Posts by Assessoria do Deputado

Deputado Simão Sessim em Nova Friburgo

Por indicação do vereador de Nova Friburgo, Marcos Medeiros, do PTB, e aprovação unânime de todos os demais vereadores, no sábado, recebi o título de cidadão honorário de Nova Friburgo. A cidade estava em festa, com as comemorações dos 192 anos de emancipação. Outras pessoas receberam o título e a cerimônia esteve concorridíssima. Eu não poderia deixar de registrar o evento nos anais do Congresso Nacional. Então, fiz um pronunciamento na sessão de quarta-feira.

O SR. DEPUTADO SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronunciou o seguinte discurso.)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a cada dia que passa e diante das circunstâncias a que sou submetido pela política, confirmo que, para quem sabe exercê-la com dignidade e respeito pela população, é o mais magnífico e agradável ofício humano!

Os momentos inevitáveis de decepção, de desalento, são largamente recompensados por outros maiores que trazem felicidade e forte emoção. É o caso da homenagem que me fez, no sábado, a população de Nova Friburgo, por indicação do jovem vereador Marcos Medeiros e decisão unânime dos seus pares: Sérgio Xavier de Souza, Presidente da Câmara Municipal; Marcelo Verly; Manoel do Pote; Edson Flávio, Reinaldo Rodrigues, Cláudio Damião, Renato Abi-Râmia; Professor Pierre; Luciano Faria; Jorge Carvalho e Francisco Pinto Barros. Um grupo que prestigia a política do Estado do Rio de Janeiro.

Desde sábado, sou, por adoção, cidadão de Nova Friburgo, condição que me enche de orgulho e renova em mim a grata responsabilidade de perseguir com afinco, com determinação, sem descanso, os meios e modos de atender as expectativas do povo que ali nasceu e que ali escolheu viver.

Mas, sei reconhecer que a homenagem que recebi não me pertence. Por isso, eu a recebi por delegação. Primeiro, da bondade divina, que me dá vida, saúde e resistência física e espiritual para viver intensamente a política, a arte de servir ao próximo.
Depois, da magnanimidade do coração daquele povo e de seus principais líderes políticos, os seus vereadores, que a despeito do pouco que eu tenha feito pela cidade, me homenagearam com tão elevada honra.

E, também e por fim, da minha gente de Nilópolis, que me deu a oportunidade de ingressar na vida pública para viver momentos como os que eu conheci no sábado e no domingo, quando, junto com a população de Nova Friburgo, comemorei os 192 anos de emancipação da cidade.

A política, além de todas as qualidades que tem, premia a vida daqueles que a escolheram por ofício com o prazer de encontrarem pelo caminho gente que qualifica a vida da sociedade em que vive.

É o caso do meu amigo, vice-prefeito de Nova Friburgo, Demerval Barbosa, homem que traz do berço o DNA do serviço em favor do próximo, sem expectativa de recompensas materiais ou de gratificações pessoais.

Na alma e no coração de Demerval Barbosa, claramente vibra o sentimento puro do médico dos pobres, do primeiro Demerval Barbosa Moreira, que de Conceição de Macabu, pequeno município do norte do meu estado, seguiu para Nova Friburgo para ali salvar vidas e conceder paz aos atingidos pela dor, pela doença.
É também o caso de outro amigo, este de mais curto tempo, mas de igual grandeza, o vereador Marcos Medeiros. Com certeza, a Câmara dos Deputados o terá por aqui, em algum momento da história.

Jovem, franco, determinado, ele, em razão dos votos que recebeu para estar, na qualidade de vereador mais votado da cidade, na Câmara Municipal de Nova Friburgo, demonstra que compreende a política como um instrumento de servir ao próximo. Marcos Medeiros sabe ler, com clareza e sensibilidade e as expectativas populares, sinais de uma vida pública profícua.

Só tenho a agradecer a Deus e a todas as pessoas que me oferecem, vez por outra, emoções como a que senti em Nova Friburgo na noite do sábado passado.

