Eleito Deputado Federal 10 vezes seguidas!

Quarenta anos de vida pública dedicada ao serviço público pela cidade de Nilópolis,
pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Brasil!

Excelente iniciativa do Presidente Eduardo Eugênio

A Firjan realizará em Nova Iguaçu o 1º Seminário de Calçadas Acessíveis da Baixada Fluminense.
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Recebi a notícia numa das visitas que fiz ao site http://noticias.sitedabaixada.com.br/

Presidida pelo empresário Eduardo Eugênio, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN – além de desenvolver e coordenar estudos, pesquisas e projetos que orientam as ações do setor industrial do estado, estimula o exercício da cidadania plena. Nesta linha, uma de suas representações regionais para a Baixada Fluminense (são duas, uma com sede em Duque de Caxias e outra em Nova Iguaçu), organizou para o dia 11 de agosto, o 1º Seminário de Calçadas Acessíveis da Baixada Fluminense.

O evento tem como objetivo encontrar soluções para os problemas de acessibilidade nos passeios públicos e garantir condições ideais de acesso e locomoção para todas as pessoas, principalmente, aquelas que têm deficiência física.

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) participa da organização e patrocínio do evento, que conta também com o apoio do Ministério das Cidades e garantia de recursos do governo federal para as obras de adaptação, atitude que é fruto da sensibilidade social que tem o Presidente Lula.

O Seminário apresentará um ciclo de palestras e debates. Daizê Pinho Vechi, Secretária do Ministério das Cidades, abrirá o encontro abordando a questão dos “Recursos para Projetos e Obras Acessíveis”.

Em seguida, falará a Dra. Rosana Rodrigues de Alves Pereira, Promotora Titular do Núcleo de Nova Iguaçu da Promotoria de Justiça de Proteção ao Idoso e a Pessoa Portadora de Deficiência. O tema será “Ações do Ministério Público no Estado do Rio de Janeiro par ao cumprimento do Estatuto das Cidades”.

Depois, a arquiteta Regina Cohen tratará o tema “Mobilidade Urbana em Calçadas Acessíveis” e o Dr. Philip Gold, as condições de circulação a pé nas cidades brasileiras.

O Prefeito de Mesquita, Arthur Messias apresentará a obra do paço municipal, um dos exemplos que a Baixada Fluminense tem de projetos acessíveis e, em seguida haverá a palestra da representante da FIRJAN, Dra. Andrea Marinho, com o tema “Soluções para capacitação de Mão de Obra”.

Um debate encerrará o encontro e será coordenado pelo representante do Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – IBDD – uma das mais qualificadas organizações nacionais de trabalho com deficientes.

Mais um gol de placa da FIRJAN!

Itaperuna

Estive na cidade de Itaperuna com o ex-prefeito Péricles Olivier de Paula. Um excelente encontro, construído pelo Senador Francisco Dornelles, de quem o Péricles é primeiro suplente. Estou certo de que terei um bom número de votos dos eleitores de Itaperuna, por conta da liderança que exercem o Péricles e o Dornelles na Cidade.
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Na língua Guarani, Ita, quer dizer pedra; una, preta e per, caminho. Quando juntamos as três palavras temos, na língua guarani, Itaperuna, que traduzido quer, então, dizer, caminho da pedra preta.

O vocábulo ou topônimo (Nome próprio de lugar, ou de acidentes geográficos) apareceu oficialmente pela primeira vez no Decreto n. 2.810, de 24 de novembro de 1885. Foi criado pelo Dr. Francisco Portela, médico da prefeitura de Campos e depois presidente da Estrada de Ferro do Carangola.

Caçador nas horas de folga, o Dr. Francisco encontrou nas matas da região onde está hoje a cidade de Itaperuna, uma grande pedra na parte ocidental da freguesia de Santo Antônio do Carangola. A parte alta da pedra lembra o dorso de um elefante. O médico lhe deu o nome, então, de “Pedra do Elefante” e ao local onde ela se localiza, “caminho da pedra preta” – Itaperuna.

