Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

O Governador Sérgio Cabral é entrevistado pela TV Brasil

O Governador Sérgio Cabral fala sobre as suas propostas para dar continuidade aos projetos de desenvolvimento, segurança, educação e saúde.
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A campanha eleitoral ganha velocidade e os candidatos começam a participar de entrevistas com os jornalistas. O governador Sérgio Cabral esteve numa mesa redonda com jornalistas da TV Brasil e falou dos projetos que o seu governo executou e das propostas e intenções que ele tem para o segundo mandato, se eleito.  E, não há como não reconhecer que o Estado do Rio melhorou substantivamente e parte desta melhora tem com o modelo de relacionamento do governo do estado, através do governador, do vice-governador, Pezão, dos Secretários Estaduais e do Presidente da ALERJ, deputado Jorge Picciani com os prefeitos.

Eu sou testemunha das conquistas que muitos municípios alcançaram, principalmente, Nilópolis, em razão da parceria que o governo do estado construiu e tornou possível.

Na entrevista, o governador Sérgio Cabral cita o Rio Além do Petróleo, uma iniciativa do IETS, Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis e do Governo do Estado, que serve ao debate de uma estratégia de desenvolvimento mais ampla, inclusiva e sustentável, para o Estado do Rio.

Confira abaixo:

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Academia Mirim de Letras 2

A Professora Vera Veronesi respondeu à mensagem que publicamos com esclarecimentos importantes, principalmente, no que se refere aos conceitos de política e de política pública. Se contar o tempo de exercício no magistério e as funções de governo, nas prefeituras de Nova Iguaçu e Nilópolis;na Fundação de Desenvolvimento da Região Metropolitana e na Câmara dos Deputados, como deputado federal, somo quase 45 anos de serviços prestados à população e posso garantir que a professora Vera Veronesi está certa, certíssima, quando condena a confusão que alguns fazem com relação à política partidária e política pública. As duas podem ser exercidas de modo sadio, quando voltadas exclusivamente para os interesses da população e são um desastre quando desenvolvidos no interesse de um partido ou das causas momentâneas de uma campanha eleitoral.

A seguir, a resposta da professora Vera Veronesi, com os meus agradecimentos:
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“Foi com muita satisfação e orgulho que li a postagem do deputado Simão Sessim ! Todas as informações ali contidas estão corretas, porém, gostaria de fazer uma ressalva no que se refere ao governo da Bahia. Nessa postagem, entende-se que a iniciativa é desse atual governo, Jacques Wagner, PT. O que não é verdadeiro. O apoio que recebemos para a execução do projeto da ACADEMIA MIRIM DE LETRAS, foi no governo do Sr. Paulo Souto, no período de 2005/2006, período este, que conseguimos atender os 60 (sessenta) jovens da rede pública, oferecendo várias atividades como consta no site. Infelizmente, por questões políticas, fomos impedidos de dar continuidade ao referido projeto. O governo do Sr. Jacques Wagner não entendeu que a minha proposta não contemplava política partidária, mas sim política pública para UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE. O ponto final de todo esse trabalho, já consolidado por ações que transformaram a vida desses sessenta jovens, muitos deles, hoje, nas universidades, graças ao nosso apoio, foi, o “despejo”, (literalmente) de toda a nossa estrutura, do local na qual funcionávamos ! O Cristovam Buarque sabe dessa história, pois foi ele quem nos socorreu !

Faço questão de deixar isso claro, porque, vi ruir todo um sonho . O sonho de mostrar para os acadêmicos mirins, que a LEITURA SERIA PARA ELES, SEU PRINCIPAL INSTRUMENTO DE INSERÇÃO SOCIAL! Tudo na Bahia se tornou difícil  para mim! Nada mais consegui !
Porém, sinto renascer a esperança de poder continuar com a minha luta, na figura do deputado Simão Sessim! Acredito nele, assim como acredito no senador Cristovam Buarque. Dessa forma, gostaria que ele, Simão Sessim, soubesse do meu desejo em estreitar nosso contato, para que eu possa colaborar no que for possível em sua campanha! Estou à disposição de vocês para qualquer consultoria de projetos educacionais.