O evento de entrega dos títulos de cidadania honorária acontecido em Nova Friburgo foi exemplo de organização e lição de um povo que não mede esforços nem foge do trabalho de transformar, pela solidariedade, a vida das pessoas que procuram abrigo em seu seio.

Muito obrigado!

O Dia Mundial da Internet na Baixada

Editor:  Jackson Vasconcelos

Um grupo de pessoas convocadas pela internet comemorou com palestras e sorteios, o Dia Nacional da Internet, evento sediado em Nova Iguaçu.

Ontem, segunda-feira, dia 17, às 14h45min, em Nova Iguaçu, no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, aconteceu, na Baixada Fluminense, a primeira edição das comemorações do Dia Mundial da Internet, designado de “Eu sou da Baixada, e vc?”. O evento pode ser considerado modelo de sucesso, porque organizado por completo pela internet e realizado com o uso intensivo das mídias sociais, Google, Talk, Facebook, e-mail, twitter e outros.

O publicitário Wesley Brasil, editor do Site da Baixada, conseguiu reunir cerca de 50 pessoas no Espaço Cultural e mais de 180 com comunicação à distância.

O Secretário Adjunto de Cultura de Nova Iguaçu, Egeus Laus, falou sobre o tema “redes distribuídas”, com apresentação de algumas sugestões de uso das redes sociais e Luiz Antonio Doria, que mantém um blog especializado em turismo na baixada, mostrou como se pode aliar o turismo a pé e de ônibus ao sistema de comunicação pela internet.

Depois, falou Márcio Graffiti, do Coletivo Anti Cinema, que tratou do trabalho dos produtores de Cultura e Áudio Visual da Baixada Fluminense e do Coletivo Anti Cinema, que tem como objetivo o debate e reflexão sobre o exercício da cidadania pelos jovens com a utilização de celulares, máquinas fotográficas e de formatos profissionais de filmagem. Márcio mantém um canal no Youtube com as produções do Anti Cinema.

No encerramento, Wesley Brasil lançou a idéia de se ter um “Censo Digital Baixada”, para reconhecimento de todas as mídias sociais que tratam do tema e falou sobre a “Baixada Realmente Digital”, que prevê o uso intensivo da tecnologia digital na baixada fluminense como instrumento relevante de inclusão social.

Outra curiosidade: os organizadores do evento sortearam uma camisa do Site da Baixada entre os participantes que apresentaram sugestões úteis para a próxima edição do evento e entre os que apresentaram idéias engraçadas por serem inúteis.

É a baixada em movimento!

Um intenso final de semana

Editor: Jackson Vasconcelos

O deputado Simão Sessim visitou as cidades de Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo e foi homenageado pela população.

Acompanhei o deputado Simão Sessim nas visitas que ele fez, no final de semana, aos municípios de Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo. Um sucesso!

Antes de chegar a Cachoeiras de Macacu, paramos para um café num posto de gasolina na entrada da Parada Modelo, localidade de Guapimirim, no pé da Serra de Teresópolis. Simão Sessim reconheceu um dos filhos do proprietário do Guaraná Paquera, que já atuou em algumas de suas campanhas.

Depois do café, por volta das nove da manhã de sábado, seguimos para Cachoeiras de Macacu. Lá, Simão Sessim foi recebido pelo Prefeito Rafael Muzzi, que, como Simão, pertence aos quadros do PP. Do palanque oficial, Simão Sessim assistiu, ao desfile das escolas municipais e estaduais; das organizações que atuam no trabalho com crianças e a terceira idade; e das bandas, algumas de Cachoeiras e outras de fora.

A cidade festejava os 331 anos de emancipação. Uma bela festa, que demonstrou a prioridade que o Prefeito Muzzi tem dado à educação, à cultura e ao atendimento às crianças e idosos.

Ao descer do palanque, Simão Sessim recebeu o abraço da população e lá, no meio do grupo, estavam os maestros Jorginho e Samuel e a banda Ases Indomáveis, um grupo divertidíssimo, que faz música e acrobacias. O maestro Jorginho é amigo e eleitor do Simão Sessim há muito tempo.

