Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

Vinte anos de respeito à criança e ao adolescente

O lado mais gratificante da vida pública é o reconhecimento pela sociedade dos esforços que realizamos, permanentemente, para atender aos seus anseios e expectativas. Esse tem sido o nosso trabalho aqui no Congresso Nacional, a despeito das muitas críticas, algumas justas e outras injustas, que vez por outra se levantam.

Eu agradeço a Deus pela oportunidade que Ele me tem dado de participar, ao longo dos oito mandatos que a população do meu estado me conferiu, ora como expectador privilegiado, ora como protagonista, da formulação de decisões de relevo para a sociedade brasileira.

Uma delas aconteceu em julho de 1990, dois anos após outro fato de absoluto relevo, a promulgação da Constituição Federal. Nascia o Estatuto da Criança e do Adolescente, evento que a Câmara dos Deputados relembra, comemora e debate, com a realização do seminário “Os 20 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente e as Políticas Públicas: Conquistas e desafios”.

Agop Kayayan, representante da UNICEF no Brasil, num texto publicado recentemente no site da Organização comenta as qualidades do Estatuto, que nós, parlamentares, em 1990, transformamos na lei 8.069. Peço licença para transcrever:

“No que diz respeito à promoção e defesa dos Direitos da Criança, o Brasil foi o primeiro país da América Latina – e um dos primeiros do mundo – a “acertar o passo” da sua legislação com o que há de melhor na normativa internacional.

De fato, o artigo 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) superam de vez o desgastado modelo da doutrina da situação irregular substituindo-o pelo enfoque de proteção integral, concepção sustentadora da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, aprovada pela Assembléia Geral da ONU em 20 de novembro de 1989.

O mais notável nesse processo de mudança foi que ele não resultou como é frequente acontecer nesses casos, do trabalho isolado de um seleto grupo de especialistas. Ao contrário, tanto o dispositivo constitucional como a lei que o regulamenta foram produzidos no seio de um extraordinário processo de mobilização ética, social e política, que envolveu representantes do mundo jurídico, das políticas públicas e do movimento social.

A implementação de um novo ordenado jurídico – nunca é demais repetir – longe de ser uma corrida de cem metros rasos, assemelha-se muito mais a uma maratona, isto é, trata-se de um processo lento, laborioso e difícil.

Tirar o Estatuto do papel é uma operação que, além de implicar mudanças no panorama legal dos Estados e Municípios, requer também corajoso e amplo reordenamento institucional dos organismos que atuam na área. Este processo necessita, também, de um esforço concentrado e continuado de capacitação de todo o pessoal dirigente, técnico e auxiliar envolvido diretamente no atendimento à população infanto-juvenil, a fim de implantar práticas novas.

Não há como negar que já se fez muita coisa. O Conselho Nacional e quase todos os Estaduais já estão funcionando.

Cerca de dois mil municípios implantaram ou já iniciaram a implantação de seus Conselhos de Direitos. Este é um processo inédito de mobilização em favor da criança. Nunca uma lei organizou tantas pessoas, em tantos lugares diferentes, em defesa de uma mesma causa.

Os avanços, porém, não se resumem ao plano da mobilização.

A mortalidade infantil vem sendo enfrentada com seriedade e competência em vários estados do Brasil. Na educação, há estados e municípios traduzindo, em termos práticos, o direito à educação como ingresso, regresso, sucesso e permanência de todas as crianças na escola. No campo da proteção, a criatividade institucional e comunitária de estados, municípios e ONGs têm gerado um expressivo elenco de programas voltados para a idéia de “educação o dia inteiro, sem que isso signifique escola o dia inteiro”.

Finalmente, no que diz respeito ao judiciário, hoje já podemos apontar juízes, promotores e advogados capazes de enfrentar o problema da delinqüência juvenil com severidade e justiça sem, no entanto, abrir mão das garantias próprias do estado democrático de direito.

