Parabéns, UNIFESO! Parabéns Professora Denise Leite Maia Monteiro!

Atento às questões que envolvem a cidade de Teresópolis e sua população, o deputado Simão Sessim, encontrou a notícia importante sobre o trabalho de um dos professores da UNIFESO.

O deputado Simão Sessim mantém estreitas relações políticas com Teresópolis e, por conta disso, está sempre atento às notícias que falam sobre a Cidade e sobre a sua população. Uma, em especial, chamou a sua atenção no momento em que ele retomava a leitura, depois da cirurgia a que foi submetido no ombro esquerdo.

Ele, então, resolveu publicá-la, pela importância que ela tem como efeito-demonstração do resultado da qualidade do ensino que há em Teresópolis e da relevância do papel dos professores para o grau desta qualidade.

A notícia fala sobre o trabalho da professora Denise Leite Maia Monteiro, que realiza um bom trabalho na UNIFESO, Centro Universitário da Serra dos Órgãos.

A notícia está publicada no site www.guiatere.com, que o deputado segue no twitter, e reproduz uma nota da  Assessoria de Comunicação Social da UNIFESO. Diz  ela:

“Os trabalhos de pesquisa realizados pelos docentes do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) têm sido, cada vez mais, valorizados e reconhecidos no país e no mundo. Depois de ter apresentado dois trabalhos no Congresso de Montpellier, na França, a tese de doutorado da professora Denise Leite Maia Monteiro, da disciplina Obstetrícia e Ginecologia do curso de Medicina, e doutora em Saúde da Criança e da Mulher, foi publicada em uma conceituada revista internacional.

Defendida em agosto de 2008, no Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz, a tese “Lesões Intra-Epiteliais Cervicais em Adolescentes: Incidência e Prognóstico em dois anos” teve o objetivo de avaliar a incidência das lesões no colo uterino causadas pelo vírus HPV em adolescentes que apresentavam vida sexual há, no máximo, um ano, e avaliar ainda a evolução dessas lesões em um período de dois anos de seguimento estudo, realizado aqui no Brasil, foi destaque na revista norte-americana “Journal of Pediatric and Adolescent Gynecology” no mês de agosto.

Resultados do empenho e da dedicação.

Para concluir este trabalho, foram cinco anos acompanhando 403 adolescentes após o início da atividade sexual, atendidas no Hospital Federal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro. A partir daí, a pesquisa constatou que a incidência de lesões cervicais, no primeiro ano de atividade sexual, foi de 24,1%, o que significa que 1 em cada 4 adolescentes desenvolve lesão intra-epitelial cervical já no primeiro ano de vida sexual, alcançando 40% em cinco anos de vida sexual.

O estudo também revelou que grande parte dos casos de infecção por HPV não causa sintomas. Entretanto, nos casos persistentes, pode levar ao desenvolvimento de lesões que antecedem o câncer do colo do útero. “Felizmente, confirmamos grande taxa de regressão dessas lesões, mesmo nos casos de lesões de alto grau, que alcançou 50%. No Brasil, estima-se que 3% das mulheres infectadas por um tipo viral oncogênico poderá desenvolver câncer de colo uterino quando não são adotadas medidas preventivas”, acrescentou a Doutora Denise.

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