Deixamos Cachoeiras de Macacu por volta das onze horas e seguimos para Nova Friburgo. O sol claro não impedia o frio. A viagem durou pouco tempo, mas houve um pequeno atraso pelos engarrafamentos que encontramos em Nova Friburgo.

Entramos na cidade e seguimos direto para uma sala, alugada pelo Vice-Prefeito e amigo do deputado Simão Sessim, Demerval Moreira Barbosa, de uma família tradicional na cidade. Na praça principal da cidade encontra-se um busto de seu pai.

O deputado Simão Sessim, com a visita, respondeu ao convite que lhe fizeram o vice-prefeito e o vereador Marcos Medeiros, que aproveitou as festividades de comemoração dos 192 anos da cidade, para oferecer ao deputado um título de cidadão honorário.

Na sala onde funcionará, durante a campanha, o comitê de apoio à reeleição do deputado Simão Sessim e à eleição de Marcos Medeiros para a Assembléia Legislativa, Simão Sessim discursou. Ele homenageou a família do vice-prefeito, lembrou do tempo em que visitava a cidade com a sua esposa, e afirmou que, por pouco, não deixou Nilópolis para residir em Nova Friburgo.

No final do encontro, Simão Sessim respondeu às perguntas da imprensa e recebeu as homenagens do diretor do jornal Panorama, Astrogildo Batista Milagres. Simão Sessim encerrou o encontro com agradecimentos aos presentes e “principalmente a Deus e a nosso Senhor Jesus Cristo, que orientou todos os nossos passos até aqui”.

Na saída, o jornalista Astrogildo deixou com o deputado um exemplar do seu jornal. Simão Sessim passou os olhos, mas deteve a sua atenção em uma extensa matéria com críticas à Câmara dos Deputados, pela fria homenagem que fizera ao Dom Helder Câmara.

Do encontro, seguimos para um excelente almoço oferecido por um proprietário de uma rede de supermercados. De lá, seguimos para o centro da cidade. Simão Sessim, Demerval Barbosa e Marcos Medeiros caminharam, receberam os abraços da população, visitaram os estandes que estavam sendo montados na praça principal e se recolheram para os preparativos para a homenagem que Simão Sessim receberia à noite.

Foi uma grandiosa noite de festa, com muitos agraciados com os títulos de cidadania de Nova Friburgo. O ex-governador Anthony Garotinho era um dos homenageados, mas representado por sua filha, a vereadora do Rio, Clarissa Matheus.

No domingo, Simão Sessim acompanhou os desfiles pela manhã, quando recebeu os aplausos da população e o abraço fraterno do Prefeito Heródoto. Com ele, Simão Sessim relembrou os velhos tempos da política fluminense. O prefeito está no quarto mandato, alternados desde 1964.

Simão Sessim deixou Nova Friburgo depois de registrar a frase forte: “É assim a política, o mais magnífico ofício humano!”

A Escola de Samba é também Escola de Cultura

Editor: Jackson Vasconcelos

Nas garimpagens no Museu da Imagem e do Som, pérolas da cultura brasileira são encontradas.

Recebi hoje, do deputado Simão Sessim, indicação de leitura da matéria “Tecnoarqueologia” de Arnaldo Bloch e Chico Otávio, publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo, sobre a digitalização do acervo do Museu da Imagem e do Som, processo que levou à descoberta de diversas latas de filmes com a reprodução de um antigo cinejornal paraguaio, “Noticias Brasileñas”.

Ali estão gravadas imagens do carnaval carioca de 1964, ano em que o Império Serrano desfilou com “Aquarela brasileira” – “samba enredo mais popular de todos os tempos” e o Salgueiro com a história de Chico Rei, “o monarca do Congo”, que depois de escravizado e alforriado na antiga Vila Rica, libertou todos os escravos e construiu uma igreja na cidade. As duas escolas não levaram o título, mas inovaram em estética e temas, antes dedicados exclusivamente à História Oficial.

