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Simão Sessim destaca importância do papel do novo presidente do TSE

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), aproveitou a sessão da Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (20), para destacar a posse do Ministro Luiz Fux na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral e novamente lembrou a vitória da Beija-Flor de Nilópolis, no desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro.

Por ironia do destino, os dois eventos se encontram. Houve entre eles pontos comuns: a resistência ao quadro que se criou no Brasil nos últimos anos e o grito por uma mudança”, disse.

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Simão Sessim: o Brasil precisa reagir, não podemos perder a oportunidade de renascer

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ) usou a tribuna da Câmara dos Deputado para fazer um apelo aos colegas parlamentares e afirmar que o povo brasileiro implora para os que os políticos esqueçam as diferenças ideológicas, para devolver ao País a oportunidade perdida.

O Brasil, neste momento, dá sinais de recuperação econômica. O coração paralisado começa a responder à massagem para ressuscitar. Não podemos perder essa oportunidade de renascer”, disse o parlamentar.

Para o deputado chegou o momento de superar todas as dificuldades e com responsabilidade, “sorrir das limitações”.

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Simão Sessim: Precisamos destravar o Brasil!

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), usou a tribuna da Câmara dos Deputados, nesta semana, para fazer um “desabafo”. Segundo o parlamentar a política cria em todas as pessoas, que a adotam por vocação, um grau de sensibilidade humana excepcional.

Nós que disputamos eleições e prestamos contas ao povo, aprendemos a identificar no olhar e no aperto de mão dos eleitores, a dor, a alegria, o pedido de ajuda e os gestos de agradecimento. Este tem sido o roteiro da minha vida há mais de 40 anos”, disse.

O deputado acrescentou que os parlamentares precisam dar a prioridade correta às medidas que aprovam e defendem.

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O Brasil é porto seguro para cerca de 8 mil refugiados

Mais de 60 milhões de pessoas vivem hoje fora de seus países de origem por causa de guerras, perseguições políticas ou crises econômicas.

Com esse número preocupante de refugiados, o deputado federal Simão Sessim (PP-RJ) destacou, no plenário da Câmara dos Deputados, que essas pessoas tiveram que fugir de perseguidos por motivos de raça, religião, opinião política, orientação sexual, entre outros motivos. “Todos, indistintamente, estão em busca de nova oportunidade de vida e de liberdade”, disse.

O deputado lembrou que o Rio de Janeiro que abriga atualmente cerca de 3 mil refugiados, foi a primeira unidade da federação a criar um plano de atendimento e atenção a esses expatriados.

Entre 2014 e 2015, pelo menos 834 pessoas pediram refúgio no território fluminense. Já no primeiro trimestre deste ano, se destacaram os pedidos de asilo vindo de migrantes da Síria, com 5,2% das solicitações, e os afegãos, que são, hoje, 2,9% do total de refugiados. Outros 2,4% são de venezuelanos, enquanto que 55% dos pedidos, até agora, neste trimestre, são de expatriados da República Democrática do Congo.

Não resta dúvida que a língua – primeiro passo para a integração na sociedade -, é também a primeira barreira que essas pessoas têm de vencer, quando pedem asilo aqui no Brasil. Por isso mesmo, desde março, o Governo fluminense promove um curso formal de português para os refugiados. O Brasil se transformou no porto seguro para esses novos compatriotas”, relatou Simão Sessim.

Em todo o País já são mais 8 mil refugiados de 79 nacionalidades distintas. “São refugiados, que se valem, em muitas das vezes, do que é chamado de estratégias negativas de sobrevivência, como o trabalho infantil, evasão escolar, mendicância e, em alguns casos, até a prostituição”, alertou o parlamentar.

Desemprego no Brasil tem que ser tratado como prioridade

O Brasil apresenta números alarmantes de desempregados. São mais de 11 milhões de pessoas, na maioria, jovens, o número corresponde a quase o dobro da população da cidade do Rio de Janeiro.

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ), fez essa comparação para pedir ao governo que trate a questão do desemprego como prioridade.