O fato está registrado no livro Terra da Promissão, do Major Porphirio Henriques.

A história política de Itaperuna dá notícias de ter sido, a Câmara Municipal da Cidade, a primeira realmente republicana do Brasil, depois do período monárquico. Mas, o lado interessante e mais curioso da história política da cidade fica com as bandas de música, que existiram no século XIX, no tempo do governo do Marechal Floriano Peixoto. A União Itaperunense representava os governos do estado e federal; a Firme União a oposição.

Projeto Cultura e Comunidade – Nilópolis.

Sergio Sessim cumpre o prometido e realiza projetos culturais em Nilópolis.
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Quando, em março de 2008, iniciamos a elaboração da proposta de governo, que o meu filho, Sérgio Sessim, levaria para as ruas de Nilópolis na campanha pela Prefeitura, ele insistiu muito que se colocasse como prioridade, ao lado do atendimento médico e da educação, o incentivo aos projetos culturais que nascem todos os dias em Nilópolis.

Serginho, sempre categórico: “Nilópolis, em razão da existência da Beija-Flor, não pode abrir mão de ser a Capital Cultural da Baixada Fluminense.

Assim foi feito e construímos, no programa de governo, um capítulo inteiro dedicado à promoção da cultura. Eleito, Serginho convocou Augusto Varas para dar cumprimento à proposta. E, assim tem sido, desde a posse. Quase todos os dias, em Nilópolis, temos eventos culturais.

A partir deste domingo (25/07), acontecerá o projeto “Cultura e Comunidade”, que a cada 15 dias, aos domingos, reunirá num palco itinerante, os diversos segmentos da cultura local: música, teatro, fotografia, dança. Augusto Varas, numa das entrevistas que concedeu ao sitedabaixada (http://noticias.sitedabaixada.com.br) avisa: “Além de ser um projeto popular, voltado para democratizar o acesso da população aos bens e serviços culturais produzidos com qualidade estética e artística, o projeto Cultura e Comunidade contribui para elevar o sentimento de auto-estima da população”.

O projeto estará presente em todos os bairros de Nilópolis, o primeiro deles, Paiol, com apresentação de sete espetáculos e uma exposição das imagens antigas da cidade. E, na semana que antecede a realização do projeto, uma equipe de produtores patrocinada pela Prefeitura, visitará o bairro-sede para, numa reunião com as lideranças locais, organizar a participação popular, com atenção especial com as crianças e adolescentes.

O Grupo Raízes que Tocam, a banda Mimeses, a academia Valéria Brit, o coral da ONG Arte da Colina do Paiol, Nó Cego e Viola de Cocho, abrirão o projeto neste domingo.

Fecombustíveis – Fator de sucesso

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes completou 50 anos com uma história de sucesso que Morgana Campos, editora da Revista Combustíveis & Conveniência, sintetiza numa frase: “Completar meio século de existência já é uma tarefa difícil para qualquer instituição, imagine então cumprir essa missão no Brasil e chegar aos 50 anos, mais forte e atuante”.
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Sabendo-se que a estabilidade política e econômica e a solidez da moeda nacional são fatores de vida recente, quem no ambiente da economia brasileira, sobreviveu à epopéia dos planos econômicos e dos malabarismos políticos dos tempos piores, comprovou competência, determinação e, sobretudo, capacidade de sobrevivência e responsabilidade com os bons propósitos.

É o caso da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes, Fecombustíveis, que, no dia 20 de julho, em meio ao recesso parlamentar, comemorou 50 anos de existência.

Fundada em 1960 em conjunto com o Sindicato do Município do Rio de Janeiro por Benedito Alberto Cavalcanti Brotherhood, a Fecombustíveis surgiu com o nome de Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais e Garagens, numa pequena sala localizada num dos edifícios da Rua 13 de maio, no Centro do Rio de Janeiro, para ter uma trajetória de absoluto sucesso.