O trabalho de Arnaldo Bloch e Chico Otávio abriu o Segundo Caderno e ocupou as duas páginas principais deixando mais uma vez registrado o fato de as escolas de samba serem centros de cultura e arte. Vale reproduzir alguns trechos, os mais importantes sobre as escolas:

“Ao saber da descoberta, a vice-presidente e pesquisadora do Império, Rachel Valença, emocionou-se:

-Isso vai revolucionar a pesquisa sobre o samba. Recentemente, passei três dias no Arquivo Nacional e não achei nada.

Passista em 1964 e hoje locutor oficial do Salgueiro, Bira do Erre sempre sonhou com tais imagens e sons para convencer os mais incrédulos de que a sua escola nunca mais superará o “Chico Rei”:

– O Salgueiro botou na rua a expressão cultural do nosso povo. Jamais haverá outro desfile igual.

Simão Sessim tem a sua história política ligada à da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Ele lembra que precisou ajudar a escola a sair do velho barracão, no ano da primeira vitória dela na Avenida, com o samba-enredo “Sonhar com o Rei dá Leão”. Mas, isso é história para contar em outra oportunidade.”

XXII Fórum Nacional “Desenvolvimento com Inclusão – As diferentes formas”

O Deputado Simão Sessim faz menção ao XXII Fórum Nacional, uma iniciativa do ex-Ministro João Paulo dos Reis Velloso, em discurso que pronunciou no dia 12/05/10.

De 17 a 20 de maio, na sede do BNDES, no Rio, acontecerá o XXII Fórum Nacional, uma iniciativa do ex-ministro João Paulo dos Reis Veloso que, desde 1988, reúne os principais economistas, sociólogos e cientistas políticos do país com a intenção de pensar o Brasil e oferecer propostas para o desenvolvimento econômico e social.

O ex-ministro Veloso é, desde seus tempos no Ministério do Planejamento, um dos poucos economistas brasileiros dedicados a pensar o desenvolvimento nacional com atenção especial para as medidas que tenham repercussão no longo prazo. Com certeza, este modo de ver o desenvolvimento nacional responde pela presença no XXII Fórum de um painel dedicado às favelas cariocas.  Com o tema, “Desenvolvimento com Inclusão – As diferentes formas”, o Painel V do XXII Fórum apresentará um projeto que tem como objetivo a integração social de nove favelas cariocas: Rocinha, Cantagalo, Pavão/Pavãozinho, Santa Marta, Borel, Complexo da Maré, Complexo de Manguinhos, Vigário Geral e Cidade de Deus.

Ele conversou com Daniel Cúrio, do Jornal do Commercio, e falou sobre o projeto. Deixou claro que a sua elaboração não é fruto do trabalho de técnicos teóricos fechados em seus gabinetes, mas o resultado das informações e dados oferecidos pelos líderes das comunidades atingidas, e que o propósito do projeto, é absorver os resultados das medidas adotadas pelos governos e avançar.

A iniciativa merece elogios, principalmente, no momento em que a política de segurança pública adotada pelo governo do estado com a ocupação das favelas pelas Unidades de Polícia Pacificadoras apresenta resultados positivos no campo da redução da violência e da criminalidade.

Há muito tempo se sabe que o combate à violência precisaria ir para além das meras providências policiais e judiciais. Para que os resultados sejam duradouros, é preciso pensar em projetos que estimulem a educação, o emprego digno e o estímulo às oportunidades de ocupação e renda para as populações mais pobres.

Na entrevista ao Jornal do Commercio, o ex-ministro Veloso informa que o projeto será entregue ao Governador Sérgio Cabral e ao Prefeito do Rio, Eduardo Paes. Estou convencido de que a sensibilidade dos dois fará com que o projeto deixe o papel, ganhe as ruas e se transforme num mecanismo efetivo de transformação social. Já não é sem tempo.

