Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

A Escola de Samba é também Escola de Cultura

Editor: Jackson Vasconcelos

Nas garimpagens no Museu da Imagem e do Som, pérolas da cultura brasileira são encontradas.

Recebi hoje, do deputado Simão Sessim, indicação de leitura da matéria “Tecnoarqueologia” de Arnaldo Bloch e Chico Otávio, publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo, sobre a digitalização do acervo do Museu da Imagem e do Som, processo que levou à descoberta de diversas latas de filmes com a reprodução de um antigo cinejornal paraguaio, “Noticias Brasileñas”.

Ali estão gravadas imagens do carnaval carioca de 1964, ano em que o Império Serrano desfilou com “Aquarela brasileira” – “samba enredo mais popular de todos os tempos” e o Salgueiro com a história de Chico Rei, “o monarca do Congo”, que depois de escravizado e alforriado na antiga Vila Rica, libertou todos os escravos e construiu uma igreja na cidade. As duas escolas não levaram o título, mas inovaram em estética e temas, antes dedicados exclusivamente à História Oficial.

O trabalho de Arnaldo Bloch e Chico Otávio abriu o Segundo Caderno e ocupou as duas páginas principais deixando mais uma vez registrado o fato de as escolas de samba serem centros de cultura e arte. Vale reproduzir alguns trechos, os mais importantes sobre as escolas:

“Ao saber da descoberta, a vice-presidente e pesquisadora do Império, Rachel Valença, emocionou-se:

-Isso vai revolucionar a pesquisa sobre o samba. Recentemente, passei três dias no Arquivo Nacional e não achei nada.

Passista em 1964 e hoje locutor oficial do Salgueiro, Bira do Erre sempre sonhou com tais imagens e sons para convencer os mais incrédulos de que a sua escola nunca mais superará o “Chico Rei”:

– O Salgueiro botou na rua a expressão cultural do nosso povo. Jamais haverá outro desfile igual.

Simão Sessim tem a sua história política ligada à da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Ele lembra que precisou ajudar a escola a sair do velho barracão, no ano da primeira vitória dela na Avenida, com o samba-enredo “Sonhar com o Rei dá Leão”. Mas, isso é história para contar em outra oportunidade.”

XXII Fórum Nacional “Desenvolvimento com Inclusão – As diferentes formas”

O Deputado Simão Sessim faz menção ao XXII Fórum Nacional, uma iniciativa do ex-Ministro João Paulo dos Reis Velloso, em discurso que pronunciou no dia 12/05/10.

De 17 a 20 de maio, na sede do BNDES, no Rio, acontecerá o XXII Fórum Nacional, uma iniciativa do ex-ministro João Paulo dos Reis Veloso que, desde 1988, reúne os principais economistas, sociólogos e cientistas políticos do país com a intenção de pensar o Brasil e oferecer propostas para o desenvolvimento econômico e social.

O ex-ministro Veloso é, desde seus tempos no Ministério do Planejamento, um dos poucos economistas brasileiros dedicados a pensar o desenvolvimento nacional com atenção especial para as medidas que tenham repercussão no longo prazo. Com certeza, este modo de ver o desenvolvimento nacional responde pela presença no XXII Fórum de um painel dedicado às favelas cariocas.  Com o tema, “Desenvolvimento com Inclusão – As diferentes formas”, o Painel V do XXII Fórum apresentará um projeto que tem como objetivo a integração social de nove favelas cariocas: Rocinha, Cantagalo, Pavão/Pavãozinho, Santa Marta, Borel, Complexo da Maré, Complexo de Manguinhos, Vigário Geral e Cidade de Deus.

Ele conversou com Daniel Cúrio, do Jornal do Commercio, e falou sobre o projeto. Deixou claro que a sua elaboração não é fruto do trabalho de técnicos teóricos fechados em seus gabinetes, mas o resultado das informações e dados oferecidos pelos líderes das comunidades atingidas, e que o propósito do projeto, é absorver os resultados das medidas adotadas pelos governos e avançar.

A iniciativa merece elogios, principalmente, no momento em que a política de segurança pública adotada pelo governo do estado com a ocupação das favelas pelas Unidades de Polícia Pacificadoras apresenta resultados positivos no campo da redução da violência e da criminalidade.