Atenciosamente.

Profª Vera Veronesi.”

Torcida Legal!

Ontem, o Presidente Lula sancionou o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional, que modifica o Estatuto do Torcedor e prevê punições para cambistas, torcidas organizadas e até para árbitros.
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A partir de agora, quem praticar atos de violência e vandalismo a uma distância de até cinco quilômetros dos estádios pode ser preso, punido com multa e ficar proibido de frequentar os estádios de futebol, além de ser punido com base nas demais leis criminais e cíveis.

Também será punido o torcedor que entoar cânticos discriminatórios, racistas ou xenófobos.

A torcida organizada que incitar a violência, provocar tumulto e invadir locais restritos a competidores, árbitros e dirigentes ficará impedida de ir aos jogos pelo prazo de até três anos e para que a fiscalização se dê de forma melhor, as torcidas terão que cadastrar os associados ou membros e repassar os cadastros aos clubes. O cadastro deve ter fotografia, endereço e número dos documentos de identidade e Cadastro de Pessoa Física (CPF) de cada torcedor.

A torcida organizada ainda passa a responder civilmente pelos danos causados por seus associados ou membros no local do evento esportivo, nas imediações ou no trajeto de ida e volta ao evento. Durante as discussões do projeto de lei no Congresso Nacional, as torcidas organizadas conseguiram que esse ponto fosse excluído do texto, mas o Senado acabou restabelecendo o texto original.

Para os cambistas a lei reservou multa e reclusão de um a dois anos, quando ele vender ingressos de evento esportivo por preço superior ao estampado no bilhete. Quem, nas bilheterias, facilitar a vida dos cambistas também será punido.

Para o árbitro que solicitar ou aceitar vantagem ou promessa de vantagem para manipular resultados de jogos a lei prevê multa ou reclusão de dois a seis anos.

Pela lei, os estádios com capacidade a partir de 10 mil lugares deverão instalar câmeras para monitorar o público e as catracas de acesso aos estádios.

Agora, é papel dos governos estaduais, órgãos que controlam e gerenciam o policiamento, o cumprimento fiel da lei, mas com o cuidado de assumirem a responsabilidade conjunta de capacitar a polícia para atuar nos estádios: “A polícia tem que passar a utilizar nos estádios armas não letais, e agir com policiais mais preparados para lidar com a multidão. Não é que vá ser batalhão só para estádios, mas batalhões com pessoas treinadas para lidar com a multidão, porque essa não é uma questão simples de resolver”, concluiu Orlando Silva.

Mas, é sempre bom lembrar que a participação do Congresso Nacional na elaboração das leis é peça fundamental na existência delas. A lei que melhora o Estatuto do Torcedor, assim como o próprio estatuto, são frutos das sugestões encaminhadas ao Congresso Nacional, organizadas e inseridas no texto, por decisão dos parlamentares.

Esse fato é sempre importante, mas de modo especial, neste momento que antecede a eleição de deputados federais e senadores.

Estou na Câmara dos Deputados há 32 anos e me sinto feliz, todas as vezes, que as nossas propostas e sugestões são transformadas em instrumentos para melhorar a qualidade de vida da população.

Academia Mirim de Letras – uma boa idéia

A política proporciona a chance de conhecer pessoas que trazem boas notícias e excelentes idéias. A minha visita a Nova Friburgo na segunda-feira foi mais uma dessas oportunidades.
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Estive novamente em Nova Friburgo na segunda-feira, e, naquele dia, para inaugurar o comitê de campanha na cidade, em conjunto com o vereador Marcos Medeiros, que é candidato a deputado estadual com o número 14.000 e com o vice-prefeito Demerval Barbosa, um velho amigo.

