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Simão Sessim: A violência nas escolas não é mais uma exceção. É regra!

Simão Sessim: A violência nas escolas não é mais uma exceção. É regra!

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), aproveitou a sessão da Câmara dos Deputados, essa semana, para fazer um diagnóstico da violência nas escolas brasileiras. Segundo o parlamentar, o problema corre o risco de não ter solução sequer no médio prazo, porque as escolas têm um papel fundamental na formação do ser humano. “Nas áreas de maior conflito social, elas chegam a ocupar o papel das famílias na constituição da personalidade dos alunos”, disse.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Análises Estatísticas, o IDados e publicada há pouco tempo, ouviu 50 mil diretores das escolas públicas que participaram da Prova Brasil 2015.

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Quem não se dá ao respeito?

Hoje é Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher. Todos os dias deveriam ser. Mas, é bom que se tenha pelo menos um dia entre os 365 de cada ano, separado para prestar atenção ao que acontece com as mulheres todos os dias. Por dia, 13 mulheres denunciam estupro – 67.692 no ano passado. Este ano ainda não se sabe, quantas foram as vítimas. E há os estupros não denunciados, pelo medo que têm as mulheres de sofrerem duplamente. Afinal, as delegacias dedicadas só às mulheres ainda são poucas e as que estão por aí, nem todas plenamente especializadas no atendimento. Há inquéritos que mofam nas gavetas e processos que vão e voltam das delegacias com pedidos de diligência que duram uma eternidade.

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Simão Sessim critica ação violenta contra cinco jovens no RJ

O Rio de Janeiro está mais uma vez de luto, chorando a perda estúpida de cinco jovens que foram cruelmente fuzilados e mortos, sem dó nem piedade”. Mostrando indignação e revolta, o deputado federal Simão Sessim (PP/RJ), deu início ao seu pronunciamento no plenário na Câmara dos Deputados nesta semana. O parlamentar relatou a morte de cinco jovens, entre 16 e 25 anos, último final de semana, por agentes públicos da Polícia Militar. “O crime praticado foi uma confraternização por conta de um deles, que estava, vejam os senhores, comemorando o primeiro salário de sua vida como integrante do projeto Jovem Aprendiz em um supermercado”, disse.

Os rapazes, todos de comunidade carente do bairro Costa Barros, saíam para lanchar, quando tiveram o carro em que viajavam metralhado por policiais do 41º BPM. Foram mais de 50 tiros sem chance de sobrevivência.

Simão Sessim indagou: “até quando a sociedade fluminense vai ter que conviver com esse tipo de barbárie que já se tornou rotina entre integrantes do aparelho da Segurança Pública no Rio de Janeiro? Mata-se porque se confunde peça de moto, macaco hidráulico e até skate com fuzil, como ocorreu em três das últimas cinco execuções sumárias praticadas também por PMs. E as vítimas: pobres, negras e moradores de comunidades na periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro… Parece que esses ingredientes, por si só justificam a forma estupida como alguns policiais fluminenses agem irresponsavelmente, manchando, maculando, vergonhosamente, uma instituição centenária, cuja missão seria zelar pela integridade física e moral de todos nós cidadãos” desabou Simão Sessim.

Ao dizer que está “chocado, indignado e envergonhado”, Simão Sessim, deixou uma mensagem de conforto e condolências aos familiares de Roberto de Souza Penha, Carlos Eduardo Silva, Cleiton Corrêa de Souza, Wilton Esteves Domingos Junior e Wesley Castro Rodrigues.

Simão Sessim adverte : A crise política não pode afetar a população

thumb-simao-sessim-adverte-a-crise-politica-nao-pode-afetar-a-populacaoO que me preocupa mais neste momento e no meio de toda a turbulência é o risco de perdermos o foco no povo com os problemas que ele enfrenta todos os dias”. Este foi um alerta do deputado Simão Sessim (PP-RJ), aos parlamentares e governantes sobre as consequências da crise política que o país está passando.

