Segundo-secretário Simão Sessim participa de Seminário Internacional sobre Governança Pública. (Laycer Tomaz/Acervo Câmara dos Deputados)

Segundo-secretário Simão Sessim participa de Seminário Internacional sobre Governança Pública

Segundo-secretário Simão Sessim participa de Seminário Internacional sobre Governança Pública. (Laycer Tomaz/Acervo Câmara dos Deputados)

Segundo-secretário Simão Sessim participa de Seminário Internacional sobre Governança Pública. (Laycer Tomaz/Acervo Câmara dos Deputados)

O Tribunal de Contas da União assinou, nesta terça-feira (8), acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a realização de estudo internacional sobre a governança pública. O Segundo-Secretário da Câmara dos Deputados, Simão Sessim (PP-RJ), participou do lançamento do estudo que faz parte de um grande projeto para o aprimoramento da governança pública brasileira.

Para o deputado, é inegável a relevância desse estudo. “Os frutos dele advindos serão, com certeza, extremamente relevantes para o desenvolvimento de um modelo de gestão pública que valorize os princípios da transparência, da equidade e da responsabilidade social, de forma a envolver a sociedade como um todo”, disse Simão Sessim.

O segundo-secretário da Câmara destacou ainda que o estudo vem em um momento oportuno, quando o povo sai às ruas na busca por mudanças e transformações sociais.

O presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que também esteve no evento, afirmou que uma boa governança pública deve passar pela efetivação dos princípios democráticos da soberania popular, da transparência e da economicidade.

O Senador disse que iniciou uma reforma administrativa no Senado que vai propiciar uma economia de mais de R$ 30 milhões até 2014 por meio da fusão, exclusão e reposicionamento das estruturas administrativas da Casa.

O estudo que será realizado em conjunto com a OCDE – umas das organizações mais avançadas no mundo em relação à governança pública – tem o objetivo de facilitar a contribuição do TCU e das demais Entidades de Fiscalização Superiores dos países participantes (Estados Unidos, França, Canadá, Chile, África do Sul, Coreia do Sul, Índia, México, Polônia e Portugal), além da Comunidade Europeia, no fortalecimento da boa governança e da sólida gestão pública por meio do trabalho de auditoria e aconselhamento.

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