Contudo, ainda resta muito por fazer. Principalmente no campo das políticas sociais básicas: educação, saúde e profissionalização. As culturas política, administrativa e técnica do passado continuam barrando os avanços dos Conselhos. A burocracia, o corporativismo, o clientelismo e o fisiologismo seguem obstaculizando os anseios de participação e de transparência que o novo direito da infância e da juventude pressupõe e requer.

Em meio a tantos obstáculos, entretanto, surgem, aqui e ali, sinais que nos autorizam a olhar com esperança para o futuro. A mobilização social em favor da criança, a cada dia se aprofunda e amplia em todo o país. O Pacto pela Infância, por sua vez, é a demonstração cabal da capacidade da criança de servir de base para a edificação de consensos em uma sociedade democrática. As forças nele aglutinadas colocaram, de fato, os direitos da população infanto-juvenil acima de qualquer outro bem ou interesse, pondo de lado as divergências e antagonismos que os separam em outros planos da vida nacional.

É inevitável, porém, que algumas vozes se ergam pregando o retrocesso. São pessoas e grupos que ainda não acreditam que o Brasil seja capaz de conviver com os avanços mais recentes no campo dos direitos da criança. Advogam, por isso mesmo, o retorno ao panorama legal anterior à redemocratização.

Para esses segmentos, o mais importante é lembrar que, se é verdade que existe no Brasil hoje uma enorme distância entre a lei e a realidade, o melhor caminho para diminuir esse hiato entre o país-legal e o país-real não é piorar a lei, mas melhorar a realidade, para que ela se aproxime cada vez mais do que dispõe a legislação.

As dificuldades de uma conjuntura adversa não podem justificar um retrocesso histórico nas conquistas do estado democrático de direito em favor da infância e da juventude. A hora é de trabalho, luta e esperança. Vamos tirar o Estatuto do papel e trazê-lo para o dia a dia das nossas comunidades. O Brasil é capaz. O Brasil pode”.

Itaguaí 192 anos de emancipação político-administrativa

Manifesto as minhas homenagens à cidade de Itaguaí, que completou na data de ontem, dia 5 de julho, 192 anos de sua emancipação político-administrativa.

Os nossos votos são extensivos ao Prefeito Carlos Busatto Junior, o nosso querido e estimado Charlinho, e o faço com muito carinho, com muita emoção, de coração aberto por tudo o que ele e aquela cidade tão hospitaleira e acolhedora tem representado para mim ao longo de minha vida pública.

Foi uma festa muito bonita, ao estilo country, com rodeios, exposições agropecuárias, atrações musicais, entre outros eventos, que envolveram mais de 100 mil itaguaienses numa reverência à altura da importância da cidade que, já centenária, começa a se consolidar no contexto geopolítico como uma das regiões de grande prosperidade e à caminho de sua redenção como um dos importantes pólos de desenvolvimento sócio-econômico do Estado do Rio de Janeiro.

Só para ilustrarmos, recentemente a LLX, companhia de logística fundada pelo grande empresário Eike Batista, anunciou a assinatura dos contratos para a efetiva construção do Porto Sudeste que será implantado em Itaguaí com capacidade para movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Trata-se de investimentos grandiosos, em torno de R$ 1,8 bilhão, que vão garantir a sua conclusão em 2011 para que o terminal possa começar a operar já a partir de 2012.

Não tenho dúvidas que Itaguaí, se Deus assim permitir, tende a ser num futuro bem próximo, o maior agregador econômico e de empregos da região, com a força do pólo siderúrgico que ali se agiganta com a chegada de grandes investimentos do setor.

Portanto, distante apenas 80 quilômetros do Centro da capital fluminense, Itaguaí é, de fato, uma cidade próspera e deslumbrante; como alguém já disse, um pedaço de terra onde o sol que esquenta ilhas tropicais convive em plena harmonia com a sombra e a água fresca de rios e cachoeiras ao pé de montanhas cheias de possibilidades de aventuras.