Hoje, a Federação reúne a Fergás e 34 sindicatos patronais na representação de 38 mil postos de serviços e 36 mil revendedores de GLP espalhados por todo o Brasil, conjunto que responde por um faturamento anual de mais de R$ 200 bilhões, valor equivalente a 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro. Só de impostos, o segmento recolhe aos cofres públicos algo em torno de R$ 58 bilhões e patrocina 330 mil empregos diretos e indiretos.

“Completar meio século de existência já é uma tarefa difícil para qualquer instituição, imagine então cumprir essa missão no Brasil e chegar aos 50 anos, mais forte e atuante”. A frase é de Morgana Campos, uma das editoras da revista Combustíveis & Conveniência e está presente na edição do informativo que sintetiza o relatório de atividades do Jubileu de Ouro.

Ora, se o sucesso crescente da Fecombustíveis é fato comprovado, é de se imaginar que ele tenha motivos concretos, bases históricas e reais. Ele, claramente não é produto de uma mágica ou de um estalar de dedos. É, com certeza, fruto de muito trabalho, empenho e, principalmente, da capacidade de liderança de seus gestores. Neste quadro, destaco o empresário Gil Siuffo.

Por mais que eu seja seu amigo, não consigo pecar pelo exagero. Ele é um dos melhores líderes empresariais com sensibilidade política e espírito democrático que temos no Brasil. Na qualidade de Presidente da Fecombustíveis, Siuffo liderou o segmento e gerenciou a organização durante 23 anos, no curso do período mais crítico das transformações econômicas e políticas pelas quais passou o Brasil nos últimos 50 anos.

Em maio, Gil Siuffo foi substituído na Presidência da Fecombustíveis pelo empresário, advogado pós-graduado em Direito Comercial, mineiro de Caratinga, Dr. Paulo Miranda Soares, que tem qualidades profissionais por demais testadas no setor privado e capacidade de liderança reconhecida pelo trabalho que realiza em conjunto com o Gil Siuffo há bastante tempo.

Quero, portanto, de público, cumprimentar a equipe da Fecombustíveis pelo Jubileu de Ouro e, de modo especial, o meu amigo Gil Siuffo e o Dr. Paulo Miranda Soares, pela qualidade dos seus desempenhos.

Valeu à pena

Hoje, iniciei o dia com uma excelente notícia: O Instituto Federal de Tecnologia de Nilópolis está entre as 20 melhores escolas do estado avaliadas pelo ENEM. É mais um motivo para dizer que a vida pública vale à pena.
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O Instituto nasceu no tempo do Presidente Itamar Franco, por conta de um pedido que eu fazia ao governo federal há muito tempo, pois nunca duvidei da necessidade de se oferecer aos jovens residentes na Baixada Fluminense acesso a um curso profissionalizante de bom nível, estímulo para a conquista de bons empregos e melhores salários.

Criada como Escola Técnica, o Instituto passou, ao longo dos anos, por um processo de transformação que acreditei essencial para oferecer aos jovens um ensino profissional em grau universitário.

Hoje confirmo que valeu a pena caminhar léguas nos corredores dos diversos órgãos federais e discursar, debater, criar enfim, os instrumentos de convencimento para estabelecer em Nilópolis, uma Escola Técnica. Uma vez criada, os seus professores e alunos fizeram a sua parte e temos, agora, a alegria de vê-la entre as 20 melhores escolas do estado e entre as melhores do Brasil.

É, sim, possível

Com 32 anos de mandato e 45 de vida pública, Simão Sessim, diz que vale a pena, quando a alma não é pequena.
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Está dada a largada para a eleição deste ano, quando o povo brasileiro decidirá quem, entre os milhares de candidatos, estará nas Assembléias Legislativas, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, que renovará o mandato de 2/3 dos senadores; nos governos estaduais e na Presidência da República.

Sou candidato à reeleição, no curso do 8º mandato consecutivo de deputado federal. Portanto, estou a 32 anos na Câmara dos Deputados a prestar alguns serviços à população do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio dos meus eleitores.

