2,5 milhões de moradores da Baixada Fluminense não dispõem de água potável

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna da Câmara dos Deputados para denunciar que 2,5 milhões de pessoas que residem na Baixada Fluminense não dispõem de água potável para consumo em suas casas.

Atualmente, a rede de abastecimento de água da Cedae deixa de atender formalmente cerca de 25% do município de Japeri, 30% de Seropédica e Magé, 26% de Paracambi, 15% em Itaguaí, 20% de São João de Meriti, 33% de Belford Roxo, 17% de Queimados, 29% de Duque de Caxias, 6% de Nova Iguaçu e 4% de Mesquita.

É comum vermos mangueiras esticadas em quintais, atravessando ruas em direção a poços artesanais, de salubridade duvidosa, solução geralmente encontradas por moradores indefesos”, disse Simão Sessim.

O deputado fez um balanço dos recursos que conseguiu incluir no orçamento do governo federal para o abastecimento de água na cidade de Nilópolis. “Foi com muita luta e investimentos de mais de R$ 150 milhões, obtidos em Brasília, que consegui universalizar o abastecimento de água em Nilópolis. Construímos na cidade um reservatório com capacidade para 13 milhões de litros de água, uma nova adutora com 1,6 mil metros de extensão e 600 milímetros de diâmetro, além de um booster com pressão suficiente para atender um sonho antigo de toda a população”, relatou o deputado.

Simão Sessim lembrou que a Cedae está iniciando um ambicioso projeto com o objetivo de dar fim ao problema crônico da falta d’água que atinge milhões de pessoas na região da Baixada Fluminense.

O projeto, orçado em R$3,4 bilhões, financiados pela Caixa Econômica Federal, engloba os programas Água para Todos e o Guandu 2. O primeiro trecho, contempla um conjunto de nove obras; a segunda etapa, se destina à construção da estação de tratamento do Guandu 2, com capacidade de 12 metros cúbicos por segundo; e a terceira envolve a construção de adutoras, subadutoras e reservatórios.

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