Sempre que vou lá me voltam boas lembranças do início da minha vida, quando eu e a minha esposa, hoje falecida, visitávamos a cidade. Gostamos tanto que houve um tempo em que quase mudamos para lá.

Uma pequena multidão compareceu ao evento de inauguração e do meio de toda aquela gente surgiu a Professora aposentada Vera Veronesi e com ela a defesa dos projetos do Senador Cristovam Buarque e o relato de um projeto especial criado pela Secretaria de Educação do Governo da Bahia, que chamou a minha atenção de modo especial: a Academia Mirim de Letras.

A pressão do tempo não nos permitiu uma conversa mais longa, mas a professora resumiu o projeto de modo tão consistente que na primeira oportunidade busquei, com a ajuda da internet, conhecê-lo melhor. Fui ao Google e por lá encontrei a idéia no endereço http://www.indshop.com.br/academia/academia.htm. Vale conhecer.

A intenção do projeto é estimular crianças à leitura e à produção de textos, uma iniciativa da Secretaria Estadual de Educação da Bahia e da Fundação Luis Eduardo Magalhães. E, uma curiosidade: a idéia tomou forma em um festival de trovadores e pretende formar 60 jovens escritores por ano. Para capacitação dos professores, a Secretaria de Educação e a Fundação Luis Eduardo Magalhães realizaram o Seminário “A Arte de Fazer Trovas”, que contou com a presença e o trabalho de um trovador carioca, o Otávio Venturelli, autor de “Noites de Frio”, que se aplica muito bem a uma cidade como Nova Friburgo:

“Nos dias gelados de inverno na Serra, o frio recita o poema da geada, a grama se veste de branco enfeitada e o vento da noite segredos encerra”.

Assim que passar o sufoco da campanha eleitoral, pensarei num modo de dar amplitude nacional ao projeto da Bahia, quem sabe através de um projeto de lei bem elaborado e com a ajuda da professora Vera Veronesi, uma apaixonada defensora da educação de qualidade.

Excelente iniciativa do Presidente Eduardo Eugênio

A Firjan realizará em Nova Iguaçu o 1º Seminário de Calçadas Acessíveis da Baixada Fluminense.
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Recebi a notícia numa das visitas que fiz ao site http://noticias.sitedabaixada.com.br/

Presidida pelo empresário Eduardo Eugênio, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN – além de desenvolver e coordenar estudos, pesquisas e projetos que orientam as ações do setor industrial do estado, estimula o exercício da cidadania plena. Nesta linha, uma de suas representações regionais para a Baixada Fluminense (são duas, uma com sede em Duque de Caxias e outra em Nova Iguaçu), organizou para o dia 11 de agosto, o 1º Seminário de Calçadas Acessíveis da Baixada Fluminense.

O evento tem como objetivo encontrar soluções para os problemas de acessibilidade nos passeios públicos e garantir condições ideais de acesso e locomoção para todas as pessoas, principalmente, aquelas que têm deficiência física.

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) participa da organização e patrocínio do evento, que conta também com o apoio do Ministério das Cidades e garantia de recursos do governo federal para as obras de adaptação, atitude que é fruto da sensibilidade social que tem o Presidente Lula.

O Seminário apresentará um ciclo de palestras e debates. Daizê Pinho Vechi, Secretária do Ministério das Cidades, abrirá o encontro abordando a questão dos “Recursos para Projetos e Obras Acessíveis”.

Em seguida, falará a Dra. Rosana Rodrigues de Alves Pereira, Promotora Titular do Núcleo de Nova Iguaçu da Promotoria de Justiça de Proteção ao Idoso e a Pessoa Portadora de Deficiência. O tema será “Ações do Ministério Público no Estado do Rio de Janeiro par ao cumprimento do Estatuto das Cidades”.