Só tenho a agradecer aos eleitores, mas, sobretudo e antes de tudo, a Deus, que me tem dado saúde, forças e sabedoria, para conduzir o meu trabalho.

Entre as prerrogativas que tem um deputado federal, está o trabalho de emendar o Orçamento da União, para destinar recursos públicos que financiam os mais diversos projetos.  Deus me tem ajudado a utilizar bem estes recursos e hoje há em quase todos os cantos do Estado do Rio de Janeiro, obras financiadas com o dinheiro das emendas apresentadas por mim aos Orçamentos da União. São escolas, viadutos, estradas vicinais, hospitais, postos de saúde, quadras poli-esportivas, equipamentos os mais diversos para o ensino, lazer, qualidade de vida, enfim.

A elaboração de projetos de lei e a utilização da Tribuna da Câmara dos Deputados são outras prerrogativas do mandato. Eu as tenho oferecido aos meus eleitores, com medidas de apoio ao trabalhador, aos jovens, aos aposentados, às crianças, aos adolescentes, aos empresários sérios que geram empregos e salários dignos. Os meus pronunciamentos são meios de denúncia, de incentivo, de gratidão e sugestões.

Ao longo desta trajetória de 45 anos de serviço público, com 32 anos de exercício ininterrupto de oito mandatos de deputado federal, não tive dúvidas de que é, sim, possível exercer a vida pública sem conciliar com os vícios, sem perder a virtude, sem sujar as mãos. É só exercê-la na linha exclusiva do interesse público, do atendimento das expectativas da população, afinal, a sociedade brasileira é composta, em sua maioria, por gente série, comprometida com o trabalho digno e com a honestidade.

Simão Sessim: Respeito aos idosos

Artigo publicado pelo Deputado Simão Sessim no Jornal O DIA

25 de março de 2010.
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“Rio – Que bom seria se os milhões de aposentados e pensionistas deste Brasil não precisassem de nenhuma lei para determinar a eles os seus justos e incontestáveis benefícios. Por que não serem reconhecidos pelo devido direito e respeito em virtude do que contribuíram durante toda a vida, trabalhando e dando o seu suor e sangue para o progresso e o desenvolvimento desta Nação?

Infelizmente, não é com este gesto de respeito e gratidão que tratamos hoje em dia os nossos idosos, os nossos aposentados e os nossos pensionistas. Ao contrário, o que percebemos é que, aposentar-se neste País, representa, para a maioria dos trabalhadores não o reconhecimento de toda uma vida lutas, de sacrifícios, de desconforto, de adversidades e de muito sofrimento, mas, antes de tudo, um verdadeiro e cruel castigo que relega este cidadão ou aquela cidadã a uma posição vergonhosa e humilhante em nossa sociedade.

É por isso que estou submetendo à apreciação dos meus pares, na Câmara dos Deputados, em Brasília, um projeto de lei de minha autoria que altera a redação do Inciso V do Artigo 6º da Lei 7.713, de 22 de dezembro de 1988 e revoga os artigos 5º e 6º da Lei 10.887, de 18 de junho de 2004.

O objetivo do projeto apresentado é exatamente conceder isenção total do Imposto de Renda da pessoa física a todos os rendimentos recebidos como aposentadoria ou como pensão, inclusive sem limite de idade.

É o meu objetivo, com esta iniciativa, retirar das costas do aposentado e do pensionista um enorme fardo de injustiça que pesa e, muito, no bolso e na alma de quem precisa de tranquilidade para viver o tempo que ainda lhe resta e morrer com dignidade. É uma questão de Justiça.”

Vinte anos de respeito à criança e ao adolescente

O lado mais gratificante da vida pública é o reconhecimento pela sociedade dos esforços que realizamos, permanentemente, para atender aos seus anseios e expectativas. Esse tem sido o nosso trabalho aqui no Congresso Nacional, a despeito das muitas críticas, algumas justas e outras injustas, que vez por outra se levantam.