Tenho dito, e repito, que em Itaguaí, graças a Deus, encontrei amigos de verdade, como o Charlinho, os vereadores e o seu povo, que jamais tem me faltado com o seu apoio e generosidade ao longo de minha vida pública. Em contrapartida tenho procurado dar, na medida do possível, a minha humilde contribuição àquele povo hospitaleiro, trabalhador, que não para de sonhar com uma vida mais digna, por isso mesmo mais humana, que possa lhe proporcionar conforto, paz, progresso e justiça social.

Agora mesmo, estamos levando para Itaguaí recursos avaliados em R$ 5 milhões, dos Ministérios das Cidades e da Cultura, que serão usados na construção de uma ciclovia e de um centro cultural, este último, destinado a eventos na cidade.

Portanto, ao saudar o povo de Itaguaí, nesta data magna da cidade, o faço através de seu mandatário, o meu querido e amado amigo Charlinho, por tudo que tem representado para o seu povo que, como gratidão, carinho e respeito, também lhe confere altos índices de aprovação popular diante do Governo sério e dinâmico que ele conduz à frente do Poder Executivo.

APAE de Nova Iguaçu fez 20 anos de fundação

A APAE de Nova Iguaçu comemorou no dia 20 de junho mais um aniversário, evento comentado por David Avelar no blog da APAE, http://apaenovaiguacu.blogspot.com, matéria que contou com boas fotos de Sandra Pontes.

David Avelar é natural da Ilha dos Açores e vive no Brasil há 45 anos. No blog, ele resume numa frase o seu amor pelo Brasil e por sua pátria: “Quando perguntam por que escolhi o Brasil para viver, respondo com uma frase de Federico Orfei. – “o Brasil é a nossa amante querida, mas os Açores (Portugal), uma mãe inesquecível”.

David Avelar informou: “A festa de aniversário da APAE – Nova Iguaçu, foi realizada dia 20 de junho, com a presença de mais de 300 pessoas, entre alunos, pais, funcionários, professores e muitos convidados. A instituição, fundada em Nova Iguaçu a 19 de junho de 1990, está completando 20 anos, resultado da luta e perseverança de muitos iguaçuanos, alguns presentes ao evento, no ginásio multiuso, na sede, à Rua dos Antúrios 34, Jardim Margarida”.

Em seguida, David lista as autoridades presentes. Entre elas, Wanderley Sabino da Silva, presidente da APAE-NI; Almerinda Filgueiras de Carvalho, Secretaria Municipal de Promoção Social, de São João de Meriti; Dom Luciano Bergamini, bispo diocesano de Nova Iguaçu; Padre Agnaldo Rossi; o coordenador o Departamento de Responsabilidade Social das Indústrias Granfino, a representante da Coordenadora da Comissão Organizadora da Semana Nacional das APAES; Walcir de Almeida, empresário, presidente do Jornal de Hoje; Sandra Maria da Silva Costa Azevedo, Secretária de Esportes de Nova Iguaçu; Sandra Maria Rodrigues Gusmão, representando a Prefeita de Nova Iguaçu e madrinha da APAE-NI, Sheila Gama; Otávio Leite, deputado federal, Jorge Marotte Corrêa e Maria Nicolasina Wienen Guimarães, vereadores de Nova Iguaçu; Gabriel Barbosa, radialista que comanda o programa “Perfil da Baixada”, da rádio Tropical e exerce a função de Assessor de Comunicação Social da Prefeitura de Nova Iguaçu; Rute Arc Ferreira, representando a Coordenadoria de Estado e Educação Metropolitana; Walceir de Almeida, diretor do Jornal de Hoje; Tereza Petsold, bailarina e o Dr. Parente representando o Rotary Club de Nova Iguaçu.

Como parte do evento, Paulo de Tarso e o Padre Arnaldo Rossi, dois fundadores da APAE-NI, “ministraram preces, representando suas religiões e transmitindo uma mensagem de paz e amor a Deus”, diz David.