Depois, a arquiteta Regina Cohen tratará o tema “Mobilidade Urbana em Calçadas Acessíveis” e o Dr. Philip Gold, as condições de circulação a pé nas cidades brasileiras.

O Prefeito de Mesquita, Arthur Messias apresentará a obra do paço municipal, um dos exemplos que a Baixada Fluminense tem de projetos acessíveis e, em seguida haverá a palestra da representante da FIRJAN, Dra. Andrea Marinho, com o tema “Soluções para capacitação de Mão de Obra”.

Um debate encerrará o encontro e será coordenado pelo representante do Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – IBDD – uma das mais qualificadas organizações nacionais de trabalho com deficientes.

Mais um gol de placa da FIRJAN!

Itaperuna

Estive na cidade de Itaperuna com o ex-prefeito Péricles Olivier de Paula. Um excelente encontro, construído pelo Senador Francisco Dornelles, de quem o Péricles é primeiro suplente. Estou certo de que terei um bom número de votos dos eleitores de Itaperuna, por conta da liderança que exercem o Péricles e o Dornelles na Cidade.
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Na língua Guarani, Ita, quer dizer pedra; una, preta e per, caminho. Quando juntamos as três palavras temos, na língua guarani, Itaperuna, que traduzido quer, então, dizer, caminho da pedra preta.

O vocábulo ou topônimo (Nome próprio de lugar, ou de acidentes geográficos) apareceu oficialmente pela primeira vez no Decreto n. 2.810, de 24 de novembro de 1885. Foi criado pelo Dr. Francisco Portela, médico da prefeitura de Campos e depois presidente da Estrada de Ferro do Carangola.

Caçador nas horas de folga, o Dr. Francisco encontrou nas matas da região onde está hoje a cidade de Itaperuna, uma grande pedra na parte ocidental da freguesia de Santo Antônio do Carangola. A parte alta da pedra lembra o dorso de um elefante. O médico lhe deu o nome, então, de “Pedra do Elefante” e ao local onde ela se localiza, “caminho da pedra preta” – Itaperuna.

O fato está registrado no livro Terra da Promissão, do Major Porphirio Henriques.

A história política de Itaperuna dá notícias de ter sido, a Câmara Municipal da Cidade, a primeira realmente republicana do Brasil, depois do período monárquico. Mas, o lado interessante e mais curioso da história política da cidade fica com as bandas de música, que existiram no século XIX, no tempo do governo do Marechal Floriano Peixoto. A União Itaperunense representava os governos do estado e federal; a Firme União a oposição.

Projeto Cultura e Comunidade – Nilópolis.

Sergio Sessim cumpre o prometido e realiza projetos culturais em Nilópolis.
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Quando, em março de 2008, iniciamos a elaboração da proposta de governo, que o meu filho, Sérgio Sessim, levaria para as ruas de Nilópolis na campanha pela Prefeitura, ele insistiu muito que se colocasse como prioridade, ao lado do atendimento médico e da educação, o incentivo aos projetos culturais que nascem todos os dias em Nilópolis.

Serginho, sempre categórico: “Nilópolis, em razão da existência da Beija-Flor, não pode abrir mão de ser a Capital Cultural da Baixada Fluminense.

Assim foi feito e construímos, no programa de governo, um capítulo inteiro dedicado à promoção da cultura. Eleito, Serginho convocou Augusto Varas para dar cumprimento à proposta. E, assim tem sido, desde a posse. Quase todos os dias, em Nilópolis, temos eventos culturais.

A partir deste domingo (25/07), acontecerá o projeto “Cultura e Comunidade”, que a cada 15 dias, aos domingos, reunirá num palco itinerante, os diversos segmentos da cultura local: música, teatro, fotografia, dança. Augusto Varas, numa das entrevistas que concedeu ao sitedabaixada (http://noticias.sitedabaixada.com.br) avisa: “Além de ser um projeto popular, voltado para democratizar o acesso da população aos bens e serviços culturais produzidos com qualidade estética e artística, o projeto Cultura e Comunidade contribui para elevar o sentimento de auto-estima da população”.