Eu agradeço a Deus pela oportunidade que Ele me tem dado de participar, ao longo dos oito mandatos que a população do meu estado me conferiu, ora como expectador privilegiado, ora como protagonista, da formulação de decisões de relevo para a sociedade brasileira.

Uma delas aconteceu em julho de 1990, dois anos após outro fato de absoluto relevo, a promulgação da Constituição Federal. Nascia o Estatuto da Criança e do Adolescente, evento que a Câmara dos Deputados relembra, comemora e debate, com a realização do seminário “Os 20 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente e as Políticas Públicas: Conquistas e desafios”.

Agop Kayayan, representante da UNICEF no Brasil, num texto publicado recentemente no site da Organização comenta as qualidades do Estatuto, que nós, parlamentares, em 1990, transformamos na lei 8.069. Peço licença para transcrever:

“No que diz respeito à promoção e defesa dos Direitos da Criança, o Brasil foi o primeiro país da América Latina – e um dos primeiros do mundo – a “acertar o passo” da sua legislação com o que há de melhor na normativa internacional.

De fato, o artigo 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) superam de vez o desgastado modelo da doutrina da situação irregular substituindo-o pelo enfoque de proteção integral, concepção sustentadora da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, aprovada pela Assembléia Geral da ONU em 20 de novembro de 1989.

O mais notável nesse processo de mudança foi que ele não resultou como é frequente acontecer nesses casos, do trabalho isolado de um seleto grupo de especialistas. Ao contrário, tanto o dispositivo constitucional como a lei que o regulamenta foram produzidos no seio de um extraordinário processo de mobilização ética, social e política, que envolveu representantes do mundo jurídico, das políticas públicas e do movimento social.

A implementação de um novo ordenado jurídico – nunca é demais repetir – longe de ser uma corrida de cem metros rasos, assemelha-se muito mais a uma maratona, isto é, trata-se de um processo lento, laborioso e difícil.

Tirar o Estatuto do papel é uma operação que, além de implicar mudanças no panorama legal dos Estados e Municípios, requer também corajoso e amplo reordenamento institucional dos organismos que atuam na área. Este processo necessita, também, de um esforço concentrado e continuado de capacitação de todo o pessoal dirigente, técnico e auxiliar envolvido diretamente no atendimento à população infanto-juvenil, a fim de implantar práticas novas.

Não há como negar que já se fez muita coisa. O Conselho Nacional e quase todos os Estaduais já estão funcionando.

Cerca de dois mil municípios implantaram ou já iniciaram a implantação de seus Conselhos de Direitos. Este é um processo inédito de mobilização em favor da criança. Nunca uma lei organizou tantas pessoas, em tantos lugares diferentes, em defesa de uma mesma causa.

Os avanços, porém, não se resumem ao plano da mobilização.

A mortalidade infantil vem sendo enfrentada com seriedade e competência em vários estados do Brasil. Na educação, há estados e municípios traduzindo, em termos práticos, o direito à educação como ingresso, regresso, sucesso e permanência de todas as crianças na escola. No campo da proteção, a criatividade institucional e comunitária de estados, municípios e ONGs têm gerado um expressivo elenco de programas voltados para a idéia de “educação o dia inteiro, sem que isso signifique escola o dia inteiro”.

Finalmente, no que diz respeito ao judiciário, hoje já podemos apontar juízes, promotores e advogados capazes de enfrentar o problema da delinqüência juvenil com severidade e justiça sem, no entanto, abrir mão das garantias próprias do estado democrático de direito.

Contudo, ainda resta muito por fazer. Principalmente no campo das políticas sociais básicas: educação, saúde e profissionalização. As culturas política, administrativa e técnica do passado continuam barrando os avanços dos Conselhos. A burocracia, o corporativismo, o clientelismo e o fisiologismo seguem obstaculizando os anseios de participação e de transparência que o novo direito da infância e da juventude pressupõe e requer.