O deputado mostrou dados da criminalidade na Baixada Fluminense para pedir aos deputados atenção especial neste momento político difícil.

A nossa situação lá permanece de angústia com as taxas de criminalidade e violência. A título de exemplo, apresento o número de homicídios dolosos, que fechou janeiro deste ano com 165 casos, quando em janeiro de 2013, foi de 96. Um crescimento, portanto, de 71,88%. Impressionante!”, avaliou Simão Sessim.

O parlamentar ressaltou que esses dados materializam justamente no mês da mulher, o sofrimento, a dor, de mães, esposas e filhas, que, quando não vítimas diretas da violência, recebem as consequências dela, pela perda dos filhos, esposos, irmãos. “Deixou aqui o meu apelo para que, nenhuma crise política, por mais grave que seja, nos afaste da necessidade de dar atenção a este e outros tantos problemas que afligem a população”, concluiu Simão Sessim.

Avanço da violência compromete futuro do país

A violência está comprometendo o futuro de nosso país. Isto é uma grande verdade, e gravíssima!”. Foi com estas palavras que o deputado Simão Sessim (PP-RJ), segundo-secretário da mesa diretora da Câmara, reagiu à notícia do avanço na violência no Brasil.

O mapa da violência no Brasil é um estudo realizado desde 1998 pelo sociólogo, Júlio Jacobo Weiselfisz com base em dados do Sistema Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde.

Simão Sessim aproveitou o momento de revolta com os números da violência no Brasil para elogiar a campanha “Jovem Negro Vivo”. Ela foi lançada no domingo pela Anistia Internacional e tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira para romper a indiferença, com que o alto índice de homicídios de jovens negros é tratado no nosso País.

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Aumento da criminalidade em Nilópolis assusta população

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), segundo-secretário da Câmara dos Deputados, novamente usou a tribuna do plenário para cobrar do governador do Rio de Janeiro e das autoridades da área de segurança pública, medidas para conter a violência na Baixada Fluminense.

O deputado fez um apelo para que sejam realizadas blitz diárias nos principais acessos de Nilópolis. “A cidade, está sendo invadida cada vez mais por criminosos. Chegam todos, diariamente, armados até os dentes, procedentes de favelas da capital e de municípios vizinhos”.

Os bandidos, segundo Simão Sessim estão atacando a qualquer hora do dia e da noite, sem que se registre nem sequer uma resposta oficial da área de Segurança Pública. “Os índices de homicídios em Nilópolis, estão chegando a um patamar jamais visto na região”, desabafou.

Para mostrar o clima de insegurança em Nilópolis, o deputado lembrou que sábado passado, um grupo de cerca de 50 pessoas que se divertia, à noite, em um bar na esquina da Rua São Mateus, no bairro Nova Cidade, protagonizou cenas de desespero. Os clientes do referido bar foram surpreendidos por homens pilotando motocicletas pela Estrada Rio Branco, todos armados até dos dentes. “A sensação de insegurança que já impera hoje na cidade de Nilópolis, acabou provocando naquele momento pânico geral e correria desenfreada de adultos, jovens, crianças e idosos, todos temendo um possível assalto”.

Simão Sessim disse ainda que a ousadia dos criminosos não tem limites e que virou cena comum, homens percorrendo em motos as ruas da cidade de Nilópolis, Mesquita, Duque de Caxias e Nova Iguaçu, exibindo pistolas nas mãos e fuzis atravessados no peito.

Numa cidade, como Nilópolis, onde as pessoas tinham o hábito de ocupar calçadas, trocando dedo de prosa até altas horas da noite, a sensação de insegurança está, agora, quase que segregando famílias inteiras dentro de casa. Elas passaram a colocar equipamentos de segurança, como câmeras, cercas energizadas, grades e o que mais for possível, na tentativa de buscar proteção à integridade física e patrimonial”, disse.