Há muito tempo se sabe que o combate à violência precisaria ir para além das meras providências policiais e judiciais. Para que os resultados sejam duradouros, é preciso pensar em projetos que estimulem a educação, o emprego digno e o estímulo às oportunidades de ocupação e renda para as populações mais pobres.

Na entrevista ao Jornal do Commercio, o ex-ministro Veloso informa que o projeto será entregue ao Governador Sérgio Cabral e ao Prefeito do Rio, Eduardo Paes. Estou convencido de que a sensibilidade dos dois fará com que o projeto deixe o papel, ganhe as ruas e se transforme num mecanismo efetivo de transformação social. Já não é sem tempo.

Meus cumprimentos ao ex-ministro Veloso pela decisão e aos participantes do XXII Fórum, o meu desejo de que o evento produza os resultados esperados.

É preciso ampliar as oportunidades

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 05/05/2010)

O Valor Econômico traz hoje um suplemento com extensa matéria sobre o Estado do Rio de Janeiro. O trabalho deixa claro que o governador Sérgio Cabral Filho, com velocidade, recupera para o estado, a imagem de pólo de desenvolvimento nacional, tendo como fator determinante para o sucesso deste projeto a decisão adotada por ele, desde o início de seu governo, de dar qualidade e eficiência à gestão fiscal.

“O Rio passou por um severo ajuste nos últimos anos, a partir da criação de sistemas de controle e transparência (…). Arrumar a casa era a primeira tarefa para conquistar credibilidade”, informa a matéria, para, em seguida, explicar, passo a passo, cada uma das decisões administrativas e de gestão fiscal adotadas pelo governador e por sua equipe, situação que conferiu ao Estado do Rio de Janeiro o selo de qualidade, representado pela categoria, “grau de investimento”, conferida pela agência de risco Standard & Poor’s, a mais importante do mercado financeiro internacional.

O Valor Econômico ouviu o Presidente da FECOMÉRCIO, Orlando Diniz, que fez um alerta sobre a necessidade de se resolver, diante dos investimentos previstos para os próximos três anos, a carência histórica que tem o Rio de Janeiro de mão de obra com formação e experiência. Sobre este ponto, é preciso agir com planejamento e rapidez, sob pena de não permitir que o trabalhador residente no Rio de Janeiro receba diretamente os benefícios da nova fase.

De fato, o Estado do Rio de Janeiro tem necessidade de dedicar atenção especial, ao problema e uma excelente iniciativa seria a expansão da rede de escolas profissionalizantes que há no estado, principalmente, para os municípios da Baixada Fluminense e bairros da zona oeste da Cidade do Rio de Janeiro, locais que receberão o impacto maior dos investimentos futuros.

Meus cumprimentos ao Governador Sérgio Cabral e a sua equipe pelo trabalho inteligente e corajoso que realizam a frente do governo do Estado do Rio de Janeiro e ao Valor Econômico pelo destaque que tem dado, no suplemento “Estados”, às boas experiências de gestão administrativa públicas e privadas, que temos no Brasil.

Com os meus cumprimentos, faço um apelo ao Governador para que ele junte às excelentes providências de gestão administrativa, fiscal e política do estado, a decisão urgente de ampliar as oportunidades de qualificação da mão de obra local, situação que dará ao trabalhador a chance de receber os frutos deste momento excepcional de recuperação econômica.

Era o que eu tinha a dizer no momento, senhor presidente!

Muito obrigado!

XIII Olimpíada da Baixada

A Baixada Fluminense tem sido palco de uma série de eventos culturais e esportivos, exemplos da preocupação das Prefeituras dos municípios da região com a educação das crianças, dos jovens e dos adolescentes.

De hoje, 6 de maio, até o próximo dia 23, em Nova Iguaçu, será realizado o Circuito Mix de Esquetes, 5ª edição do Festival de Teatro que é referência para todo o Estado do Rio de Janeiro, promovido pela Fábrica de Atores e Material Artístico — FAMA, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

No sábado, dia 8, na cidade de Duque de Caxias, será aberta a XIII Olimpíada da Baixada. Espera-se uma grande festa, com a presença de autoridades, de Prefeitos da região e de representantes das empresas patrocinadoras — PETROBRAS, Liquigás, Light, Vivo, Coca-Cola — e dos diretores do Instituto Ary Carvalho e do Grupo O Dia de Comunicação.

O jornal O DIA está à frente da divulgação do evento e ontem, quarta-feira, dedicou todo um caderno às Olimpíadas, Ataque Escolar, com fotos, entrevistas, dados e uma aula curta mas consistente sobre a história das Olimpíadas, desde seu início na antiga Grécia. A festa de abertura mereceu 2 páginas, e os jogos e as tabelas, outras tantas, com destaque para as meninas do futsal de Mesquita e para o basquete feminino, com comentários e análises sobre os jogos entre as meninas de Nilópolis e de Caxias e as de Belford Roxo e de Japeri.

Registro as minhas homenagens ao Grupo O Dia de Comunicação pela iniciativa, pelo apoio e pelo destaque que dá aos esportistas jovens dos municípios da Baixada Fluminense.

Muito obrigado!

Sempre a favor dos aposentados e pensionistas

Com o voto do deputado Simão Sessim, a Câmara dos Deputados aprova reajuste maior para aposentados e pensionistas.

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 04/05/2010)

Na minha avaliação pessoal, esta Casa do Povo terá no dia hoje a grande oportunidade de resgatar uma enorme dívida contraída ao longo dos anos com a classe dos aposentados, ao votar neste plenário a medida provisória 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS com valores superiores ao do salário-mínimo.

É o nosso dever, nossa obrigação, votar pelo maior percentual possível para o reajuste salarial dessa categoria, que não pode e nem deve continua sendo penalizada e tampouco desrespeitada, ou mesmo vilipendiada no seu direito legítimo e constitucional a uma vida com dignidade.

Até porque, senhor presidente, tenho a convicção de que estamos, todos, nesta Casa, preocupados, em desacordo com a injusta, cruel e inadmissível redução gradual do poder aquisitivo dos nossos idosos brasileiros.

Falo, senhor presidente, em nome de milhões de aposentados e pensionistas e em nome também de milhões de trabalhadores da ativa, que, da mesma forma, em breve, poderão chegar a mesma situação de vergonha e desrespeito, ou seja, se deparando diante de um futuro incerto e tenebroso, como já acontece nos dias de hoje.

Eu, particularmente, senhor presidente e nobres deputados, me mantenho fiel às minhas convicções de que não posso, como, graças a Deus, nunca fiz, em hipótese alguma, virar às costas a esta categoria de cidadãos que tanto trabalhou, que derramou o seu próprio sangue, contribuindo para o engrandecimento, o desenvolvimento, o progresso e a riqueza desta Nação.

Recentemente, eu lia um trabalho da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), e pude observar, através de um minucioso estudo econômico desenvolvido pela entidade de classe, o quanto este País é injusto com quem tanto trabalhou por ele.

E a gente observa que o estudo chega a números estarrecedores, que chocam de verdade a sociedade e as autoridades mais sensíveis ao problema, porque constata que os aposentados brasileiros estão de fato fadados a miséria.

Somente para termos uma pequena idéia da disparidade dos fatos, nos últimos 15 anos, pelo menos 4,5 milhões de aposentados e pensionistas tiveram seus proventos reduzidos ao salário mínimo, com a perda drástica de seu poder de compra, prejudicando, por tabela, a qualidade de vida de seus dependentes.

O estudo mostra-nos, ainda, senhor presidente, que atualmente, cerca de 19 milhões de brasileiros inativos recebem apenas um salário mínimo. E que em 2009, como explica o presidente da Confederação, senhor Warley Martins Gonçalles, aproximadamente 350 mil aposentados tiveram seus benefícios achatados para o salário mínimo. Segundo Gonçalles, a tendência é que, pasmem, até 2020, todos os 26,5 milhões de beneficiários da Previdência Social migrem para o piso salarial.

Este quadro negro e tenebroso que se desenha na hipótese de não haver uma reação por parte do Congresso Nacional é reflexo ainda dos anos 90, mais precisamente 1994, quando começa a disparidade, a partir de quando os sucessivos Governos passam a dar reajustes diferenciados aos aposentados que ganham mais que o salário mínimo.

É por isso que conclamo os meus pares, nesta Casa, no sentido de não permitirmos que os aposentados que trabalharam muito, que lutaram para colocar o Brasil na posição de destaque em que se encontra nos dias de hoje, recolhendo aos cofres da Previdência, por 35 anos ou mais, continuem se vendo em situação de miséria. Temos, sim, senhor presidente e nobres deputados, que evitar que o esforço e luta do aposentado em defesa de uma vida menos angustiante, vá por água abaixo.

Até porque, é exatamente depois dos 60 anos de idade, que os idosos, que já estarão aposentados, começam a sofrer as conseqüências de todo o esforço que desenvolveu ao longo da vida em prol de sua própria Nação; é quando começam a aparecer as doenças e tudo mais relacionado à fragilidade que marcam o passar dos tempos, anunciando o fim que se aproxima e, que por isso mesmo deveria acontecer de forma serena e mais humana.

Por isso mesmo, como bem conclama o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, temos que lutar, até o fim, até a última de nossas forças, pela recomposição do poder de compra da categoria. Não podemos mais admitir retrocesso.

Queremos reajuste, sim, para os aposentados, mas com justiça, respeito e dignidade.

Muito obrigado, senhor presidente!

Pela aprovação da medida que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS

Discurso do Deputado Simão Sessim pela aprovação da Medida Provisória nº 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS superiores ao salário mínimo.

O DEPUTADO SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronunciou o seguinte discurso em 04/05/10) –

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na minha avaliação pessoal, esta Casa do Povo terá no dia hoje a grande oportunidade de resgatar uma enorme dívida contraída ao longo dos anos com a classe dos aposentados, ao votar neste plenário a medida provisória 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS com valores superiores ao do salário-mínimo.

É o nosso dever, nossa obrigação, votar pelo maior percentual possível para o reajuste salarial dessa categoria, que não pode e nem deve continua sendo penalizada e tampouco desrespeitada, ou mesmo vilipendiada no seu direito legítimo e constitucional a uma vida com dignidade.
Até porque, senhor presidente, tenho a convicção de que estamos, todos, nesta Casa, preocupados, em desacordo com a injusta, cruel e inadmissível redução gradual do poder aquisitivo dos nossos idosos brasileiros.

Falo, senhor presidente, em nome de milhões de aposentados e pensionistas e em nome também de milhões de trabalhadores da ativa, que, da mesma forma, em breve, poderão chegar a mesma situação de vergonha e desrespeito, ou seja, se deparando diante de um futuro incerto e tenebroso, como já acontece nos dias de hoje.
Eu, particularmente, senhor presidente e nobres deputados, me mantenho fiel às minhas convicções de que não posso, como, graças a Deus, nunca fiz, em hipótese alguma, virar às costas a esta categoria de cidadãos que tanto trabalhou, que derramou o seu próprio sangue, contribuindo para o engrandecimento, o desenvolvimento, o progresso e a riqueza desta Nação.

Recentemente, eu lia um trabalho da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), e pude observar, através de um minucioso estudo econômico desenvolvido pela entidade de classe, o quanto este País é injusto com quem tanto trabalhou por ele. E a gente observa que o estudo chega a números estarrecedores, que chocam de verdade a sociedade e as autoridades mais sensíveis ao problema, porque constata que os aposentados brasileiros estão de fato fadados a miséria.

Somente para termos uma pequena idéia da disparidade dos fatos, nos últimos 15 anos, pelo menos 4,5 milhões de aposentados e pensionistas tiveram seus proventos reduzidos ao salário mínimo, com a perda drástica de seu poder de compra, prejudicando, por tabela, a qualidade de vida de seus dependentes.
O estudo mostra-nos, ainda, senhor presidente, que atualmente, cerca de 19 milhões de brasileiros inativos recebem apenas um salário mínimo. E que em 2009, como explica o presidente da Confederação, senhor Warley Martins Gonçalles, aproximadamente 350 mil aposentados tiveram seus benefícios achatados para o salário mínimo. Segundo Gonçalles, a tendência é que, pasmem, até 2020, todos os 26,5 milhões de beneficiários da Previdência Social migrem para o piso salarial.
Este quadro negro e tenebroso que se desenha na hipótese de não haver uma reação por parte do Congresso Nacional é reflexo ainda dos anos 90, mais precisamente 1994, quando começa a disparidade, a partir de quando os sucessivos Governos passam a dar reajustes diferenciados aos aposentados que ganham mais que o salário mínimo.
É por isso que conclamo os meus pares, nesta Casa, no sentido de não permitirmos que os aposentados que trabalharam muito, que lutaram para colocar o Brasil na posição de destaque em que se encontra nos dias de hoje, recolhendo aos cofres da Previdência, por 35 anos ou mais, continuem se vendo em situação de miséria. Temos, sim, senhor presidente e nobres deputados, que evitar que o esforço e luta do aposentado em defesa de uma vida menos angustiante, vá por água abaixo.
Até porque, é exatamente depois dos 60 anos de idade, que os idosos, que já estarão aposentados, começam a sofrer as conseqüências de todo o esforço que desenvolveu ao longo da vida em prol de sua própria Nação; é quando começam a aparecer as doenças e tudo mais relacionado à fragilidade que marcam o passar dos tempos, anunciando o fim que se aproxima e, que por isso mesmo deveria acontecer de forma serena e mais humana.
Por isso mesmo, como bem conclama o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, temos que lutar, até o fim, até a última de nossas forças, pela recomposição do poder de compra da categoria. Não podemos mais admitir retrocesso.
Queremos reajuste, sim, para os aposentados, mas com justiça, respeito e dignidade.
Muito obrigado, senhor presidente!

No dia do trabalho, o Brasil dá lições ao mundo

A sexta e o sábado foram de agenda cheia, para que eu pudesse comparecer a inúmeras festividades em homenagem ao Dia do Trabalho. Em todo canto, a festa foi grande e com justo motivo, porque o primeiro de maio comemora a primeira significativa conquista do trabalhador, a redução da jornada de trabalho de 13 para 08 horas diárias. Isso mesmo, já houve tempo em que o trabalhador era obrigado a trabalhar 13 horas por dia, sem direitos.

No dia 1 de Maio de 1886, houve manifestações de trabalhadores nas ruas de Chicago, cidade americana, com a finalidade de conseguirem a redução da jornada de trabalho de 13 para 08 horas diárias.

O governo reagiu e uma greve geral aconteceu nos Estados Unidos. No dia quatro de maio, houve a chamada Revolta de Haymarket, quando uma bomba explodiu perto de alguns policiais e oito deles morreram. Em resposta, a polícia abriu fogo em direção aos grevistas e matou 12 pessoas. Os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel foram presos. O julgamento teve início no dia 21 de junho, com provas e testemunhas ajeitadas para promoverem a condenação.

A sentença foi lida dia 9 de outubro. Parsons, Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua e Neeb a quinze anos de prisão. A população tentou impedir a execução, mas nada conseguiu. Somente em 1893, o governador do estado entendeu que todos os oito eram inocentes e mandou libertar os que estavam presos.

Spies, condenado à morte, em sua defesa, advertiu: “Se com o nosso enforcamento vocês pensam em destruir o movimento operário – este movimento de milhões de seres humilhados, que sofrem na pobreza e na miséria, esperam a redenção – se esta é sua opinião, enforquem-nos. Aqui terão apagado uma faísca, mas lá e acolá, atrás e na frente de vocês, em todas as partes, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo e vocês não poderão apagá-lo!”

Hoje, 124 anos depois, as palavras de Spies ainda ressoam no mundo, comprovadas pelo avanço que a legislação trabalhista obteve com base em lutas, reivindicações e movimentos de toda sorte.

O Brasil, neste campo, tem dado lições ao mundo, principalmente, quando, em 2003, elegeu Lula, um líder sindical, Presidente da República, que pelo trabalho que faz à frente da presidência recebe homenagens do mundo todo.

Feliz dia do trabalho.

Deputado Simão Sessim homenageia prefeito de Nilópolis


O SR.DEPUTADO  SIMÃO SESSIM

(Pronunciou o seguinte discurso em 28/04/2010)

O SR. SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, quero felicitar o Prefeito de Nilópolis, engenheiro Sérgio Sessim, que está abrindo mais espaço de oportunidades para os cidadãos da Baixada Fluminense.
Desde o dia 19 deste mês, jovens já podem se inscrever no Programa de Capacitação Profissional — ProJovem, do Ministério do Trabalho e Emprego, podendo optar por cursos de ladrilheiro, pintor, manutenção de edificações, instalação de sistema elétrico de segurança, instalação e reparação de linhas de aparelhos de comunicação, operação de telemarketing e operação de microcomputador.

Na verdade, o Prefeito dá mais uma demonstração de sua grande preocupação com o futuro dos jovens, principalmente os de origem mais carente, que precisam chegar ao mercado de trabalho já qualificados, em busca de renda e de melhor qualidade de vida.

O ProJovem, como todos nós sabemos, é uma iniciativa do Governo Federal, que decidiu acertadamente investir em uma política nacional integrada com programas e ações voltadas para o desenvolvimento integral do jovem brasileiro. Com isso, ele cria as condições necessárias para romper o ciclo de reprodução das desigualdades e restaura a esperança da sociedade em relação ao futuro do nosso País.

Em Nilópolis, cidade que tenho a honra de representar nesta Casa, esse trabalho conta com a contribuição decisiva do Secretário Municipal de Emprego e Renda, João Moreira, que está muito bem auxiliado pelo seu Subsecretário Eduardo da Silva Santos e pela Superintendente Sheila Botelho. Esses abnegados servidores nilopolitanos também não mediram esforços para levar para a cidade de Nilópolis uma agência do Sistema Nacional de Emprego — SINE, que terá papel importantíssimo junto ao ProJovem, porque ajudará na colocação e recolocação dos jovens formados no mercado de trabalho.

São iniciativas com essas, Sr. Presidente — para concluir — , que me estimulam cada vez mais a continuar defendendo nesta Casa os interesses daquela gente honrada, que sonha com uma vida melhor, em busca da dignidade que deve sustentar as pilastras da igualdade, fraternidade, amor e cidadania.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

Augusto Vargas, Marta Paes, Igor Barradas e muita gente mais…

Marta fala do musical “Salve Jorge”, de Kadu Freitas, que será apresentado em Nova Iguaçu hoje, segunda-feira, terça e quarta e na sexta-feira em Nilópolis, na quadra da Beija-Flor.

O site “bairros.com” do jornal O Globo tem dado uma contribuição importante para a população e para as prefeituras da baixada fluminense. Ora, com o acolhimento e apuração de denúncias encaminhadas pelos leitores, ora com a divulgação dos eventos importantes, que demonstra a força criativa da baixada fluminense.

A repórter Marta Paes faz parte da equipe do site e dos jornais O Globo e Extra e realiza coberturas excelentes dos eventos de maior importância.

No último dia 15, por exemplo, Marta Paes deu notícias da terceira edição do Festival de Cinema de Nova Iguaçu, com destaque para o evento “Mostra Baixada”, que abre espaço para os cineastas da região com a apresentação de seis curtas-metragens produzidos por eles, “alguns com experiência cinematográfica e outros estreantes, mas todos com a mesma paixão pela sétima arte e a mesma certeza de que a Baixada tem, sim, muito que mostrar na telona”, avisa Marta Paes.

Estarão concorrendo Raphael Vaz, de Paracambi, com o curta, “Sobre a arte de andar de bicicleta”; Igor Barradas, de Duque de Caxias, com “Queimado”; Ricardo Rodrigues, de São João de Meriti, com “O Mendigo”; Getúlio Ribeiro, de Nova Iguaçu, com “O que vai ser?”; Leandro Souza, também de Nova Iguaçu, com “Parô” e Leonardo Nunes, de São João de Meriti, com “Paula”.

No sábado, Marta Paes produziu a matéria “A fé que vai longe”, publicada em três páginas, uma delas a cobiçada primeira página, do suplemento “Baixada” do jornal Extra.  Marta fala do musical “Salve Jorge”, de Kadu Freitas, que será apresentado em Nova Iguaçu hoje, segunda-feira, terça e quarta e na sexta-feira em Nilópolis, na quadra da Beija-Flor.