Em meio a tantos obstáculos, entretanto, surgem, aqui e ali, sinais que nos autorizam a olhar com esperança para o futuro. A mobilização social em favor da criança, a cada dia se aprofunda e amplia em todo o país. O Pacto pela Infância, por sua vez, é a demonstração cabal da capacidade da criança de servir de base para a edificação de consensos em uma sociedade democrática. As forças nele aglutinadas colocaram, de fato, os direitos da população infanto-juvenil acima de qualquer outro bem ou interesse, pondo de lado as divergências e antagonismos que os separam em outros planos da vida nacional.

É inevitável, porém, que algumas vozes se ergam pregando o retrocesso. São pessoas e grupos que ainda não acreditam que o Brasil seja capaz de conviver com os avanços mais recentes no campo dos direitos da criança. Advogam, por isso mesmo, o retorno ao panorama legal anterior à redemocratização.

Para esses segmentos, o mais importante é lembrar que, se é verdade que existe no Brasil hoje uma enorme distância entre a lei e a realidade, o melhor caminho para diminuir esse hiato entre o país-legal e o país-real não é piorar a lei, mas melhorar a realidade, para que ela se aproxime cada vez mais do que dispõe a legislação.

As dificuldades de uma conjuntura adversa não podem justificar um retrocesso histórico nas conquistas do estado democrático de direito em favor da infância e da juventude. A hora é de trabalho, luta e esperança. Vamos tirar o Estatuto do papel e trazê-lo para o dia a dia das nossas comunidades. O Brasil é capaz. O Brasil pode”.

Itaguaí 192 anos de emancipação político-administrativa

Manifesto as minhas homenagens à cidade de Itaguaí, que completou na data de ontem, dia 5 de julho, 192 anos de sua emancipação político-administrativa.

Os nossos votos são extensivos ao Prefeito Carlos Busatto Junior, o nosso querido e estimado Charlinho, e o faço com muito carinho, com muita emoção, de coração aberto por tudo o que ele e aquela cidade tão hospitaleira e acolhedora tem representado para mim ao longo de minha vida pública.

Foi uma festa muito bonita, ao estilo country, com rodeios, exposições agropecuárias, atrações musicais, entre outros eventos, que envolveram mais de 100 mil itaguaienses numa reverência à altura da importância da cidade que, já centenária, começa a se consolidar no contexto geopolítico como uma das regiões de grande prosperidade e à caminho de sua redenção como um dos importantes pólos de desenvolvimento sócio-econômico do Estado do Rio de Janeiro.

Só para ilustrarmos, recentemente a LLX, companhia de logística fundada pelo grande empresário Eike Batista, anunciou a assinatura dos contratos para a efetiva construção do Porto Sudeste que será implantado em Itaguaí com capacidade para movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Trata-se de investimentos grandiosos, em torno de R$ 1,8 bilhão, que vão garantir a sua conclusão em 2011 para que o terminal possa começar a operar já a partir de 2012.

Não tenho dúvidas que Itaguaí, se Deus assim permitir, tende a ser num futuro bem próximo, o maior agregador econômico e de empregos da região, com a força do pólo siderúrgico que ali se agiganta com a chegada de grandes investimentos do setor.

Portanto, distante apenas 80 quilômetros do Centro da capital fluminense, Itaguaí é, de fato, uma cidade próspera e deslumbrante; como alguém já disse, um pedaço de terra onde o sol que esquenta ilhas tropicais convive em plena harmonia com a sombra e a água fresca de rios e cachoeiras ao pé de montanhas cheias de possibilidades de aventuras.

Tenho dito, e repito, que em Itaguaí, graças a Deus, encontrei amigos de verdade, como o Charlinho, os vereadores e o seu povo, que jamais tem me faltado com o seu apoio e generosidade ao longo de minha vida pública. Em contrapartida tenho procurado dar, na medida do possível, a minha humilde contribuição àquele povo hospitaleiro, trabalhador, que não para de sonhar com uma vida mais digna, por isso mesmo mais humana, que possa lhe proporcionar conforto, paz, progresso e justiça social.