Sessim relatou que o clima de medo se espalhou pela cidade. De acordo com o deputado, farmácias, bares e padarias passaram a fechar as portas bem mais cedo do que o habitual diante dos boatos quase que diários de que arrastões podem acontece.

Simão Sessim concluiu o pronunciamento no Plenário da Câmara fazendo mais um apelo às autoridades. “Só me resta uma alternativa: acreditar que as autoridades responsáveis pelo aparelho da Segurança Pública do meu Estado vão, de fato, tomar medidas eficazes para frear a onda absurda e inaceitável de violência que tanto atormenta os moradores da Baixada”.

Aumento de violência na Baixada Fluminense preocupa Simão Sessim

A situação está deprimente e insustentável.” Assim o deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), segundo-secretário da Câmara, avaliou o crescimento dos índices de violência na Baixada Fluminense.

O deputado usou a tribuna da Câmara para registrar um levantamento sobre o crescimento da violência publicado pelo jornal Extra, e se mostrou muito preocupado.

O número de roubos cresceu 66% e o de assaltos 38%, no mês de janeiro. O parlamentar vem denunciando no plenário da câmara a explosão da violência na Baixada Fluminense, nos últimos três anos.

Mostrei com dados estatísticos que a população da região já não aguenta mais conviver com tamanha sensação de insegurança, a exemplo do que vem ocorrendo na minha querida cidade de Nilópolis. Infelizmente, nada aconteceu até agora para reverter esta situação deprimente e insustentável”.

Sessim também fez um alerta:

Na Baixada Fluminense, região que tenho a honra de representar nesta Casa do Povo, uma pessoa é assassinada a cada quatro horas. Isto é desesperador!

O deputado disse que de acordo com a reportagem do jornal Extra, a liderança nos índices de criminalidade fica por conta de Nova Iguaçu, seguida de perto por Duque de Caxias, Nilópolis, Magé, Seropédica, Queimados e Itaguaí.

Simão Sessim disse também que o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier já cobrou da secretaria de Segurança Pública e do Chefe da Polícia Civil uma ação para enfrentar o problema. “Fico na torcida, para que o nosso secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e o Chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, consigam emplacar medidas eficazes de segurança, de forma a devolver a paz e a tranquilidade à população da Baixada Fluminense”, finalizou o deputado.

Dilma Rousseff recebe do Congresso relatório da CPMI sobre violência contra a mulher. (Foto: "Rodolfo Stuckert")

Dilma Rousseff recebe do Congresso relatório da CPMI sobre violência contra a mulher.

Dilma Rousseff recebe do Congresso relatório da CPMI sobre violência contra a mulher. (Foto: "Rodolfo Stuckert")

Dilma Rousseff recebe do Congresso relatório da CPMI sobre violência contra a mulher. (Foto: “Rodolfo Stuckert”)

O Segundo secretário da Câmara dos Deputados, Simão Sessim (PP-RJ), participou, nesta terça (27), da sessão solene do Congresso Nacional, onde a presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu o relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência Contra a Mulher, aprovado em julho deste ano. Foram mais de 18 meses de investigação. O documento revela que 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil nos últimos 30 anos, realidade que coloca o Brasil como o sétimo país com o maior número de assassinatos de mulheres no mundo.

A presidente Dilma disse que o governo quer atuar junto a todos os poderes da República, aos estados, municípios e movimentos sociais, para mudar as leis e coibir a violência contra a mulher. “As mais de mil páginas desse relatório, fruto de 18 meses de trabalhos do Congresso Nacional, contam histórias trágicas que devemos repudiar e que têm que nos levar a agir com toda a nossa determinação para que não se repitam”, destacou a presidente.

Segundo um levantamento do Instituto Sangari, nos últimos dez anos, 43 mil mulheres foram assassinadas em casos de violência doméstica.

O governo deve investir nos próximos dois anos R$ 265 milhões no combate à violência doméstica, sendo que R$ 138 milhões já em 2013.