O desemprego humilha, sacrifica famílias, desespera quem tem filhos. Tira a esperança dos jovens e desaponta os pais. É a mais grave das dificuldades de um povo e atinge com mais força as mulheres, esposas, mães e hoje, em grande número, chefes de família”, relatou Simão Sessim.

O parlamentar destacou a declaração do ex-ministro Moreira Franco, Secretário Executivo do Programa de Parcerias e Investimentos do governo Temer que ao ser perguntado sobre o que é prioritário para o governo em termos de ativos e prazos, ele respondeu: “Nossa obsessão é criar um ambiente favorável à geração de emprego. Por isso, o que der emprego vem primeiro”.

Simão Sessim afirmou que está confiante no trabalho de Moreira Franco, principalmente, porque contará com o apoio do Presidente da República e de todas as pessoas, de bom senso e sensibilidade com a dor dos desempregados.

Para o deputado a situação desses trabalhadores é muito complicada. “Eles vivem o desespero de, a cada dia, não ter como suprir as necessidades de suas famílias e delas próprias”, finalizou.

Missão do presidente em exercício Michel Temer será espinhosa

Apesar de estar confiante no governo de Michel Temer, o deputado Simão Sessim (PP-RJ), afirmou que a missão do presidente em exercício vai ser espinhosa diante das dificuldades econômicas do país.

A missão dele será espinhosa, sem dúvida. Não só pelas dificuldades econômicas que o Brasil enfrenta no momento, mas pelas consequências delas, a pior de todas, o desemprego. Os dados nacionais indicam 11 milhões de pessoas desempregadas, quase todas jovens, numa fase em que a vida toda se define. É um dado cruel”, relatou.

Simão Sessim disse que cada partido, que tem interesse, de fato na redução do desemprego, está representado no Ministério do Presidente Michel Temer, que conta com figuras importantes, dispostas ao trabalho rápido e eficaz no sentido de aliviar as dores da população.

Então, vamos à obra. Dediquemos todo o esforço à avaliação das propostas que o governo enviar, apresentemos sugestões, façamos as emendas que julgamos melhorem o resultado, mas sabendo que, cada dia que passa, há no Brasil, 11 milhões de pessoas a aguardar as decisões do governo do Presidente Michel Temer e do Congresso Nacional”, ressaltou Simão Sessim.

Simão Sessim pede que o Brasil adote sistema usado em Nova York para as escolas

O deputado federal Simão Sessim (PP/RJ), aproveitou a sessão da Câmara do Deputados, esta semana, para falar de Educação e citou uma reportagem publicada pela revista Exame, na edição de 25 de novembro, que lhe causou um sobressalto pelo título: “É preciso fechar escolas“.

O parlamentar relatou que imaginou que seria mais uma notícia da decisão do Governo de São Paulo, que fechou 94 escolas. Mas, se surpreendeu, pois a matéria falava sobre uma entrevista com o americano Joel Klein, ex-secretário de Educação de Nova York.

Ele, na verdade, substituiu escolas grandes por unidades menores, de mais fácil administração. E, as notícias que se tem do tempo dele é de resultados bem positivos”, disse.

Joel Klein escreveu um livro para registrar a experiência, da gestão dele frente à secretaria, livro este, que está na lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.

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O deputado destacou um pequeno trecho da entrevista, que fez questão de reproduzir. Fala sobre a parceria da IBM, empresa de tecnologia com a prefeitura de Nova York.  Diz Joel Klein: “Criamos vários modelos inovadores de escola, mas a que mais se expandiu até agora foi a P-Tech, uma parceria com a IBM. Lá, em vez de o aluno fazer o ensino médio em quatro anos, ele leva seis anos e termina com um diploma técnico em ciência de computação. As aulas práticas começam já no primeiro ano. A IBM moldou o currículo para adequá-lo às necessidades de empresas de tecnologia e certifica os estudantes no final. Quase metade dos formandos acaba sendo contratada pela empresa. Esse modelo está se replicando pelo mundo“.

O parlamentar finalizou o pronunciamento afirmando que as secretarias de educação das cidades do Brasil poderiam valer-se da experiência do ex-secretário de Nova York. “Seria uma iniciativa importante a permitir a ascensão econômica e social dos jovens brasileiros”.