O Coral da Universidade de Nova Iguaçu esteve presente sob a regência do maestro Fredson Quadros da Silva, assim como os grupos de dança do Colégio Novo Horizonte, o coral das crianças, mães, professores e terapeutas da APAE-NI sob a regência da Secretária de Esportes, Sandra, e o grupo de alunos da professora Vera, que encerraram o encontro com a música que se constituiu em tema das vitórias do campeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Sena.

Foram homenageados amigos ilustres da APAE-NI, cerimônia devidamente comentada pelo presidente Wanderley Sabino, que, além de eterno guerreiro em prol dos excepcionais, conhece como ninguém a história da APAE-NI.

IDEB 2009

O Ministério da Educação publicou os dados para 2009 do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, IDEB, uma elaboração técnica do Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP.

O Índice é calculado com base na taxa de rendimento escolar (aprovação e evasão) e no desempenho dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica e na Prova Brasil. Tanto maior seja a nota da instituição no teste e tanto menos repetências e desistências ela registrar, melhor será o seu desempenho e classificação, numa escala de zero a dez.

O mecanismo denuncia a progressão automática sem bom aproveitamento – uma escola que passe os alunos de uma série para outra sem que eles tenham realmente aprendido as lições.

O Índice também permite o mapeamento detalhado da educação brasileira, uma vez que classifica os dados por escolas, municípios, estados e União, ferramenta essencial na definição dos investimentos e aplicação das políticas públicas voltadas para a educação com qualidade.

A divulgação dos resultados é instrumento útil de seleção das escolas para matrícula dos filhos e para cobrar a responsabilidade dos gestores públicos no oferecimento de ensino de qualidade.

Vamos, então, ao resultado global do Índice – IDEB – de 2009. O Ministério da Educação divulgou a notícia, que reproduzo:

“A qualidade da educação no Brasil avançou mais. O índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) do país cresceu em todas as etapas de ensino entre 2007 e 2009. No ensino fundamental, o indicador superou as metas propostas para o período e alcançou as de 2011.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb subiu para 4,6 em 2009. A nota proposta para o período era 4,2 – índice já registrado na aferição de 2007. Nos anos finais, o indicador foi para 4,0 pontos, superando a meta de 3,7 para o ano. O mesmo ocorreu no ensino médio, que obteve índice de 3,6. O objetivo era registrar pelo menos 3,5 nessa etapa de ensino no período.

Haddad considera normal que a melhora no índice seja proporcionalmente maior nos anos iniciais do ensino fundamental. “Vínhamos de um período de recessão educacional, de queda de proficiência. Quando a educação começa a melhorar, é como uma onda; a arrancada mais forte se dá nos anos iniciais e se propaga, ao longo do tempo, nos finais e no ensino médio.”

“O Brasil está numa trajetória ascendente e consistente pelo quarto ano consecutivo. Ainda estamos distantes da meta de 2021, mas com a esperança renovada de que será alcançada”, afirmou Haddad.

Os dados divulgados nesta quarta-feira mostram que o desempenho dos estudantes nas avaliações foi o que mais pesou na composição do Ideb de 2009. Nos anos iniciais, por exemplo, foi responsável por 71% da composição da nota. Já no ensino médio, embora o desempenho tenha sido responsável pela maior parte da nota, a taxa de rendimento subiu em relação a 2007; teve 42% de importância no índice, comparado aos 29% da medição anterior.”

“Declaração do Empresariado para um Brasil Melhor”

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 29/06/2010)

A Associação Comercial do Rio de Janeiro tem 201 anos de existência e, em razão disso e do cuidado daqueles que foram seus dirigentes ao longo da história, acumula informações e experiências quase singulares sobre a vida econômica e política da Cidade do Rio de Janeiro.

Como a Cidade foi Capital da República até 1960, a Instituição tem um histórico de mais de 151 anos de intimidade com os assuntos econômicos, políticos e sociais de âmbito nacional. Só o Banco do Brasil teria um relacionamento mais longo com o setor produtivo brasileiro, se não ficasse inativo entre 1829 e 1851.

