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Guerra civil no Rio de Janeiro faz jornal Extra inovar

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), manifestou da tribuna da Câmara dos Deputados voto de louvor à necessária e oportuna iniciativa do jornal Extra, empresa da Organização Globo de Comunicação, que mostrou o estado de guerra civil em que vive a população do Estado do Rio de Janeiro.

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Criminalidade leva população da Baixada Fluminense ao desespero

Por várias vezes o deputado federal Simão Sessim (PP-RJ) ocupou a tribuna da Câmara dos Deputados, esse ano, para denunciar o aumento dos índices de criminalidade nos municípios da Baixa Fluminense. Na sessão dessa terça-feira (30), o deputado alertou que os 4 milhões de moradores da Baixada estão desesperados diante da violência que atinge a região.

Esse sentimento de fragilidade, de impotência da população, vem ocorrendo desde 2010, quando as Forças Armadas ocuparam favelas do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em apoio à implantação das supostas e malsucedidas Unidades de Polícia Pacificadoras, as UPPs”, disse ele.

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Dados de roubos de cargas na Baixada Fluminense são alarmantes

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna da Câmara dos Deputados para comentar os números divulgados pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), sobre a onda de roubo de cargas, que vêm ocorrendo na Baixada Fluminense. “São dados alarmantes que estão impedindo o desenvolvimento da região”, disse.

A região que é cortada por rodovias federais, como a Rio-Teresópolis, Rio-Juiz de Fora e Via Dutra, responsáveis pelo escoamento terrestre da maioria da produção do País “vive aterrorizada pelos ataques diários de puxadores de cargas”.

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Simão Sessim quer Tropas Federais nos municípios da Baixada Fluminense

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), destacou nesta quarta (15), no plenário da Câmara dos Deputados, a decisão do presidente da República que autorizou mais uma vez, a presença de tropas federais no Rio de Janeiro.  A decisão atende a um pedido do governador Luiz Fernando Pezão e tem, sem dúvida, como pano de fundo, o carnaval e a situação ocorrida no Espírito Santo.

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Correios suspende encomendas em algumas regiões da Baixada Fluminense

Moradores de cidades, como Nilópolis, Nova Iguaçu, Mesquita, Belford Roxo e São João de Meriti estão enfrentando sérios problemas por conta da decisão dos Correios de não mais fazer entrega de encomendas aos destinatários dessas regiões, mesmo com o Código de Rastreamento indicando que o produto está disponível na empresa.

O deputado Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna do plenário da Câmara dos Deputados para revolta dos moradores da Baixada Fluminenses e o descaso dos Correios com esta situação.

A situação é séria e grave, merece atenção especial do Procon no sentido de fazer valer o direito do consumidor. Até porque o cliente paga religiosamente, e não tão barato, a taxa de frete cobrada pelos Correios, que, por sua vez, não cumpre o contrato estabelecido que é fazer a entrega da mercadoria em domicílio e num determinado prazo”, disse o deputado.

Simão Sessim informou que recebeu inúmeras queixas de pessoas, que para resgatar sua mercadoria, vêm enfrentando diariamente filas quilométricas, perdendo horas a fio nos Centros de Entrega de Encomendas e de Distribuição Domiciliar da empresa, principalmente em Nova Iguaçu, para onde as encomendas de todo o país estão sendo destinadas.

São pessoas que moram em Nilópolis, por exemplo, e que se veem obrigadas e perder dia de trabalho, gastar dinheiro com condução para se deslocar pessoalmente até o Centro de Distribuição da cidade vizinha, inclusive sem a garantia de que conseguirá resgatar o produto que adquiriu e pagou para receber em casa”, disse.

A Empresa dos Correios alega que se tratam de áreas com restrição de entrega por conta da violência, áreas estabelecidas pelo setor de segurança da empresa.

Simão Sessim adverte : A crise política não pode afetar a população

thumb-simao-sessim-adverte-a-crise-politica-nao-pode-afetar-a-populacaoO que me preocupa mais neste momento e no meio de toda a turbulência é o risco de perdermos o foco no povo com os problemas que ele enfrenta todos os dias”. Este foi um alerta do deputado Simão Sessim (PP-RJ), aos parlamentares e governantes sobre as consequências da crise política que o país está passando.

O deputado mostrou dados da criminalidade na Baixada Fluminense para pedir aos deputados atenção especial neste momento político difícil.

A nossa situação lá permanece de angústia com as taxas de criminalidade e violência. A título de exemplo, apresento o número de homicídios dolosos, que fechou janeiro deste ano com 165 casos, quando em janeiro de 2013, foi de 96. Um crescimento, portanto, de 71,88%. Impressionante!”, avaliou Simão Sessim.