Meus cumprimentos ao ex-ministro Veloso pela decisão e aos participantes do XXII Fórum, o meu desejo de que o evento produza os resultados esperados.

É preciso ampliar as oportunidades

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 05/05/2010)

O Valor Econômico traz hoje um suplemento com extensa matéria sobre o Estado do Rio de Janeiro. O trabalho deixa claro que o governador Sérgio Cabral Filho, com velocidade, recupera para o estado, a imagem de pólo de desenvolvimento nacional, tendo como fator determinante para o sucesso deste projeto a decisão adotada por ele, desde o início de seu governo, de dar qualidade e eficiência à gestão fiscal.

“O Rio passou por um severo ajuste nos últimos anos, a partir da criação de sistemas de controle e transparência (…). Arrumar a casa era a primeira tarefa para conquistar credibilidade”, informa a matéria, para, em seguida, explicar, passo a passo, cada uma das decisões administrativas e de gestão fiscal adotadas pelo governador e por sua equipe, situação que conferiu ao Estado do Rio de Janeiro o selo de qualidade, representado pela categoria, “grau de investimento”, conferida pela agência de risco Standard & Poor’s, a mais importante do mercado financeiro internacional.

O Valor Econômico ouviu o Presidente da FECOMÉRCIO, Orlando Diniz, que fez um alerta sobre a necessidade de se resolver, diante dos investimentos previstos para os próximos três anos, a carência histórica que tem o Rio de Janeiro de mão de obra com formação e experiência. Sobre este ponto, é preciso agir com planejamento e rapidez, sob pena de não permitir que o trabalhador residente no Rio de Janeiro receba diretamente os benefícios da nova fase.

De fato, o Estado do Rio de Janeiro tem necessidade de dedicar atenção especial, ao problema e uma excelente iniciativa seria a expansão da rede de escolas profissionalizantes que há no estado, principalmente, para os municípios da Baixada Fluminense e bairros da zona oeste da Cidade do Rio de Janeiro, locais que receberão o impacto maior dos investimentos futuros.

Meus cumprimentos ao Governador Sérgio Cabral e a sua equipe pelo trabalho inteligente e corajoso que realizam a frente do governo do Estado do Rio de Janeiro e ao Valor Econômico pelo destaque que tem dado, no suplemento “Estados”, às boas experiências de gestão administrativa públicas e privadas, que temos no Brasil.

Com os meus cumprimentos, faço um apelo ao Governador para que ele junte às excelentes providências de gestão administrativa, fiscal e política do estado, a decisão urgente de ampliar as oportunidades de qualificação da mão de obra local, situação que dará ao trabalhador a chance de receber os frutos deste momento excepcional de recuperação econômica.

Era o que eu tinha a dizer no momento, senhor presidente!

Muito obrigado!

XIII Olimpíada da Baixada

A Baixada Fluminense tem sido palco de uma série de eventos culturais e esportivos, exemplos da preocupação das Prefeituras dos municípios da região com a educação das crianças, dos jovens e dos adolescentes.

De hoje, 6 de maio, até o próximo dia 23, em Nova Iguaçu, será realizado o Circuito Mix de Esquetes, 5ª edição do Festival de Teatro que é referência para todo o Estado do Rio de Janeiro, promovido pela Fábrica de Atores e Material Artístico — FAMA, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

No sábado, dia 8, na cidade de Duque de Caxias, será aberta a XIII Olimpíada da Baixada. Espera-se uma grande festa, com a presença de autoridades, de Prefeitos da região e de representantes das empresas patrocinadoras — PETROBRAS, Liquigás, Light, Vivo, Coca-Cola — e dos diretores do Instituto Ary Carvalho e do Grupo O Dia de Comunicação.

O jornal O DIA está à frente da divulgação do evento e ontem, quarta-feira, dedicou todo um caderno às Olimpíadas, Ataque Escolar, com fotos, entrevistas, dados e uma aula curta mas consistente sobre a história das Olimpíadas, desde seu início na antiga Grécia. A festa de abertura mereceu 2 páginas, e os jogos e as tabelas, outras tantas, com destaque para as meninas do futsal de Mesquita e para o basquete feminino, com comentários e análises sobre os jogos entre as meninas de Nilópolis e de Caxias e as de Belford Roxo e de Japeri.

