Teresópolis dos Festivais

Teresópolis busca, com a realização de eventos musicais, recuperar o título de “Cidade dos Festivais”.

Conheci Teresópolis mais de perto nos bons tempos dos três governos do meu amigo Mário Tricano. Com governos eficientes, ele devolveu à Teresópolis os bons momentos de seu tempo passado, quando a cidade foi pólo turístico de significativa importância e centro de realização de grandes eventos.

Mesmo sem Mário na prefeitura, Teresópolis, conhecida no passado como a Cidade dos Festivais, tem realizado ao longo do ano, eventos musicais que com inteligência e organização, exploram ao mesmo tempo o potencial turístico da cidade e distribuem informações culturais para a população. Na pauta, Jazz, Bossa Nova, Balé, Piano, Música Clássica e, no último final de semana, muito Forró.

A “Forrosópolis” movimentou a cidade, que teve noites com clima mais ameno, sem muito frio. O blog http://badarts.blogspot.com , é um belo trabalho de informação de uma equipe da cidade e comentou a festa:

“A primeira noite teve um gostinho especial”, diz o blog, com a apresentação de Timbira, velho conhecido da cidade e Patrícia, que somou violão e voz para formar um conjunto de muita qualidade musical.

Badarts criticou as danças de festejos juninos, que “deixaram a desejar ao apresentar um figurino incompleto e passos confusos”. Nada demais. Com certeza, as próximas apresentações resolverão, com a ajuda da experiência, os poucos problemas que apareceram.

Uma turma de Macaé, “Raiz de Sana” fechou a primeira noite.

A segunda noite, de clima mais frio, mas de calor mais ardente, pela presença maciça da população e de um grande público de visitantes, recebeu Borginho & Banda, com clássicos do ritmo nordestino.

Em seguida, o Falamansa, grupo de São Paulo, apresentou clássicos de Luiz Gonzaga e de Dominguinhos, além de canções – boas canções – compostas pelo próprio grupo, como Rindo à-toa, Deixa Entrar, Colo de Menina, Oh Chuva, Asas e Um dia Perfeito.

A apresentação final do grupo foi acompanhada pela dança de cinco casais retirados do meio da multidão. Tato, um dos vocalistas, terminou o show com apelos pela conservação do Rio Paquequer.

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