Homenagem ao médium Chico Xavier


O SR. DEPUTADO SIMÃO SESSIM

(Pronunciou o seguinte discurso em 13/04/2010)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, saúdo a Mesa, os convidados Eurípedes Humberto Higino dos Reis, filho do homenageado; o Sr. Nestor João Masotti, Presidente da Federação Espírita Brasileira; o Sr. Marival Veloso de Matos, Presidente da Federação Espírita Mineira; o nosso querido Vereador Reginaldo Alves Saraiva, Presidente da Câmara de Vereadores de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, cidade berço do nosso homenageado.
Na condição de Vice-Líder, falo em nome do Partido Progressista. Inicialmente, quero me associar aos colegas Paulo Piau e Vitor Penido pela feliz iniciativa de convocar esta sessão solene para homenagear o centenário de nascimento do renomado médium Chico Xavier.

Nenhum outro brasileiro estaria melhor na condição de homenageado da Câmara dos Deputados do que Chico Xavier. Digo isso porque ele, mais do que ninguém, representa a expressão brasileira do amor, paz e solidariedade que, afinal, devem estar presentes na Casa do Povo.
Se o Parlamento deve ser uma síntese das aspirações dos cidadãos que constituem a Nação, sem dúvida, devemos nos curvar em reverência àquele que foi um dos maiores benfeitores de seu tempo no Brasil. Um homem que dedicou sua longa e profícua existência ao trabalho incansável de acolher, compreender e socorrer todos os que precisaram de ajuda para superar o sofrimento e os desafios da existência.
Nesse sentido, não vamos longe demais quando afirmamos que Francisco Cândido Xavier foi um dos maiores humanistas da história brasileira. Ele atuou em todos os campos da solidariedade, ofertando apoio aos desamparados, conforto aos desesperados e esperança aos abatidos pelo luto.
Chico Xavier não apenas serviu de farol e referência intelectual a homens e mulheres com dificuldade de encontrar rumo satisfatório em suas vidas, como também foi ele mesmo um exemplo de dignidade, de desapego e grandeza de caráter.
Certamente as centenas de livros que deixou publicados não obteriam a repercussão mundial que alcançaram se suas letras impressas não tivessem sido iluminadas pelo trabalho paciente do missionário que recebeu milhares de pessoas em busca de orientação espiritual.
Aspecto muito comentado e que deve ser lembrado sempre é a tolerância implícita nos ensinamentos do médium que em nenhum momento buscou o pedestal da fama nem se proclamou dono da verdade absoluta. Junto com o amálgama indissociável da solidariedade, seus ensinamentos procuraram mostrar que os credos e convicções religiosas não deveriam ser usados como barreiras; mas, sim, como pontos de aproximação entre os seres humanos.

Essa foi mais um demonstração da grandeza que sempre acompanhou o mestre em suas pregações. Uma grandeza que foi reconhecida pela admiração e pelo carinho unânimes em todas as classes sociais, em todas as regiões do País, e que se converteu, inclusive, em milhões de assinaturas defendendo sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, em 1981.
Chico Xavier foi muito legitimamente comparado a Francisco de Assis, o grande exemplo de santidade, associado à compaixão e ao amor pelo próximo. Certamente o nome que recebeu foi já parte da inspiração que levou seus pais a intuírem a missão grandiosa que o filho teria pela frente.
Os problemas de saúde, a orfandade precoce, as enormes dificuldades que Chico Xavier enfrentou na vida não foram obstáculo, mas sim estímulo extra para que ele se desenvolvesse como homem e pudesse, através do espiritismo, proporcionar tantos benefícios à humanidade. Seu trabalho, sua dedicação e suas opções morais somaram-se para construir o exemplo vivo que marcaria o coração e a mente de seus contemporâneos.
É, portanto, com um sentimento de gratidão e respeito que evocamos a memória desse que foi mais do que um grande brasileiro, pois conseguiu alcançar lugar de destaque em qualquer panteão que procure com justiça reconhecer a grandeza dos homens excepcionais.
Chico Xavier permanece um dos maiores exemplos que tivemos de como podemos ir longe se deixarmos de lado o individualismo e o egoísmo e nos projetarmos em busca da solidariedade e do amor que dão sentido a nossas vidas.
Muito obrigado, Sr. Presidente. (Palmas.)

(PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO GABINETE)
O SR. SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Pronuncia o seguinte discurso.) Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, nenhum outro brasileiro estaria melhor na condição de homenageado da Câmara dos Deputados do que Chico Xavier. Digo isso porque ele, mais do que ninguém, representa a expressão brasileira do amor, paz e solidariedade que, afinal, devem estar presentes na Casa do Povo.
Se o Parlamento deve ser uma síntese das aspirações dos cidadãos que constituem a Nação, sem dúvida devemos nos curvar em reverência àquele que foi um dos maiores benfeitores de seu tempo no Brasil. Um homem que dedicou sua longa e profícua existência ao trabalho incansável de acolher, compreender e socorrer todos os que precisaram de ajuda para superar o sofrimento e os desafios da existência.
Nesse sentido, não vamos longe demais quando afirmamos que Francisco Cândido Xavier foi um dos maiores humanistas da história brasileira. Ele atuou em todos os campos da solidariedade, ofertando apoio aos desamparados, conforto aos desesperados e esperança aos abatidos pelo luto.
Chico Xavier não apenas serviu de farol e referência intelectual a homens e mulheres com dificuldade de encontrar rumo satisfatório em suas vidas, como também foi ele mesmo um exemplo de dignidade, de desapego e grandeza de caráter.
Certamente as centenas de livros que deixou publicados não obteriam a repercussão mundial que alcançaram se suas letras impressas não tivessem sido iluminadas pelo trabalho paciente do missionário que recebeu milhares de pessoas em busca de orientação espiritual.
Aspecto muito comentado e que deve ser lembrado sempre é a tolerância implícita nos ensinamentos do médium que em nenhum momento buscou o pedestal da fama nem se proclamou dono da verdade absoluta. Junto com o amálgama indissociável da solidariedade, seus ensinamentos procuraram mostrar que os credos e convicções religiosas não deveriam ser usados como barreiras, mas sim como pontos de aproximação entre os seres humanos.
Essa foi mais um demonstração da grandeza que sempre acompanhou o mestre em suas pregações. Uma grandeza que foi reconhecida pela admiração e pelo carinho unânimes em todas as classes sociais, em todas as regiões do País, e que se converteu, inclusive, em milhões de assinaturas defendendo sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, em 1981.
Chico Xavier foi muito legitimamente comparado a Francisco de Assis, o grande exemplo de santidade associado à compaixão e ao amor pelo próximo. Certamente o nome que recebeu foi já parte da inspiração que levou seus pais a intuírem a missão grandiosa que o filho teria pela frente.
Os problemas de saúde, a orfandade precoce, as enormes dificuldades que Chico Xavier enfrentou na vida não foram obstáculo, mas sim estímulo extra para que ele se desenvolvesse como homem e pudesse, através do espiritismo, proporcionar tantos benefícios à humanidade. Seu trabalho, sua dedicação e suas opções morais somaram-se para construir o exemplo vivo que marcaria o coração e a mente de seus contemporâneos.

É, portanto, com um sentimento de gratidão e respeito que evocamos a memória desse que foi mais do que um grande brasileiro, pois conseguiu alcançar lugar de destaque em qualquer panteão que procure com justiça reconhecer a grandeza dos homens excepcionais.
Chico Xavier permanece um dos maiores exemplos que tivemos de como podemos ir longe se deixamos de lado o individualismo e o egoísmo e nos projetamos em busca da solidariedade e do amor que dão sentido a nossas vidas.
Obrigado.

Comentário

Leave a comment

%d blogueiros gostam disto: