Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

Desabafo contra a barbárie

O Senador Francisco Dornelles afirmou com justo motivo ao se referir, no Senado, à decisão do Congresso Nacional de redistribuir os royalties do petróleo: “A emenda que está sendo votada é a maior agressão que um Estado da Federação já sofreu em toda a História do Império e da República do Brasil. O Rio de Janeiro está sendo agredido de uma forma brutal na medida em que está perdendo todos os royalties de participação especial de campos já licitados, agredindo um direito adquirido, agredindo um ato jurídico perfeito”.

Eu, por mais que procure na língua pátria definir a situação, não encontro outra palavra a não ser barbárie! Nem covardia – palavra utilizada pelo governador Sérgio Cabral – serve, porque covardia é pouco; é sinônimo dos atos de violência praticados pelo mais forte contra o mais fraco, pelo simples prazer de vencer pela força – situação que, com rapidez, se resolve pela lei ou mesmo pela violência.

No caso presente, o ato significou a união dos representantes de todos os demais estados, fortes e fracos contra o Rio de Janeiro e contra o Espírito Santo, estados produtores de petróleo, com o claro objetivo de conquista pela pilhagem, numa atitude evidente, incontestável, de desprezo às normas legais e ao arrepio das instituições políticas aperfeiçoadas.

Perdoem-me os colegas, mas a votação da matéria na Câmara e depois no Senado, até pelo modo como ela foi comemorada, me trouxe à memória – memória de um velho professor – os atos de invasão dos francos, dos lombardos, dos visigodos, dos vândalos, dos anglos saxões, dos burgúndios, dos suevos, dos ostrogodos, que chegavam a outras terras com a intenção de tomar-lhes as riquezas pela força, sem respeito sequer às culturas que encontravam.

Dispensável queimar mais tempo com discursos que busquem explicar a ignomínia e com o blá, blá, blá, da compensação pelo tributo no destino e não na origem ou pelo caráter compensatório dos royalties. Tudo isso foi dito, sobejamente explicado, em prosa, verso, discurso, elaborações técnicas, formulações lógicas e de toda sorte e nada disso adiantou, porque as conquistas para pilhagem não se justificam pela lei ou pelos argumentos racionais: elas simplesmente ocorrem movidas pela ambição, pelo desejo incontido e passam por cima das leis e das instituições. São movimentos enlouquecidos pelo desejo de possuir pela humilhação, comportamento comum aos grupos que adquirem, unicamente por consideração numérica, sentimento de poder invencível.

Por isso, não venho à tribuna pedir a reflexão dos colegas para os aspectos técnicos, legais ou de justiça que, com sobra, justificam o saneamento da norma que retira do Estado do Rio de Janeiro o acesso aos royalties do petróleo da forma como ele estava estabelecido antes. Venho pedir, implorar, para que se volte ao campo da racionalidade; que se examine a matéria sem as emoções fortes que comandaram até aqui os movimentos e as decisões do Congresso Nacional sobre o assunto. É preciso restabelecer a ordem constitucional com rapidez. A responsabilidade que temos com o povo brasileiro não nos permite decidir contagiados pelas emoções de momento, pelo calor, às vezes até compreensível, de querer prestar o melhor serviço sem medir conseqüências.

Confirmada, a decisão do Congresso Nacional, retardará o momento histórico que o Estado do Rio de Janeiro, para o bem de toda a sociedade brasileira, vive de recuperação de sua imagem diante do mundo. Retardará, mas não inviabilizará, porque saberemos como agir e não nos deixaremos abater pela humilhação. Acima de tudo e para o bem de todos e não somente da população do Estado do Rio de Janeiro, sabemos que o Presidente Lula agirá quando chamado a se pronunciar e, se não agir, a Justiça Brasileira colocará as coisas no devido lugar.

“Caminhos para o financiamento e acesso a saúde

Se por um lado, a aquisição de remédios é causa de constante sacrifício e desespero para a população, principalmente para a parte mais frágil dela, os idosos, os aposentados por invalidez e os doentes crônicos, em razão dos preços elevados, que chegam a ser, em algumas situações, proibitivos, por outro tem sido motivo de constrangimento para os secretários de saúde, em especial, para os secretários municipais, obrigados pela Justiça, sob pena de prisão por desobediência, a fornecer gratuitamente medicamentos para quem não possa pagar por eles.

A situação é claramente delicada e cria um ambiente de desconforto para todos e privilegia o descontrole, pela incapacidade dos governos municipais de planejarem as suas contas e o atendimento à população.

É necessário, portanto, encontrar um ponto de equilíbrio, que garanta o cumprimento pelo Estado de seu dever constitucional de cuidar da saúde de toda a população, atividade que inclui o fornecimento gratuito de medicamentos para quem comprovadamente não possa pagar, e preços mais baixos para o restante da população.

É compreensível que o problema não seja de fácil solução para um sistema de saúde pública que tem a obrigação de atender 140 milhões de pessoas; arca com os custos de todos os transplantes de órgãos e de 2,2 bilhões de procedimentos médicos por ano, entre eles, 12 milhões de internações.

Por isso, é louvável qualquer esforço que tente encontrar um ponto de equilíbrio para o sistema, com ampliação na qualidade do atendimento e utilização eficaz dos recursos disponíveis, caso do seminário “Caminhos para o financiamento e acesso à saúde” acontecido em São Paulo na segunda-feira, por iniciativa da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – Interfarma – em parceria com o jornal Valor Econômico.  Sei que a Câmara dos Deputados esteve representada pelo nosso colega Darcísio Perondi, que poderá dar melhores detalhes do encontro.

O Valor Econômico dedicou ao seminário um caderno especial publicado hoje, quarta-feira, com o resumo dos debates e diversos depoimentos. O material é rico em sugestões e considerações sobre as conquistas já alcançadas pelo Brasil no campo da saúde pública, aqui considerada a criação das farmácias populares, 11 mil em todo o Brasil e a consolidação do complexo industrial de saúde, com investimentos da ordem de R$ 400 milhões entre 2000 e 2010 nos laboratórios públicos.

A Interfarma, entidade que conta com a experiência e o espírito público do ex-ministro e ex-governador Antonio Brito, informou no anúncio que compõe a matéria, a intenção de encaminhar ao Congresso Nacional as propostas sugeridas no seminário. Aguardemos, portanto. Com certeza, a providência abrirá um novo e bom motivo para que a Casa novamente debata a questão vulnerável da saúde pública no Brasil, tema dos mais relevantes, se não o mais relevante, para a sociedade brasileira.

Colégio Leopoldo em Nova Iguaçu 80 anos de serviços prestados

Deputado Simão Sessim parabeniza a direção, e funcionários de apoio do Colégio Leopoldo em Nova Iguaçu por seus 80 anos de serviços prestados.

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 08/06/2010)

É com muita honra e alegria no coração que requeiro à Mesa desta Casa do povo uma justa Moção de Congratulações à direção, professores, alunos e funcionários de apoio do Colégio Leopoldo. Trata-se, Senhor Presidente, de um dos mais tradicionais e conceituados estabelecimento de ensino da cidade de Nova Iguaçu, na minha querida e amada Baixada Fluminense, que está, agora, em 2010, para a nossa felicidade, completando 80 anos de relevantes serviços prestados a sociedade brasileira.
Eu diria, Senhor Presidente, são oito décadas ininterruptas de inconfundível e abnegado trabalho voltado, como sempre esteve, para a educação, através da construção de valores, como a dedicação, o respeito, a solidariedade e a cidadania, pilares, que, indubitavelmente, sustentam os nossos sonhos de conquistar um mundo próspero, profícuo, mais humano e justo para todos os irmãos brasileiros.

Lembro-me, Senhor Presidente, há exatos cinco anos, também estive nesta tribuna festejando os 75 anos desta mesma instituição, pioneira que foi como estabelecimento regular e oficial de ensino de Nova Iguaçu, fundado em 1930 por três mestres idealizadores o poeta, jornalista, prosador, teatrólogo e professor Leopoldo Machado de Souza Barbosa; sua digníssima esposa, Marília Ferraz de Almeida Barbosa; e sua venerada irmã, Leopoldina Machado Barbosa de Barros, a quem também prestamos as nossas homenagens póstuma.

Esse trio de benfeitores da educação, senhor presidente, criou na Baixada Fluminense o espaço das relações humanas, da construção de modelos, da reflexão, propiciando vivências, experiência de vida e formação de caráter, entre outros conceitos, predicados necessários na orientação do presente e do futuro que está por chegar a todos homens de boa vontade.

O professor Leopoldo tinha consciência de que a escola possui enorme importância em nossas vidas, tendo como um dos papéis fundamentais a conscientização do homem para o exercício perfeito da cidadania e sua qualificação profissional. Portanto, é ela que deve nos preparar para o futuro, dando-nos o conhecimento necessário para que possamos enfrentar as adversidades, os obstáculos que surgem em nossos caminhos.
Até porque, Senhor Presidente, a missão da escola não é pura e simplesmente passar conteúdos relacionados à física, à matemática, à química, geografia, português e história, entre outras matérias. A escola deve, sobretudo, preparar os jovens para que eles se sintam aptos a disputar o seu próprio espaço no seio da sociedade em que vivem.

E hoje, o Colégio Leopoldo, templo augusto da verdade e Catedral excelsa do saber, como diz o seu hino, está sob a batuta, sob o comando do professor Paulo de Tarso, personalidade das mais conceituadas da Baixada Fluminense, que, à frente de uma equipe altamente qualificada e dedicada, mantém a instituição de ensino dentro dos mesmos padrões de tradição, qualidade, da ética, da modernidade e eficiência.
Afinal, Senhor Presidente, o professor Paulo de Tarso, além de abnegado servidor do saber, sempre se preocupou em manter vivo o legado da compreensão, da solidariedade e do amor ao próximo, deixado por Leopoldo Machado, espírita fervoroso, que viajou o País inteiro levando sua mensagem de fé, amor e bondade ao próximo.

Leopoldo Machado e sua esposa Marília Ferraz de Almeida Barbosa também fundaram o Lar de Jesus e o albergue noturno Allan Kardec, da mesma forma que incentivaram a criação da Associação de Caridade Hospital Iguaçu, que até hoje ainda continua prestando relevantes serviços à sociedade de Nova Iguaçu e da Baixada Fluminense.

Com suas almas cheias de ardor e boa vontade, Leopoldo Machado, sua mãe Isabel Machado Barbosa, sua esposa Marília Ferraz e sua irmã Leopoldina Machado Barbosa edificaram com grandeza, dedicação e competência, o templo maior do saber que conduziria os jovens, ao longo dessas décadas, ao horizonte da prosperidade.

A Prefeitura de Nilópolis recupera sinagoga

Motivado pelo documentário do jornalista Radamés Vieira, o Prefeito de Nilópolis, Sérgio Sessim, determina a recuperação da sinagoga Tifferet.

A sinagoga Tifferet Israel, em Nilópolis é ponto de convergência da comunidade de Israel além de ser um local histórico.

Nilópolis é exemplo da possibilidade de conveniência operosa entre judeus e árabes e a Sinagoga Tifferet é uma das relíquias históricas da presença forte dos judeus na cidade. Ela serviu por mais de 50 anos, para cerimônias religiosas e sócio-culturais.

Na década de 90, o professor Xie Goldman tentou mobilizar a comunidade e  autoridades públicas para recuperar a Sinagoga, mas faleceu em 2005, sem conseguir realizar o seu sonho. Abandonada, a Sinagoga e os terrenos em volta estavam sendo invadidos.

Em 2006, o jornalista Radamés Vieira e o produtor André Sztajn fizeram um belo documentário sobre a história dos Judeus em Nilópolis. A peça, Novos Lares, vencedora de vários prêmios, ressalta o trabalho da colônia judaica em Nilópolis e relembra os bons tempos da Sinagoga Tifferet.

O engenheiro Sérgio Sessim, meu filho, depois de uma eleição histórica, assumiu a prefeitura de Nilópolis em janeiro de 2009, com o compromisso de reconstruir a Sinagoga.

Em maio, a prefeitura iniciou as obras. No meio dos entulhos, a prefeitura encontrou uma placa feita de granito com inscrições em Hebraico em homenagem à família Berkowitz, que fundou a Sinagoga. A placa passará por processo de recuperação e será recolocada no lugar original.

No terreno ao lado da Sinagoga, a Secretaria Municipal de Cultura instalará o Centro Multicultural de Nilópolis. As providências de reconstrução retiraram do terreno três caminhões de entulho.

“Brincar, estudar, viver…Trabalhar só quando crescer”

A Seção do Ministério Público do Trabalho de Nova Friburgo e a Secretaria Municipal de Educação da cidade patrocinam debates contra o trabalho infantil.

Desde o momento em que recebi o título de Cidadão Honorário de Nova Friburgo, indicação do vereador mais votado da cidade, Marcos Medeiros e apoio unânime de todos os membros da Câmara Municipal, acompanho com mais responsabilidade, os acontecimentos locais.

Hoje, encontrei no blog do barbudo (http://wwwbarbudo.blogspot.com), a iniciativa do Ministério Público do Trabalho de promover com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, o projeto “Brincar, estudar, viver…Trabalhar só quando crescer”, que busca conscientizar pais, alunos e toda a sociedade, sobre a importância de se combater o trabalho infantil.

O evento, de ingresso gratuito e livre, acontecerá na próxima terça-feira, dia 8, a partir das 8h30, no teatro do Centro de Atividades do SESC. Na ocasião será inaugurado o Fórum Municipal de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, com o objetivo de “articular, mobilizar e sensibilizar a sociedade friburguense”, contra o trabalho de crianças e para a necessidade de adoção e respeito às normas de proteção ao trabalhador adolescente.

Participarão dos debates os representantes da Procuradoria do Trabalho em Nova Friburgo, dos Conselhos da Criança e Adolescente e Tutelar, da OAB, da Justiça do Trabalho, do Ministério Público Estadual e Federal, do Ministério do Trabalho e Emprego, da Justiça Federal, do SESC e SENAI e das secretarias municipais de Saúde, Educação e Assistência, Desenvolvimento Social e Trabalho.

O blog do barbudo citou as palavras da Coordenadora do Projeto ‘MPT nas Escolas’, da rede municipal de ensino, professora Andréa Amador Stock Silva: “desde março a Procuradoria do Trabalho no município e a Secretaria Municipal de Educação estão desenvolvendo o projeto nas unidades escolares com o objetivo de promover ações voltadas para a promoção do debate dos temas relativos aos direitos da criança e do adolescente e à respectiva proteção desse público”.

Não poderei comparecer, em razão de meus compromissos com a Câmara dos Deputados, mas tentarei obter os resultados, por intermédio de alguns amigos que residem em Nova Friburgo.

Um governo que realiza

O Ministério das Cidades, que, no governo federal representa o Partido Progressista, realiza uma revolução com o programa que regulariza os imóveis ocupados por famílias pobres.

Muito se comenta sobre os benefícios sociais do programa bolsa-família, que, indiscutivelmente, abre para as famílias brasileiras mais pobres, oportunidades de sustento e acesso à educação.

Contudo, na pauta de programas sociais do governo federal, há ao lado do crédito mais fácil para aquisição da casa própria, representado pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”, o programa de regularização das moradias em favelas que estão em fase de urbanização e de bairros e condomínios em situação de clandestinidade.

O Ministério das Cidades, espaço que o Partido Progressista utiliza como instrumento de assessoramento ao governo do Presidente Lula, é responsável pela execução do programa e como parte do seu trabalho, ele patrocina o Curso de Ensino à Distância sobre Ações Integradas de Assentamentos Precários (EAD-URB).

O curso tem como objetivo principal capacitar técnicos de governos municipais, estaduais, e da Caixa Econômica Federal, para o trabalho de intervenções integradas de urbanização, regularização fundiária e inclusão social dos moradores de assentamentos precários. Conta com a intenção adicional de consolidar uma metodologia de referência para as intervenções, que respeite as especificidades das diversas situações locais e regionais existentes no país.

A primeira edição do Curso EAD-URB aconteceu no período de julho a setembro de 2008, para atender a região nordeste e foi promovida pela Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades em parceria com a Aliança de Cidades, do Instituto do Banco Mundial, e contou com o apoio da Escola Politécnica da USP – FDTE.

A 2ª Edição, encerrada no dia primeiro, recebeu 839 inscritos, conforme informação oferecida, por e-mail, pela senhora Daniela Luciana, assessora do Ministro das Cidades, Márcio Fortes, que prometeu nos fornecer, assim que definidos, os dados sobre o aproveitamento dos alunos.

O programa de regularização do Ministério das Cidades foi tema de uma longa matéria publicada no Valor Econômico no dia 31 de maio, assinada pela jornalista Luciana Otoni.

“Simultaneamente à expansão do crédito para aquisição da casa própria e do boom imobiliário”, escreveu Luciana, “um movimento silencioso, mas representativo, de regularização de favelas em fase de urbanização e de bairros e condomínios em situação de clandestinidade tem permitido que milhares de famílias de baixa renda comecem a ter acesso a títulos de propriedade e de uso de imóveis nos quais se estabeleceram ao longo de anos e pelos quais são responsáveis”.

A matéria lembra que o processo de transferência de titularidade de terras em áreas urbanas oferece para as famílias atendidas a oportunidade de deter um título de propriedade transferível e, portanto, possível de ser negociado no mercado imobiliário e dado em garantia para acesso a crédito.

A repórter ouviu o Secretário de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Carvalho, que apresentou os números alcançados pelo programa: 1.967 assentamentos, com 1, 418 milhão de famílias, das quais 320,7 mil obtiveram os títulos de posse ou uso dos imóveis e 11.773 possuem documentos registrados em cartório.

Celso informou que o programa está em execução em favelas, bairros e condomínios de baixa renda nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia, Salvador, Recife, Manaus, Porto Velho e São Luís. No Rio de Janeiro, o programa abrange as favelas do Alemão e Rocinha no Rio.

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), diz a matéria, é responsável pelas condições da transferência da titularidade dos terrenos da União. Por ela falou o secretário-adjunto, Jorge Arzabe, que citou as leis 11.481/2007, 11.952/2009 e 11.977/2009 como conjunto que dá sustentação legal ao programa, que atende também, famílias que há anos ocupam prédios públicos. Só no ano passado, a SPU destinou R$ 17 milhões para a compra de 25 imóveis direcionados à moradia para a população com renda de até cinco salários mínimos. E neste ano há R$ 47 milhões para a aquisição de mais 42 imóveis, alguns do INSS.

Simão Sessim cumprimenta o Pastor Pedro Paulo pela passagem do seu aniversário

Os resultados alcançados pela Igreja do Nazareno em Nilópolis não deixam dúvidas de que o Ministério do Pastor Pedro Paulo Ferreira Matos é conselho e obra de Deus.

O Pastor Pedro Paulo Ferreira Matos está à frente da Igreja do Nazareno em Nilópolis, minha cidade, há mais de 20 anos e exerce, em conjunto, no Estado do Rio, a função de Diretor da Área Brasil Central.

Ele, ao lado de sua esposa, dona Noemi Maria Ferreira Matos, do exemplo de seus filhos, Alessandra, Paulo Alexandre, Pedro Junior e Renata e de uma equipe de dedicados pastores, seminaristas e voluntários, faz do Evangelho de Jesus Cristo e do processo de santificação, ações concretas de apoio à família e de sustentação espiritual e material de muita gente.

As atividades da Igreja do Nazareno em Nilópolis estão organizadas em Ministérios, para, de modo inteligente e pedagógico, alcançar as crianças, os adolescentes, os jovens e as pessoas de terceira idade, com possibilidade de atendê-las com apoio espiritual e em suas necessidades sociais, com assistência médica, odontológica e jurídica.

No conjunto de Ministérios, ressalto a Escola de Ministérios JNI Brasil e a Igreja Mirim, que formam e ensinam líderes, procedimentos que multiplicam e estendem no tempo as virtudes do Evangelho de Cristo e a obra da Igreja do Nazareno.

O trabalho do Pastor Pedro Paulo Ferreira Matos é bom exemplo de confirmação do depoimento presente no Capítulo 5 do livro de Atos dos Apóstolos. Diz a passagem bíblica que Gamaliel, doutor da lei, venerado por todo o povo, membro do sinédrio, afirmou aos seus pares, no momento em que eles julgavam os apóstolos de Cristo por suas atitudes de pregação e cuidados com os necessitados:

“Varões israelitas, acautelai-vos a respeito do que haveis de fazer a estes homens. Porque antes destes dias levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou um número de uns 400 homens; o qual foi morto, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada. Depois deste levantou-se Judas, o Galileu, nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos. E, agora, digo-vos: Daí de mão a estes homens, e deixa-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, mas se é de Deus, não podereis desfazê-la…”

Os resultados alcançados pela Igreja do Nazareno em Nilópolis não deixam dúvidas de que o Ministério do Pastor Pedro Paulo Ferreira Matos é conselho e obra de Deus. É um trabalho divino, que modifica vidas e, verdadeiramente, transforma a sociedade pela transformação do coração humano e pelo cuidado com o próximo.

No próximo dia 30 de maio, o Pastor Pedro Paulo Ferreira Matos comemorará mais um ano de vida e o alcance do Ministério dele em Nilópolis e no Estado do Rio de Janeiro autoriza – DETERMINA – que em nome da população da minha cidade e do meu estado, eu faça aqui registro da data e dela oportunidade para render ao Pastor homenagens pelo muito que ele tem feito em favor da qualidade de vida de nossa gente.

Deus, em sua infinita bondade, tem colocado no caminho de nossa gente, pessoas que movidas pelo Evangelho de Cristo e Santificadas pela operação do Espírito Santo, trabalham em nosso meio com a missão sagrada de operar maravilhas e transformar vidas pela divulgação incansável da mensagem Jesus Cristo. O Pastor Pedro Paulo é uma dessas pessoas. Alguém muito especial, a quem Deus conferiu a vocação do Ministério Pastoral.

Meus cumprimentos ao Pastor Pedro Paulo pela passagem do seu aniversário e pelo belo trabalho que tem realizado.

Simão Sessim: Solução pela educação

Artigo publicado no dia 26/05 no Jornal O Dia.

“Deputado federal (PP-RJ)

Rio – Quem me conhece sabe da minha preocupação com educação de qualidade e gratuita para os jovens carentes que precisam de oportunidade para disputar o mercado de trabalho. Sempre entendi que o País só pode mudar se tivermos uma juventude preparada para enfrentar os desafios do mundo globalizado.

Por isso, lutei pela implantação da Escola Técnica Federal na Baixada Fluminense, o Cefeteq, hoje uma grata realidade, que se transformou em Instituto de Educação, Ciência e Técnologia do Rio de Janeiro (Ierj), uma das mais importantes e conceituadas instituições do ensino técnico do meu estado.

Agora, vou concentrar forças para levar uma escola técnica, de qualidade, para a Zona Oeste do Rio de Janeiro – que envolve bairros importantes, como Santa Cruz, Campo Grande, Bangu e outros mais.

E por que isto? Porque é naquela região que a economia fluminense acena com um futuro promissor. Ali, na Zona Oeste, empresas do porte do Grupo Gerdau, da TyssenKrupp CSA, da Votorantim e da CSN deverão aplicar algo em torno de R$ 14 bilhões, o correspondente a 60% do total a ser investido na indústria de transformação. Isso vai colocar o Rio de Janeiro como o principal polo siderúrgico do País e da América Latina.

Vai representar, também, dezenas de milhares de oportunidades de empregos para jovens, adultos, homens e mulheres, aptos a disputar o mercado de trabalho. Mas é preciso que o governo e os empresários se preparem para os desafios que virão.

Estou encaminhado apelo, ao presidente Lula e ao governador Sérgio Cabral, de que levem, o mais rápido possível, uma escola técnica para a Zona Oeste. Assim, os jovens, principalmente os carentes, poderão se preparar para esta oportunidade que a economia fluminense está oferecendo.”

“Apagão de mão de obra qualificada?”

O professor Naércio Menezes Filho, num artigo publicado pelo Valor Econômico, estabelece, com dados, a relação entre salários, cultura e formação.

Pela foto, Naércio Menezes Filho me pareceu muito jovem, mesmo assim ele tem graduação em Economia pela Universidade de São Paulo, mestrado em Economia pela Universidade de São Paulo e doutorado em Economia pela University College London. Além disso, é professor titular do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa; Coordenador do Centro de Políticas Públicas e professor Associado da Universidade de São Paulo. O professor Naércio escreve regularmente no jornal Valor Econômico e publicou na edição de sexta-feira um artigo que inicialmente me chamou a atenção pelo título: “Apagão de mão de obra qualificada”.

Com dados precisos, o professor afirma:

“O preço relativo da educação é dado pelo diferencial de salário que as pessoas mais educadas recebem no mercado de trabalho. Assim, se a demanda por um grupo educacional estiver crescendo a um ritmo superior à sua oferta, o diferencial de salário dos trabalhadores desse grupo, com relação ao nível imediatamente abaixo, também deve crescer”

Os dados demonstram, no primeiro instante da argumentação, que tanto maior o número de profissionais qualificados, tanto menores serão os salários recebidos pelo grupo, uma situação que obedece a lei econômica da oferta e procura.

Contudo, uma vez no novo patamar, o profissional descobre que pode, com mais formação, atingir um nível salarial maior e, em cadeia, segue do curso superior para o mestrado, daí para o doutorado e assim por diante. “Quem fica mais tempo na escola aumenta sua produtividade, vive mais, vota melhor e cuida do ambiente”, diz o professor Naércio.

Deputado Simão Sessim em Nova Friburgo

Por indicação do vereador de Nova Friburgo, Marcos Medeiros, do PTB, e aprovação unânime de todos os demais vereadores, no sábado, recebi o título de cidadão honorário de Nova Friburgo. A cidade estava em festa, com as comemorações dos 192 anos de emancipação. Outras pessoas receberam o título e a cerimônia esteve concorridíssima. Eu não poderia deixar de registrar o evento nos anais do Congresso Nacional. Então, fiz um pronunciamento na sessão de quarta-feira.

O SR. DEPUTADO SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronunciou o seguinte discurso.)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a cada dia que passa e diante das circunstâncias a que sou submetido pela política, confirmo que, para quem sabe exercê-la com dignidade e respeito pela população, é o mais magnífico e agradável ofício humano!

Os momentos inevitáveis de decepção, de desalento, são largamente recompensados por outros maiores que trazem felicidade e forte emoção. É o caso da homenagem que me fez, no sábado, a população de Nova Friburgo, por indicação do jovem vereador Marcos Medeiros e decisão unânime dos seus pares: Sérgio Xavier de Souza, Presidente da Câmara Municipal; Marcelo Verly; Manoel do Pote; Edson Flávio, Reinaldo Rodrigues, Cláudio Damião, Renato Abi-Râmia; Professor Pierre; Luciano Faria; Jorge Carvalho e Francisco Pinto Barros. Um grupo que prestigia a política do Estado do Rio de Janeiro.

Desde sábado, sou, por adoção, cidadão de Nova Friburgo, condição que me enche de orgulho e renova em mim a grata responsabilidade de perseguir com afinco, com determinação, sem descanso, os meios e modos de atender as expectativas do povo que ali nasceu e que ali escolheu viver.

Mas, sei reconhecer que a homenagem que recebi não me pertence. Por isso, eu a recebi por delegação. Primeiro, da bondade divina, que me dá vida, saúde e resistência física e espiritual para viver intensamente a política, a arte de servir ao próximo.
Depois, da magnanimidade do coração daquele povo e de seus principais líderes políticos, os seus vereadores, que a despeito do pouco que eu tenha feito pela cidade, me homenagearam com tão elevada honra.

E, também e por fim, da minha gente de Nilópolis, que me deu a oportunidade de ingressar na vida pública para viver momentos como os que eu conheci no sábado e no domingo, quando, junto com a população de Nova Friburgo, comemorei os 192 anos de emancipação da cidade.

A política, além de todas as qualidades que tem, premia a vida daqueles que a escolheram por ofício com o prazer de encontrarem pelo caminho gente que qualifica a vida da sociedade em que vive.

É o caso do meu amigo, vice-prefeito de Nova Friburgo, Demerval Barbosa, homem que traz do berço o DNA do serviço em favor do próximo, sem expectativa de recompensas materiais ou de gratificações pessoais.

Na alma e no coração de Demerval Barbosa, claramente vibra o sentimento puro do médico dos pobres, do primeiro Demerval Barbosa Moreira, que de Conceição de Macabu, pequeno município do norte do meu estado, seguiu para Nova Friburgo para ali salvar vidas e conceder paz aos atingidos pela dor, pela doença.
É também o caso de outro amigo, este de mais curto tempo, mas de igual grandeza, o vereador Marcos Medeiros. Com certeza, a Câmara dos Deputados o terá por aqui, em algum momento da história.

Jovem, franco, determinado, ele, em razão dos votos que recebeu para estar, na qualidade de vereador mais votado da cidade, na Câmara Municipal de Nova Friburgo, demonstra que compreende a política como um instrumento de servir ao próximo. Marcos Medeiros sabe ler, com clareza e sensibilidade e as expectativas populares, sinais de uma vida pública profícua.

Só tenho a agradecer a Deus e a todas as pessoas que me oferecem, vez por outra, emoções como a que senti em Nova Friburgo na noite do sábado passado.

O evento de entrega dos títulos de cidadania honorária acontecido em Nova Friburgo foi exemplo de organização e lição de um povo que não mede esforços nem foge do trabalho de transformar, pela solidariedade, a vida das pessoas que procuram abrigo em seu seio.

Muito obrigado!