Registro as minhas homenagens ao Grupo O Dia de Comunicação pela iniciativa, pelo apoio e pelo destaque que dá aos esportistas jovens dos municípios da Baixada Fluminense.

Muito obrigado!

Sempre a favor dos aposentados e pensionistas

Com o voto do deputado Simão Sessim, a Câmara dos Deputados aprova reajuste maior para aposentados e pensionistas.

(Deputado Simão Sessim pronunciou o seguinte discurso em em 04/05/2010)

Na minha avaliação pessoal, esta Casa do Povo terá no dia hoje a grande oportunidade de resgatar uma enorme dívida contraída ao longo dos anos com a classe dos aposentados, ao votar neste plenário a medida provisória 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS com valores superiores ao do salário-mínimo.

É o nosso dever, nossa obrigação, votar pelo maior percentual possível para o reajuste salarial dessa categoria, que não pode e nem deve continua sendo penalizada e tampouco desrespeitada, ou mesmo vilipendiada no seu direito legítimo e constitucional a uma vida com dignidade.

Até porque, senhor presidente, tenho a convicção de que estamos, todos, nesta Casa, preocupados, em desacordo com a injusta, cruel e inadmissível redução gradual do poder aquisitivo dos nossos idosos brasileiros.

Falo, senhor presidente, em nome de milhões de aposentados e pensionistas e em nome também de milhões de trabalhadores da ativa, que, da mesma forma, em breve, poderão chegar a mesma situação de vergonha e desrespeito, ou seja, se deparando diante de um futuro incerto e tenebroso, como já acontece nos dias de hoje.

Eu, particularmente, senhor presidente e nobres deputados, me mantenho fiel às minhas convicções de que não posso, como, graças a Deus, nunca fiz, em hipótese alguma, virar às costas a esta categoria de cidadãos que tanto trabalhou, que derramou o seu próprio sangue, contribuindo para o engrandecimento, o desenvolvimento, o progresso e a riqueza desta Nação.

Recentemente, eu lia um trabalho da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), e pude observar, através de um minucioso estudo econômico desenvolvido pela entidade de classe, o quanto este País é injusto com quem tanto trabalhou por ele.

E a gente observa que o estudo chega a números estarrecedores, que chocam de verdade a sociedade e as autoridades mais sensíveis ao problema, porque constata que os aposentados brasileiros estão de fato fadados a miséria.

Somente para termos uma pequena idéia da disparidade dos fatos, nos últimos 15 anos, pelo menos 4,5 milhões de aposentados e pensionistas tiveram seus proventos reduzidos ao salário mínimo, com a perda drástica de seu poder de compra, prejudicando, por tabela, a qualidade de vida de seus dependentes.

O estudo mostra-nos, ainda, senhor presidente, que atualmente, cerca de 19 milhões de brasileiros inativos recebem apenas um salário mínimo. E que em 2009, como explica o presidente da Confederação, senhor Warley Martins Gonçalles, aproximadamente 350 mil aposentados tiveram seus benefícios achatados para o salário mínimo. Segundo Gonçalles, a tendência é que, pasmem, até 2020, todos os 26,5 milhões de beneficiários da Previdência Social migrem para o piso salarial.

Este quadro negro e tenebroso que se desenha na hipótese de não haver uma reação por parte do Congresso Nacional é reflexo ainda dos anos 90, mais precisamente 1994, quando começa a disparidade, a partir de quando os sucessivos Governos passam a dar reajustes diferenciados aos aposentados que ganham mais que o salário mínimo.

