Simão Sessim comemora a retomada da construção de moradia populares do Brasil

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ) destacou, em seu discurso no plenário da Câmara dos Deputados, que é necessário que cada indivíduo tenha moradia própria para que possa se desenvolver profissionalmente e socialmente.

O parlamentar disse, ainda, que o Minha Casa Minha Vida é um programa social que não deve ter cor partidária, nem ideologia e tampouco ser um projeto de governo.  Segundo o deputado ele tem que ser um programa de Estado.

Simão Sessim relatou que o governo federal retomou o programa de moradias em solenidade no Rio de Janeiro onde fez o lançamento do programa “Todos pela Habitação”.

O encontro, que reuniu o ministro das cidades, Alexandre Baldy, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, o Governador Luiz Fernando Pezão e o Prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella.

São obras, construção de moradias, paralisadas em todo o País, desde 2014, quando começou o agravamento da crise econômica. O ministro Baldy relevou que temos hoje mais de 400 mil unidades habitacionais inacabadas e outras 650 mil para serem construídas a um custo e R$ 73 bilhões, agora, em 2018”, disse.

Alexandre Baldy, Ministro das Cidades, e deputado federal Simão Sessim (PP/RJ)

Alexandre Baldy, Ministro das Cidades, e deputado federal Simão Sessim (PP/RJ)

O Governo Federal quer que o Minha Casa Minha Vida contemple também os novos mutuários com equipamentos sociais, dando-lhes condições plenas de moradias, de serviços e empregos, em parcerias com órgãos, a exemplo da Caixa Econômica Federal, e também empresas de fornecimento de energia elétrica, de saneamento básico e o que mais for necessário.

Simão Sessim afirmou que grande parte dos empreendimentos imobiliários do Minha Casa Minha Vida são erguidos e entregues sem qualquer tipo de planejamento, sem trabalho social.

Os mutuários saem de áreas de risco, onde moravam, sem a observação de que está se mudando para a casa própria, onde terão que pagar pelo abastecimento de água, de luz e outros tantos serviços”, ressaltou.

A retomada dos programas de moradias populares vai permitir a redução gradativa do déficit habitacional no País, que, hoje é de 6 milhões 150 mil unidades, finalizou o parlamentar.

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