Some-se a este fenômeno a presença no corpo de diretores da Associação, ao longo da história do Brasil e da economia carioca, das mais expressivas personalidades políticas e econômicas brasileiras, entre elas, o engenheiro Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, seu terceiro presidente, e teremos um colegiado – a Casa de Mauá – com elevado nível de autoridade moral e competência para pensar o Brasil e propor com seriedade, medidas que respondam às expectativas da sociedade brasileira.

É, em resumo, o que disse o Dr. Humberto Motta, Presidente do Conselho Superior da Associação, no discurso com o qual empossou o Doutor José Luiz Alquéres na Presidência da Organização: “A ACRJ, desde sua origem, atua como berço de idéias renovadoras para o Brasil. Da independência à proclamação da República, da abolição da escravatura à Consolidação das Leis do Trabalho. Sempre pioneira na liderança do processo de modernização do País”.

O documento, “Declaração do Empresariado para um Brasil Melhor”, elaborado recentemente a partir dos debates promovidos nos Conselhos Empresariais da Associação Comercial do Rio de Janeiro e dos subsídios que ela recebeu de outras organizações sérias da sociedade civil, é mais um conjunto – o mais novo – de “idéias renovadoras para o Brasil”.

Tenaz, consistente, o documento organiza e sintetiza as prioridades que os “cidadãos, agentes de mercado, membros da sociedade civil e empresários apontam ao governo, divididas em sete categorias: Gestão Administrativa, Política Nacional, Política Internacional, Política Econômica, Política Social, Infraestrutura Sustentável e Política Regional”, página 05 da Declaração.

Depois de ler atentamente o trabalho, que está construído com base nos conceitos de liberdade, solidariedade, justiça, sustentabilidade, felicidade e ética, página 04 da Declaração, e de analisar cada um dos seus pontos à luz do momento especial que estamos vivendo de recuperação da imagem do Brasil e, em especial, do Estado do Rio de Janeiro, entendi que ele deveria compor os Anais da Câmara dos Deputados.

Esta Casa, assim como a Casa de Mauá, precisa manter em seus arquivos os registros históricos de maior significado para a população brasileira e, no caso presente, com a responsabilidade adicional de assegurar que as propostas oferecidas pela Associação Comercial do Rio de Janeiro, de fato, germinem – não caiam no esquecimento.

Mais a mais, a Declaração do Empresariado, independente do seu acolhimento pelos candidatos, contém sugestões úteis para o momento novo que vive o País. A proposta traz a assinatura do grupo dirigente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, para o biênio 2009/2011, liderado pelo Presidente José Luiz Alquéres, engenheiro que pelos inúmeros serviços de qualidade prestados ao Brasil e pelo currículo que construiu ao longo de sua vida profissional dispensa maiores apresentações.

Com a experiência de lidar com setor produtivo nacional há muito tempo, José Luiz Alquéres inseriu na abertura do documento, um sinal de alerta para os destinatários: “O Empresário é o grande agente acelerador do progresso econômico e social, gerando emprego, pagando impostos dos mais elevados no mundo e mantendo o país funcionando – com ou sem crise – porque sua atividade se mescla com o dia-a-dia de toda a população.

E, há que se destacar também, com mérito para todos os demais membros dos diversos núcleos de gestão e Conselhos Empresariais da Associação Comercial e num tempo de possibilidade real de se ter uma mulher na Presidência do Brasil, a presença no colegiado da organização das senhoras Clara Steinberg, Maria Silvia Bastos Marques, Rosiska Darcy de Oliveira, Vanessa Rouvier e Marta Arakaki.

Tenho certeza, que, servindo de base para o trabalho do próximo ou da próxima Presidente da República, a Declaração do Empresariado para um Brasil Melhor abrirá novas janelas de oportunidades para o Brasil a partir da ação progressiva e contínua das medidas eficazes de gestão econômica e social aplicadas pelo Presidente Lula.