É por isso que conclamo os meus pares, nesta Casa, no sentido de não permitirmos que os aposentados que trabalharam muito, que lutaram para colocar o Brasil na posição de destaque em que se encontra nos dias de hoje, recolhendo aos cofres da Previdência, por 35 anos ou mais, continuem se vendo em situação de miséria. Temos, sim, senhor presidente e nobres deputados, que evitar que o esforço e luta do aposentado em defesa de uma vida menos angustiante, vá por água abaixo.

Até porque, é exatamente depois dos 60 anos de idade, que os idosos, que já estarão aposentados, começam a sofrer as conseqüências de todo o esforço que desenvolveu ao longo da vida em prol de sua própria Nação; é quando começam a aparecer as doenças e tudo mais relacionado à fragilidade que marcam o passar dos tempos, anunciando o fim que se aproxima e, que por isso mesmo deveria acontecer de forma serena e mais humana.

Por isso mesmo, como bem conclama o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, temos que lutar, até o fim, até a última de nossas forças, pela recomposição do poder de compra da categoria. Não podemos mais admitir retrocesso.

Queremos reajuste, sim, para os aposentados, mas com justiça, respeito e dignidade.

Muito obrigado, senhor presidente!

Pela aprovação da medida que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS

Discurso do Deputado Simão Sessim pela aprovação da Medida Provisória nº 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS superiores ao salário mínimo.

O DEPUTADO SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronunciou o seguinte discurso em 04/05/10) –

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na minha avaliação pessoal, esta Casa do Povo terá no dia hoje a grande oportunidade de resgatar uma enorme dívida contraída ao longo dos anos com a classe dos aposentados, ao votar neste plenário a medida provisória 475/2009, do Executivo, que reajusta as aposentadorias e pensões do INSS com valores superiores ao do salário-mínimo.

É o nosso dever, nossa obrigação, votar pelo maior percentual possível para o reajuste salarial dessa categoria, que não pode e nem deve continua sendo penalizada e tampouco desrespeitada, ou mesmo vilipendiada no seu direito legítimo e constitucional a uma vida com dignidade.
Até porque, senhor presidente, tenho a convicção de que estamos, todos, nesta Casa, preocupados, em desacordo com a injusta, cruel e inadmissível redução gradual do poder aquisitivo dos nossos idosos brasileiros.

Falo, senhor presidente, em nome de milhões de aposentados e pensionistas e em nome também de milhões de trabalhadores da ativa, que, da mesma forma, em breve, poderão chegar a mesma situação de vergonha e desrespeito, ou seja, se deparando diante de um futuro incerto e tenebroso, como já acontece nos dias de hoje.
Eu, particularmente, senhor presidente e nobres deputados, me mantenho fiel às minhas convicções de que não posso, como, graças a Deus, nunca fiz, em hipótese alguma, virar às costas a esta categoria de cidadãos que tanto trabalhou, que derramou o seu próprio sangue, contribuindo para o engrandecimento, o desenvolvimento, o progresso e a riqueza desta Nação.

Recentemente, eu lia um trabalho da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), e pude observar, através de um minucioso estudo econômico desenvolvido pela entidade de classe, o quanto este País é injusto com quem tanto trabalhou por ele. E a gente observa que o estudo chega a números estarrecedores, que chocam de verdade a sociedade e as autoridades mais sensíveis ao problema, porque constata que os aposentados brasileiros estão de fato fadados a miséria.