O projeto estará presente em todos os bairros de Nilópolis, o primeiro deles, Paiol, com apresentação de sete espetáculos e uma exposição das imagens antigas da cidade. E, na semana que antecede a realização do projeto, uma equipe de produtores patrocinada pela Prefeitura, visitará o bairro-sede para, numa reunião com as lideranças locais, organizar a participação popular, com atenção especial com as crianças e adolescentes.

O Grupo Raízes que Tocam, a banda Mimeses, a academia Valéria Brit, o coral da ONG Arte da Colina do Paiol, Nó Cego e Viola de Cocho, abrirão o projeto neste domingo.

Fecombustíveis – Fator de sucesso

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes completou 50 anos com uma história de sucesso que Morgana Campos, editora da Revista Combustíveis & Conveniência, sintetiza numa frase: “Completar meio século de existência já é uma tarefa difícil para qualquer instituição, imagine então cumprir essa missão no Brasil e chegar aos 50 anos, mais forte e atuante”.
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Sabendo-se que a estabilidade política e econômica e a solidez da moeda nacional são fatores de vida recente, quem no ambiente da economia brasileira, sobreviveu à epopéia dos planos econômicos e dos malabarismos políticos dos tempos piores, comprovou competência, determinação e, sobretudo, capacidade de sobrevivência e responsabilidade com os bons propósitos.

É o caso da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes, Fecombustíveis, que, no dia 20 de julho, em meio ao recesso parlamentar, comemorou 50 anos de existência.

Fundada em 1960 em conjunto com o Sindicato do Município do Rio de Janeiro por Benedito Alberto Cavalcanti Brotherhood, a Fecombustíveis surgiu com o nome de Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais e Garagens, numa pequena sala localizada num dos edifícios da Rua 13 de maio, no Centro do Rio de Janeiro, para ter uma trajetória de absoluto sucesso.

Hoje, a Federação reúne a Fergás e 34 sindicatos patronais na representação de 38 mil postos de serviços e 36 mil revendedores de GLP espalhados por todo o Brasil, conjunto que responde por um faturamento anual de mais de R$ 200 bilhões, valor equivalente a 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro. Só de impostos, o segmento recolhe aos cofres públicos algo em torno de R$ 58 bilhões e patrocina 330 mil empregos diretos e indiretos.

“Completar meio século de existência já é uma tarefa difícil para qualquer instituição, imagine então cumprir essa missão no Brasil e chegar aos 50 anos, mais forte e atuante”. A frase é de Morgana Campos, uma das editoras da revista Combustíveis & Conveniência e está presente na edição do informativo que sintetiza o relatório de atividades do Jubileu de Ouro.

Ora, se o sucesso crescente da Fecombustíveis é fato comprovado, é de se imaginar que ele tenha motivos concretos, bases históricas e reais. Ele, claramente não é produto de uma mágica ou de um estalar de dedos. É, com certeza, fruto de muito trabalho, empenho e, principalmente, da capacidade de liderança de seus gestores. Neste quadro, destaco o empresário Gil Siuffo.

Por mais que eu seja seu amigo, não consigo pecar pelo exagero. Ele é um dos melhores líderes empresariais com sensibilidade política e espírito democrático que temos no Brasil. Na qualidade de Presidente da Fecombustíveis, Siuffo liderou o segmento e gerenciou a organização durante 23 anos, no curso do período mais crítico das transformações econômicas e políticas pelas quais passou o Brasil nos últimos 50 anos.

Em maio, Gil Siuffo foi substituído na Presidência da Fecombustíveis pelo empresário, advogado pós-graduado em Direito Comercial, mineiro de Caratinga, Dr. Paulo Miranda Soares, que tem qualidades profissionais por demais testadas no setor privado e capacidade de liderança reconhecida pelo trabalho que realiza em conjunto com o Gil Siuffo há bastante tempo.