Mas, eu não poderia encerrar um pronunciamento que tem como ânimo a atuação brilhante da Associação Comercial do Rio de Janeiro sem render uma homenagem especial e, infelizmente, póstuma, a um dos seus ex-presidentes, o empresário carioca, Arthur Sendas. Uma figura humana de especial relevo, que sempre acalantou o sonho de conhecer um Brasil e um Rio de Janeiro com as qualidades que se avizinham.

CSA amplia oportunidades na Zona Oeste do Rio de Janeiro

O SR. SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronuncia o seguinte discurso.) –

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a sexta-feira que passou, dia 18 de junho de 2010, ficou gravada na memória do povo fluminense como mais um marco do processo ininterrupto de desenvolvimento socioeconômico que vem se sucedendo no Estado do Rio de Janeiro, desde que o Governo do Presidente Lula se instalou neste País, a partir de 2003.

Afinal, Sr. Presidente, a cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente a zona oeste da capital fluminense, ganhou naquele dia a mais nova e uma das mais modernas companhias siderúrgicas do mundo, a Siderúrgica do Atlântico, ou a CSA, que entrou em operação no Distrito Industrial de Santa Cruz, impulsionada que foi pelas mãos do metalúrgico Luiz Inácio da Silva, grande propulsor desta engrenagem de desenvolvimento nacional.

Fruto do maior investimento privado em execução no Brasil, orçado em 5 bilhões de euros, a Companhia Siderúrgica CSA, empresa do grupo alemão ThyssenKrupp, agora também comandada pela brasileiríssima Vale, está chegando para fomentar o crescimento da produção siderúrgica em nosso País, de forma a gerar riqueza e desenvolvimento sustentável.

Como bem frisou o Governador Sérgio Cabral, a inauguração da CSA representa um momento histórico para a indústria brasileira, para a indústria internacional e, sobretudo, para o Rio de Janeiro, que está recebendo de braços abertos este magnífico empreendimento.

Somente para termos uma ligeira idéia da importância deste empreendimento, Sr. Presidente, nada menos que 3.500 empregos diretos e outros 14 mil indiretos estão sendo criados com a chegada da CSA ao nosso País, e culminarão com a produção, por ano, de 5 milhões de toneladas de placas de aço.

O empreendimento gigantesco, Sr. Presidente, erguido com o suor da força da mão de obra de cerca de 30 mil trabalhadores, já está atraindo novas empresas que se instalaram na cidade para atender à demanda gerada pela CSA.

É exatamente por isso, Sr. Presidente, que eu estou concentrando todas as minhas forças junto aos Governos do Estado e da União para levar uma escola técnica, seja ela estadual, seja federal, mas de qualidade, para a população daquela região.
Até porque, ali, além da CSA, também empresas do porte de uma Gerdau e de uma Votorantim estão aplicando algo em torno de 14 bilhões de reais, o correspondente a 60% do total a ser investido na indústria de transformação, o que vai colocar o Rio de Janeiro como o principal polo siderúrgico do País e da América Latina.

Portanto, Sr. Presidente e nobres Deputados, deixo registrada nesta tribuna não apenas a minha satisfação, como também a esperança de ver este País, sobretudo o Estado do Rio de Janeiro, crescendo e se desenvolvendo cada vez mais, de modo a poder proporcionar melhor qualidade de vida para a nossa população, que precisa sonhar e acreditar que este País pode, sim, ser uma grande Nação e motivo de orgulho de todos os brasileiros.

Preciosidades da Baixada Fluminense

O ARTSUL Futebol Clube fundado e localizado em Austin, Nova Iguaçu, um dos motivos de orgulho da Baixada Fluminense, comemorou nove anos no sábado.

No sábado, 19 de junho, o ARTSUL Futebol Clube completou nove anos de fundação. Criado pelo empresário da construção civil, Nivaldo Pereira, para ajudar as crianças e jovens da baixada fluminense, que tenham talento para o esporte, o ARTSUL, logo no primeiro ano de vida foi vice-campeão da Terceira Divisão de Profissionais. Em 2006, convidado para jogar na Segunda Divisão, o clube conquistou o quarto lugar, situação que o promoveu à Primeira Divisão.