Somente para termos uma pequena idéia da disparidade dos fatos, nos últimos 15 anos, pelo menos 4,5 milhões de aposentados e pensionistas tiveram seus proventos reduzidos ao salário mínimo, com a perda drástica de seu poder de compra, prejudicando, por tabela, a qualidade de vida de seus dependentes.
O estudo mostra-nos, ainda, senhor presidente, que atualmente, cerca de 19 milhões de brasileiros inativos recebem apenas um salário mínimo. E que em 2009, como explica o presidente da Confederação, senhor Warley Martins Gonçalles, aproximadamente 350 mil aposentados tiveram seus benefícios achatados para o salário mínimo. Segundo Gonçalles, a tendência é que, pasmem, até 2020, todos os 26,5 milhões de beneficiários da Previdência Social migrem para o piso salarial.
Este quadro negro e tenebroso que se desenha na hipótese de não haver uma reação por parte do Congresso Nacional é reflexo ainda dos anos 90, mais precisamente 1994, quando começa a disparidade, a partir de quando os sucessivos Governos passam a dar reajustes diferenciados aos aposentados que ganham mais que o salário mínimo.
É por isso que conclamo os meus pares, nesta Casa, no sentido de não permitirmos que os aposentados que trabalharam muito, que lutaram para colocar o Brasil na posição de destaque em que se encontra nos dias de hoje, recolhendo aos cofres da Previdência, por 35 anos ou mais, continuem se vendo em situação de miséria. Temos, sim, senhor presidente e nobres deputados, que evitar que o esforço e luta do aposentado em defesa de uma vida menos angustiante, vá por água abaixo.
Até porque, é exatamente depois dos 60 anos de idade, que os idosos, que já estarão aposentados, começam a sofrer as conseqüências de todo o esforço que desenvolveu ao longo da vida em prol de sua própria Nação; é quando começam a aparecer as doenças e tudo mais relacionado à fragilidade que marcam o passar dos tempos, anunciando o fim que se aproxima e, que por isso mesmo deveria acontecer de forma serena e mais humana.
Por isso mesmo, como bem conclama o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, temos que lutar, até o fim, até a última de nossas forças, pela recomposição do poder de compra da categoria. Não podemos mais admitir retrocesso.
Queremos reajuste, sim, para os aposentados, mas com justiça, respeito e dignidade.
Muito obrigado, senhor presidente!

No dia do trabalho, o Brasil dá lições ao mundo

A sexta e o sábado foram de agenda cheia, para que eu pudesse comparecer a inúmeras festividades em homenagem ao Dia do Trabalho. Em todo canto, a festa foi grande e com justo motivo, porque o primeiro de maio comemora a primeira significativa conquista do trabalhador, a redução da jornada de trabalho de 13 para 08 horas diárias. Isso mesmo, já houve tempo em que o trabalhador era obrigado a trabalhar 13 horas por dia, sem direitos.

No dia 1 de Maio de 1886, houve manifestações de trabalhadores nas ruas de Chicago, cidade americana, com a finalidade de conseguirem a redução da jornada de trabalho de 13 para 08 horas diárias.

O governo reagiu e uma greve geral aconteceu nos Estados Unidos. No dia quatro de maio, houve a chamada Revolta de Haymarket, quando uma bomba explodiu perto de alguns policiais e oito deles morreram. Em resposta, a polícia abriu fogo em direção aos grevistas e matou 12 pessoas. Os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel foram presos. O julgamento teve início no dia 21 de junho, com provas e testemunhas ajeitadas para promoverem a condenação.

A sentença foi lida dia 9 de outubro. Parsons, Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua e Neeb a quinze anos de prisão. A população tentou impedir a execução, mas nada conseguiu. Somente em 1893, o governador do estado entendeu que todos os oito eram inocentes e mandou libertar os que estavam presos.

Spies, condenado à morte, em sua defesa, advertiu: “Se com o nosso enforcamento vocês pensam em destruir o movimento operário – este movimento de milhões de seres humilhados, que sofrem na pobreza e na miséria, esperam a redenção – se esta é sua opinião, enforquem-nos. Aqui terão apagado uma faísca, mas lá e acolá, atrás e na frente de vocês, em todas as partes, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo e vocês não poderão apagá-lo!”

Hoje, 124 anos depois, as palavras de Spies ainda ressoam no mundo, comprovadas pelo avanço que a legislação trabalhista obteve com base em lutas, reivindicações e movimentos de toda sorte.

O Brasil, neste campo, tem dado lições ao mundo, principalmente, quando, em 2003, elegeu Lula, um líder sindical, Presidente da República, que pelo trabalho que faz à frente da presidência recebe homenagens do mundo todo.

Feliz dia do trabalho.