Augusto Vargas, Secretário de Cultura de Nilópolis, participa do elenco no papel de São Jorge. Marta Paes fala sobre ele: “Pela terceira vez no papel de São Jorge, Augusto Vargas, ator e secretário de Cultura de Nilópolis, não esconde a emoção ao falar do trabalho. Ele diz que, além do prazer de interpretar o santo sente uma grande satisfação ao ver uma obra produzida exclusivamente por artistas da região”. Marta reproduz as palavras do Augusto Vargas: “Tenho certeza de que será uma das maiores produções da Baixada Fluminense (…). Para mim será uma estréia, pois nunca fiz teatro na minha cidade”.

Esta turma toda, Marta Paes, Augusto Vargas e todos os artistas e produtores da Baixada Fluminense estão de parabéns pelo trabalho que realizam.

Homenagem ao médium Chico Xavier


O SR. DEPUTADO SIMÃO SESSIM

(Pronunciou o seguinte discurso em 13/04/2010)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, saúdo a Mesa, os convidados Eurípedes Humberto Higino dos Reis, filho do homenageado; o Sr. Nestor João Masotti, Presidente da Federação Espírita Brasileira; o Sr. Marival Veloso de Matos, Presidente da Federação Espírita Mineira; o nosso querido Vereador Reginaldo Alves Saraiva, Presidente da Câmara de Vereadores de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, cidade berço do nosso homenageado.
Na condição de Vice-Líder, falo em nome do Partido Progressista. Inicialmente, quero me associar aos colegas Paulo Piau e Vitor Penido pela feliz iniciativa de convocar esta sessão solene para homenagear o centenário de nascimento do renomado médium Chico Xavier.

Nenhum outro brasileiro estaria melhor na condição de homenageado da Câmara dos Deputados do que Chico Xavier. Digo isso porque ele, mais do que ninguém, representa a expressão brasileira do amor, paz e solidariedade que, afinal, devem estar presentes na Casa do Povo.
Se o Parlamento deve ser uma síntese das aspirações dos cidadãos que constituem a Nação, sem dúvida, devemos nos curvar em reverência àquele que foi um dos maiores benfeitores de seu tempo no Brasil. Um homem que dedicou sua longa e profícua existência ao trabalho incansável de acolher, compreender e socorrer todos os que precisaram de ajuda para superar o sofrimento e os desafios da existência.
Nesse sentido, não vamos longe demais quando afirmamos que Francisco Cândido Xavier foi um dos maiores humanistas da história brasileira. Ele atuou em todos os campos da solidariedade, ofertando apoio aos desamparados, conforto aos desesperados e esperança aos abatidos pelo luto.
Chico Xavier não apenas serviu de farol e referência intelectual a homens e mulheres com dificuldade de encontrar rumo satisfatório em suas vidas, como também foi ele mesmo um exemplo de dignidade, de desapego e grandeza de caráter.
Certamente as centenas de livros que deixou publicados não obteriam a repercussão mundial que alcançaram se suas letras impressas não tivessem sido iluminadas pelo trabalho paciente do missionário que recebeu milhares de pessoas em busca de orientação espiritual.
Aspecto muito comentado e que deve ser lembrado sempre é a tolerância implícita nos ensinamentos do médium que em nenhum momento buscou o pedestal da fama nem se proclamou dono da verdade absoluta. Junto com o amálgama indissociável da solidariedade, seus ensinamentos procuraram mostrar que os credos e convicções religiosas não deveriam ser usados como barreiras; mas, sim, como pontos de aproximação entre os seres humanos.

Essa foi mais um demonstração da grandeza que sempre acompanhou o mestre em suas pregações. Uma grandeza que foi reconhecida pela admiração e pelo carinho unânimes em todas as classes sociais, em todas as regiões do País, e que se converteu, inclusive, em milhões de assinaturas defendendo sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, em 1981.
Chico Xavier foi muito legitimamente comparado a Francisco de Assis, o grande exemplo de santidade, associado à compaixão e ao amor pelo próximo. Certamente o nome que recebeu foi já parte da inspiração que levou seus pais a intuírem a missão grandiosa que o filho teria pela frente.
Os problemas de saúde, a orfandade precoce, as enormes dificuldades que Chico Xavier enfrentou na vida não foram obstáculo, mas sim estímulo extra para que ele se desenvolvesse como homem e pudesse, através do espiritismo, proporcionar tantos benefícios à humanidade. Seu trabalho, sua dedicação e suas opções morais somaram-se para construir o exemplo vivo que marcaria o coração e a mente de seus contemporâneos.
É, portanto, com um sentimento de gratidão e respeito que evocamos a memória desse que foi mais do que um grande brasileiro, pois conseguiu alcançar lugar de destaque em qualquer panteão que procure com justiça reconhecer a grandeza dos homens excepcionais.
Chico Xavier permanece um dos maiores exemplos que tivemos de como podemos ir longe se deixarmos de lado o individualismo e o egoísmo e nos projetarmos em busca da solidariedade e do amor que dão sentido a nossas vidas.
Muito obrigado, Sr. Presidente. (Palmas.)

(PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO GABINETE)
O SR. SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronuncia o seguinte discurso.) Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, nenhum outro brasileiro estaria melhor na condição de homenageado da Câmara dos Deputados do que Chico Xavier. Digo isso porque ele, mais do que ninguém, representa a expressão brasileira do amor, paz e solidariedade que, afinal, devem estar presentes na Casa do Povo.
Se o Parlamento deve ser uma síntese das aspirações dos cidadãos que constituem a Nação, sem dúvida devemos nos curvar em reverência àquele que foi um dos maiores benfeitores de seu tempo no Brasil. Um homem que dedicou sua longa e profícua existência ao trabalho incansável de acolher, compreender e socorrer todos os que precisaram de ajuda para superar o sofrimento e os desafios da existência.
Nesse sentido, não vamos longe demais quando afirmamos que Francisco Cândido Xavier foi um dos maiores humanistas da história brasileira. Ele atuou em todos os campos da solidariedade, ofertando apoio aos desamparados, conforto aos desesperados e esperança aos abatidos pelo luto.
Chico Xavier não apenas serviu de farol e referência intelectual a homens e mulheres com dificuldade de encontrar rumo satisfatório em suas vidas, como também foi ele mesmo um exemplo de dignidade, de desapego e grandeza de caráter.
Certamente as centenas de livros que deixou publicados não obteriam a repercussão mundial que alcançaram se suas letras impressas não tivessem sido iluminadas pelo trabalho paciente do missionário que recebeu milhares de pessoas em busca de orientação espiritual.
Aspecto muito comentado e que deve ser lembrado sempre é a tolerância implícita nos ensinamentos do médium que em nenhum momento buscou o pedestal da fama nem se proclamou dono da verdade absoluta. Junto com o amálgama indissociável da solidariedade, seus ensinamentos procuraram mostrar que os credos e convicções religiosas não deveriam ser usados como barreiras, mas sim como pontos de aproximação entre os seres humanos.
Essa foi mais um demonstração da grandeza que sempre acompanhou o mestre em suas pregações. Uma grandeza que foi reconhecida pela admiração e pelo carinho unânimes em todas as classes sociais, em todas as regiões do País, e que se converteu, inclusive, em milhões de assinaturas defendendo sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, em 1981.
Chico Xavier foi muito legitimamente comparado a Francisco de Assis, o grande exemplo de santidade associado à compaixão e ao amor pelo próximo. Certamente o nome que recebeu foi já parte da inspiração que levou seus pais a intuírem a missão grandiosa que o filho teria pela frente.
Os problemas de saúde, a orfandade precoce, as enormes dificuldades que Chico Xavier enfrentou na vida não foram obstáculo, mas sim estímulo extra para que ele se desenvolvesse como homem e pudesse, através do espiritismo, proporcionar tantos benefícios à humanidade. Seu trabalho, sua dedicação e suas opções morais somaram-se para construir o exemplo vivo que marcaria o coração e a mente de seus contemporâneos.

É, portanto, com um sentimento de gratidão e respeito que evocamos a memória desse que foi mais do que um grande brasileiro, pois conseguiu alcançar lugar de destaque em qualquer panteão que procure com justiça reconhecer a grandeza dos homens excepcionais.
Chico Xavier permanece um dos maiores exemplos que tivemos de como podemos ir longe se deixamos de lado o individualismo e o egoísmo e nos projetamos em busca da solidariedade e do amor que dão sentido a nossas vidas.
Obrigado.