Depois, em 2006, campeão carioca de infantis; de juniores em 2007 e vice-campeão de juniores de 2009, “O Tricolor da Dutra” tem um dos maiores e mais completos centros de treinamento do Brasil numa área de aproximadamente 90.000 metros quadrados, onde mantém um campo oficial para disputa das competições; dois campos para treinamento físico; uma quadra de areia; quatro vestiários; um departamento médico e de fisioterapia; rouparia; lavanderia, alojamentos e um grande refeitório.

Cristiano Pereira e Ângelo Medina formam, com Nivaldo, o trio de profissionais competentes, responsável pela formação de Giovane Maranhão, Carlos Thiago e Ramon, jogadores do ARTSUL com atuação de destaque no futebol carioca, representando, por empréstimo, o Vasco da Gama, o Botafogo e o Fluminense.

Teresópolis dos Festivais

Teresópolis busca, com a realização de eventos musicais, recuperar o título de “Cidade dos Festivais”.

Conheci Teresópolis mais de perto nos bons tempos dos três governos do meu amigo Mário Tricano. Com governos eficientes, ele devolveu à Teresópolis os bons momentos de seu tempo passado, quando a cidade foi pólo turístico de significativa importância e centro de realização de grandes eventos.

Mesmo sem Mário na prefeitura, Teresópolis, conhecida no passado como a Cidade dos Festivais, tem realizado ao longo do ano, eventos musicais que com inteligência e organização, exploram ao mesmo tempo o potencial turístico da cidade e distribuem informações culturais para a população. Na pauta, Jazz, Bossa Nova, Balé, Piano, Música Clássica e, no último final de semana, muito Forró.

A “Forrosópolis” movimentou a cidade, que teve noites com clima mais ameno, sem muito frio. O blog http://badarts.blogspot.com , é um belo trabalho de informação de uma equipe da cidade e comentou a festa:

“A primeira noite teve um gostinho especial”, diz o blog, com a apresentação de Timbira, velho conhecido da cidade e Patrícia, que somou violão e voz para formar um conjunto de muita qualidade musical.

Badarts criticou as danças de festejos juninos, que “deixaram a desejar ao apresentar um figurino incompleto e passos confusos”. Nada demais. Com certeza, as próximas apresentações resolverão, com a ajuda da experiência, os poucos problemas que apareceram.

Uma turma de Macaé, “Raiz de Sana” fechou a primeira noite.

A segunda noite, de clima mais frio, mas de calor mais ardente, pela presença maciça da população e de um grande público de visitantes, recebeu Borginho & Banda, com clássicos do ritmo nordestino.

Em seguida, o Falamansa, grupo de São Paulo, apresentou clássicos de Luiz Gonzaga e de Dominguinhos, além de canções – boas canções – compostas pelo próprio grupo, como Rindo à-toa, Deixa Entrar, Colo de Menina, Oh Chuva, Asas e Um dia Perfeito.

A apresentação final do grupo foi acompanhada pela dança de cinco casais retirados do meio da multidão. Tato, um dos vocalistas, terminou o show com apelos pela conservação do Rio Paquequer.

Visita às cidades do interior

Editor: Jackson Vasconcelos

O deputado Simão Sessim esteve, na sexta-feira, nas cidades de Guapimirim, Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo e Bom Jardim


Na sexta-feira, antes das sete da manhã, o deputado Simão Sessim deixou Nilópolis, para encontros políticos no interior do estado. O café da manhã aconteceu no posto de gasolina, na entrada de Parada Modelo, em Guapimirim. O deputado conversou com alguns eleitores, cumprimentou os funcionários do bar e do posto e seguiu viagem.  Cachoeiras de Macacu seria a parada seguinte.
No caminho, o deputado comentou a semana em Brasília e as discussões no partido sobre a coligação com o PMDB e o seu encontro com o Presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Picciani: “Uma conversa produtiva”, disse o deputado. “Jorge Picciani está pronto para a campanha, com excelente nível de organização e profissionalismo”, reafirmou. Falamos sobre o pré-sal e novas regras de inelegibilidade: a lei da ficha limpa. O deputado criticou duramente a decisão do Senado que prejudicou o Rio e elogiou as medidas de moralização do processo eleitoral.

