fim ao problema crônico da falta d’água que atinge milhões de pessoas na região da Baixada Fluminense.

O projeto, orçado em R$3,4 bilhões, financiados pela Caixa Econômica Federal, engloba os programas Água para Todos e o Guandu 2. O primeiro trecho, contempla um conjunto de nove obras; a segunda etapa, se destina à construção da estação de tratamento do Guandu 2, com capacidade de 12 metros cúbicos por segundo; e a terceira envolve a construção de adutoras, subadutoras e reservatórios.