O parlamentar ressaltou que esses dados materializam justamente no mês da mulher, o sofrimento, a dor, de mães, esposas e filhas, que, quando não vítimas diretas da violência, recebem as consequências dela, pela perda dos filhos, esposos, irmãos. “Deixou aqui o meu apelo para que, nenhuma crise política, por mais grave que seja, nos afaste da necessidade de dar atenção a este e outros tantos problemas que afligem a população”, concluiu Simão Sessim.

Simão Sessim cobra mais segurança e infraestrutura em ferrovias e rodovias

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), segundo-secretário da Câmara dos Deputados, fez nesta terça-feira (13), no plenário, um importante alerta ao Governo Federal. A Falta de infraestrutura e segurança nos cruzamentos de ferrovias e rodovias está provocando acidentes fatais em todo o país.

O deputado relatou um acidente envolvendo um carro e um trem em uma passagem de nível da Avenida São João Evangelista, próximo da estação de trem de Engenheiro Pedreira, bairro de Japeri, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Um agente penitenciário, de 43 anos de idade, perdeu a vida na passagem de nível do município de Japeri, na Baixada Fluminense. O fusquinha que ele dirigia foi atingido por uma composição de passageiros da SuperVia. O carro foi arrastado por cerca de 200 metros e ficou totalmente destruído”, disse.

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Somente este ano foram registradas 18 colisões de veículos com trens da SuperVia , numa média superior a quatro acidentes por mês. Sessim reproduziu um trabalho recente da MRS Logística S.A, responsável pela malha ferroviária do transporte de carga, e do Instituto Militar de Engenharia, intitulado “Procedimento para avaliação da segurança de passagens de nível”, que mostra a verdadeira radiografia da situação.

Hoje existem no Brasil cerca de 12.400 passagens de nível, sendo que 2.503 são consideradas críticas pelas operadoras.

O documento mostra que muitos fatores podem contribuir para ocorrência de acidentes, como as condições do pavimento, volume do tráfego rodoviário, trânsito de pedestres, velocidade máxima autorizada na rodovia, iluminação, distância de visibilidade de parada, números de linhas, volume de tráfego ferroviário, histórico de acidentes, rampas, entre outros fatores.

Os índices de perda de vidas, ferimentos e danos materiais são alarmantes, especialmente, devido à diferença entre os veículos envolvidos, já que uma composição ferroviária não pode parar instantaneamente, necessitando um longo trecho para vencer a inércia e reduzir a velocidade. Os acidentes acarretam sofrimento de pessoas, aumento de encargos para a sociedade, desgaste da imagem da empresa e prejuízos com pagamento de indenizações às vítimas ou a seus familiares” avaliou Sessim.

A SuperVia já apresentou um projeto aos Governos estadual e Federal para reduzir o número colisões de veículos rodoviários com trens e atropelamentos na via férrea da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A proposta envolve investimentos em torno de R$ 600 milhões, solicitados ao Governo Federal por meio do PAC da Mobilidade, para a construção de muros, passarelas e viadutos, o que permitiria a eliminação, das 40 passagens de nível e os mais de 150 acessos clandestinos dos 250 quilômetros de via férrea na Região Fluminense.

O projeto, indica a necessidade da construção de 57 viadutos sobre a rede. No entanto, até agora não se tem notícia de um desfecho capaz de acender uma luz no fim do túnel para esse tipo de problema”, concluiu Simão Sessim.

Estatística mostra aumento de 28% da criminalidade na Baixada Fluminense

O segundo-secretário da Câmara dos Deputados, deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), usou números do governo do Rio de Janeiro para relatar no plenário o clima de medo da população da Baixada Fluminense com a violência.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), que faz a estatística da criminalidade no estado, mostram que houve um aumento de 28% nos casos de homicídios na Baixada Fluminense, na comparação de janeiro a setembro de 2012, com o mesmo período de 2013.

“Já nos primeiros dias deste ano, a Baixada Fluminense ganhava o noticiário policial dos principais veículos de comunicação do país, ao se tornar palco de oito execuções, num período de apenas 24 horas, em diferentes pontos da cidade de Nova Iguaçu. Dias depois, uma criança de 12 anos também era assassinada, vítima de bala perdida, pelos bandidos, em Belford Roxo”, relatou o deputado.

O deputado citou como exemplo a cidade de Nilópolis, tida até então, como uma região pacata, mas que já vive aterrorizada com a onda crescente de mortes e roubos.

Segundo o deputado, nem mesmo na época do Esquadrão da Morte, nos anos 60 e 70 que era formado por justiceiros, pagos, geralmente, por comerciantes para punir pequenos viciados em drogas e ladrões de residências, se registrou situação semelhante a que está dominando a Baixada Fluminense nos dias de hoje.

“Não, que sejamos contra as UPPs, mas desde o seu advento nas áreas de conflitos do crime organizado, na capital fluminense, traficantes encurralados pela Polícia, passaram a buscar refúgio em cidades da Baixada Fluminense, onde agora também levam o medo, o terror e o desespero. É como se tivéssemos jogando o nosso lixo no quintal dos outros” avaliou o parlamentar.