Chegamos a Cachoeiras de Macacu por volta das nove e meia. O deputado, no pátio da prefeitura, cumprimentou a população, recebido pelo vice-prefeito, Marquinhos, pelo vereador Tadeu e por um grupo de ex-vereadores e lideranças políticas locais. Seguimos para o gabinete do Prefeito Rafael Muzzi. Lá, com a imprensa presente, o deputado Simão Sessim fez elogios a nova sede da prefeitura, “acessível para deficiências e moderna” e falou sobre o desenvolvimento regional: “o desenvolvimento do interior do estado perdeu qualidade econômica depois do governo Faria Lima. Adormeceu durante muito tempo, até a chegada do Sérgio Cabral Filho, que com o trabalho competente do Secretário de Fazenda, Joaquim Levy, conseguiu reorganizar as ações do governo do estado sobre o interior”.

Ainda na prefeitura, o deputado Simão Sessim recebeu as homenagens da população e dos funcionários municipais, num encontro no auditório da prefeitura. O Prefeito agradeceu ao deputado Simão Sessim pelas atenções dele com o município e pelo apoio aos seus projetos. Em seguida, falaram o vice-prefeito, o vereador Tadeu e outras autoridades. Simão Sessim fez um discurso emocionado com agradecimentos ao Senador Francisco Dornelles, “responsável por minha presença aqui” e falou um pouco sobre a sua vida política.

Deixamos a cidade ao meio-dia, em direção a Nova Friburgo. Lá, Simão Sessim foi recebido pelo vice-prefeito e pelo vereador Marcos Medeiros e por um grupo de proprietários de farmácias. Simão Sessim ouviu as reivindicações do grupo e atendeu outras pessoas. Sem almoço, deixamos Nova Friburgo às 14 horas, para uma visita rápida ao Presidente da Câmara Municipal de Bom Jardim. Lá, Simão Sessim foi recebido por um grupo de vereadores, pela imprensa local e por muita gente do povo. Simão Sessim falou sobre o desenvolvimento do interior do estado e ouviu as ponderações e reivindicações da população. Às 16 horas, retornamos ao Rio, com uma nova parada em Nova Friburgo, às 18, para descanso e almoço com o grupo político do vereador Marcos Medeiros.

Uma boa notícia para a cultura

Nova Friburgo recebe os organizadores do Plano Estadual de Cultura.

A Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro com a colaboração da opinião pública, elabora o Plano Estadual de Cultura e, como parte do trabalho, tem reunido artistas, produtores, agentes culturais, representantes de diversas organizações da sociedade civil e gestores públicos municipais de todas as regiões do estado. A região serrana está sendo atendida hoje, quinta-feira, 17 de junho, na cidade de Nova Friburgo. Já foram ouvidos os municípios das regiões da Costa Verde, do Médio Paraíba, das Baixadas Litorâneas, do Centro-Sul e Metropolitana.

A composição do Plano Estadual de Cultura tem como principal objetivo definir as políticas públicas de longo prazo para o Estado do Rio de Janeiro. Como primeiro desdobramento, a Secretaria de Estado criou o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Cultural (Padec), que beneficiará todos os municípios do estado (exceto a capital) ainda este ano, com o repasse de R$ 15 milhões para projetos estruturantes na área da cultura.

Nas próximas etapas de elaboração, o Plano Estadual de Cultura, criação inédita no estado, fará do diagnóstico surgido dos encontros, peça fundamental para a elaboração de programas e ações que objetivam a melhoria efetiva do cenário da cultura fluminense e definem os investimentos do governo do estado e as parcerias com o setor privado.Nova Friburgo recebe os organizadores do Plano Estadual de Cultura.