Quero, portanto, de público, cumprimentar a equipe da Fecombustíveis pelo Jubileu de Ouro e, de modo especial, o meu amigo Gil Siuffo e o Dr. Paulo Miranda Soares, pela qualidade dos seus desempenhos.

Valeu à pena

Hoje, iniciei o dia com uma excelente notícia: O Instituto Federal de Tecnologia de Nilópolis está entre as 20 melhores escolas do estado avaliadas pelo ENEM. É mais um motivo para dizer que a vida pública vale à pena.
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O Instituto nasceu no tempo do Presidente Itamar Franco, por conta de um pedido que eu fazia ao governo federal há muito tempo, pois nunca duvidei da necessidade de se oferecer aos jovens residentes na Baixada Fluminense acesso a um curso profissionalizante de bom nível, estímulo para a conquista de bons empregos e melhores salários.

Criada como Escola Técnica, o Instituto passou, ao longo dos anos, por um processo de transformação que acreditei essencial para oferecer aos jovens um ensino profissional em grau universitário.

Hoje confirmo que valeu a pena caminhar léguas nos corredores dos diversos órgãos federais e discursar, debater, criar enfim, os instrumentos de convencimento para estabelecer em Nilópolis, uma Escola Técnica. Uma vez criada, os seus professores e alunos fizeram a sua parte e temos, agora, a alegria de vê-la entre as 20 melhores escolas do estado e entre as melhores do Brasil.

É, sim, possível

Com 32 anos de mandato e 45 de vida pública, Simão Sessim, diz que vale a pena, quando a alma não é pequena.
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Está dada a largada para a eleição deste ano, quando o povo brasileiro decidirá quem, entre os milhares de candidatos, estará nas Assembléias Legislativas, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, que renovará o mandato de 2/3 dos senadores; nos governos estaduais e na Presidência da República.

Sou candidato à reeleição, no curso do 8º mandato consecutivo de deputado federal. Portanto, estou a 32 anos na Câmara dos Deputados a prestar alguns serviços à população do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio dos meus eleitores.

Só tenho a agradecer aos eleitores, mas, sobretudo e antes de tudo, a Deus, que me tem dado saúde, forças e sabedoria, para conduzir o meu trabalho.

Entre as prerrogativas que tem um deputado federal, está o trabalho de emendar o Orçamento da União, para destinar recursos públicos que financiam os mais diversos projetos.  Deus me tem ajudado a utilizar bem estes recursos e hoje há em quase todos os cantos do Estado do Rio de Janeiro, obras financiadas com o dinheiro das emendas apresentadas por mim aos Orçamentos da União. São escolas, viadutos, estradas vicinais, hospitais, postos de saúde, quadras poli-esportivas, equipamentos os mais diversos para o ensino, lazer, qualidade de vida, enfim.

A elaboração de projetos de lei e a utilização da Tribuna da Câmara dos Deputados são outras prerrogativas do mandato. Eu as tenho oferecido aos meus eleitores, com medidas de apoio ao trabalhador, aos jovens, aos aposentados, às crianças, aos adolescentes, aos empresários sérios que geram empregos e salários dignos. Os meus pronunciamentos são meios de denúncia, de incentivo, de gratidão e sugestões.

Ao longo desta trajetória de 45 anos de serviço público, com 32 anos de exercício ininterrupto de oito mandatos de deputado federal, não tive dúvidas de que é, sim, possível exercer a vida pública sem conciliar com os vícios, sem perder a virtude, sem sujar as mãos. É só exercê-la na linha exclusiva do interesse público, do atendimento das expectativas da população, afinal, a sociedade brasileira é composta, em sua maioria, por gente série, comprometida com o trabalho digno e com a honestidade.