Deus me deu paz e a vida a certeza da inocência

A minha alma entrou em tormenta no dia em que a imprensa noticiou a decisão da Justiça de me investigar com base na delação premiada de um dos envolvidos nos casos de corrupção na Petrobrás. O sentimento não me veio por receio da investigação, porque eu tinha consciência absoluta de minha inocência. Doía-me, contudo, saber que a notícia poderia causar decepção nas pessoas que, há mais de 40 anos, confiam em mim e no trabalho que eu faço por elas na política.

Peguei-me com Deus, com a minha família e juntei todas as provas da minha inocência, que eu conseguiria juntar. A vida pública faz de nós seres diferentes, que precisam provar inocência quando acusados. No nosso caso, a prova não cabe a quem acusa, como determinam as leis.

Ontem, finalmente, o Ministro do STF, Teori Zavascki, arquivou a investigação sobre a minha vida, com base nos documentos e instruções do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Fez-se Justiça! 

Confesso a você, que me lê, que não consegui segurar as lágrimas. Algumas, pelo duro massacre que fez do fato a imprensa uso até covarde da notícia por pessoas que, por motivos diversos, não gostam de mim.

Mas, houve lágrimas de alívio em nome de todas as outras pessoas, que sempre confiaram na minha inocência. Graças a Deus, um grande número. Bem, agora é seguir em frente. Continuar o trabalho que com muito amor faço para representar os eleitores que me escolhem.

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