Agora mesmo, estamos levando para Itaguaí recursos avaliados em R$ 5 milhões, dos Ministérios das Cidades e da Cultura, que serão usados na construção de uma ciclovia e de um centro cultural, este último, destinado a eventos na cidade.

Portanto, ao saudar o povo de Itaguaí, nesta data magna da cidade, o faço através de seu mandatário, o meu querido e amado amigo Charlinho, por tudo que tem representado para o seu povo que, como gratidão, carinho e respeito, também lhe confere altos índices de aprovação popular diante do Governo sério e dinâmico que ele conduz à frente do Poder Executivo.

APAE de Nova Iguaçu fez 20 anos de fundação

A APAE de Nova Iguaçu comemorou no dia 20 de junho mais um aniversário, evento comentado por David Avelar no blog da APAE, http://apaenovaiguacu.blogspot.com, matéria que contou com boas fotos de Sandra Pontes.

David Avelar é natural da Ilha dos Açores e vive no Brasil há 45 anos. No blog, ele resume numa frase o seu amor pelo Brasil e por sua pátria: “Quando perguntam por que escolhi o Brasil para viver, respondo com uma frase de Federico Orfei. – “o Brasil é a nossa amante querida, mas os Açores (Portugal), uma mãe inesquecível”.

David Avelar informou: “A festa de aniversário da APAE – Nova Iguaçu, foi realizada dia 20 de junho, com a presença de mais de 300 pessoas, entre alunos, pais, funcionários, professores e muitos convidados. A instituição, fundada em Nova Iguaçu a 19 de junho de 1990, está completando 20 anos, resultado da luta e perseverança de muitos iguaçuanos, alguns presentes ao evento, no ginásio multiuso, na sede, à Rua dos Antúrios 34, Jardim Margarida”.

Em seguida, David lista as autoridades presentes. Entre elas, Wanderley Sabino da Silva, presidente da APAE-NI; Almerinda Filgueiras de Carvalho, Secretaria Municipal de Promoção Social, de São João de Meriti; Dom Luciano Bergamini, bispo diocesano de Nova Iguaçu; Padre Agnaldo Rossi; o coordenador o Departamento de Responsabilidade Social das Indústrias Granfino, a representante da Coordenadora da Comissão Organizadora da Semana Nacional das APAES; Walcir de Almeida, empresário, presidente do Jornal de Hoje; Sandra Maria da Silva Costa Azevedo, Secretária de Esportes de Nova Iguaçu; Sandra Maria Rodrigues Gusmão, representando a Prefeita de Nova Iguaçu e madrinha da APAE-NI, Sheila Gama; Otávio Leite, deputado federal, Jorge Marotte Corrêa e Maria Nicolasina Wienen Guimarães, vereadores de Nova Iguaçu; Gabriel Barbosa, radialista que comanda o programa “Perfil da Baixada”, da rádio Tropical e exerce a função de Assessor de Comunicação Social da Prefeitura de Nova Iguaçu; Rute Arc Ferreira, representando a Coordenadoria de Estado e Educação Metropolitana; Walceir de Almeida, diretor do Jornal de Hoje; Tereza Petsold, bailarina e o Dr. Parente representando o Rotary Club de Nova Iguaçu.

Como parte do evento, Paulo de Tarso e o Padre Arnaldo Rossi, dois fundadores da APAE-NI, “ministraram preces, representando suas religiões e transmitindo uma mensagem de paz e amor a Deus”, diz David.

O Coral da Universidade de Nova Iguaçu esteve presente sob a regência do maestro Fredson Quadros da Silva, assim como os grupos de dança do Colégio Novo Horizonte, o coral das crianças, mães, professores e terapeutas da APAE-NI sob a regência da Secretária de Esportes, Sandra, e o grupo de alunos da professora Vera, que encerraram o encontro com a música que se constituiu em tema das vitórias do campeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Sena.

Foram homenageados amigos ilustres da APAE-NI, cerimônia devidamente comentada pelo presidente Wanderley Sabino, que, além de eterno guerreiro em prol dos excepcionais, conhece como ninguém a história da APAE-NI.