Discurso do Dia 18/08/2011

Discurso do Dia 18/08/2011

Discurso do Dia 18/08/2011O SR. SIMÃO SESSIM (PP-RJ. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, a minha breve manifestação desta tribuna é para parabenizar o brilhante e oportuno artigo intitulado Benefícios para a quarta idade, publicado no dia 21 de julho, na seção Opinião do Monitor Mercantil, pelo Presidente da Associação dos Participantes da Braslight e representante dos assistidos no Conselho Deliberativo da Fundação de Seguridade Braslight, Dr. Renato Vasconcellos.

O tema aborda, sem muitos rodeios, mas de forma preocupante, a questão da longevidade no Brasil e o que fazer em defesa das pessoas que estão ultrapassando a barreira dos 80 anos de idade, fenômeno que já ocorre praticamente em todo o mundo, sobretudo nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estima-se que já sejam cerca de 3 milhões os brasileiros com idade acima dos 80 anos.

Renato Vasconcellos alerta, em seu artigo, para a necessidade de se estabelecer no Brasil – e cabe a nós nesta Casa fazê-lo – uma legislação específica para as pessoas da quarta idade, acima dos 80 anos, centrada basicamente na área da Saúde, da Justiça e da Previdência.

Por isso, ao parabenizarmos o Dr. Renato Vasconcellos, queremos convocar todo o conjunto da sociedade brasileira como forma de buscarmos os meios necessários para aumentar a rede de proteção social que o País precisa oferecer aos seus cidadãos.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO ORADOR

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a minha breve manifestação, desta tribuna, é para parabenizar o brilhante e oportuno artigo intitulado Benefícios para a quarta idade, publicado no dia 21 de julho, na seção de Opinião, do Monitor Mercantil, pelo Presidente da Associação dos Participantes da Braslight e representante dos assistidos no Conselho Deliberativo da Fundação de Seguridade Braslight, Renato Vasconcellos.

O tema aborda, sem muitos rodeios, mas de forma preocupante, a questão da longevidade no Brasil e o que fazer em defesa das pessoas que estão ultrapassando a barreira dos 80 anos de idade, fenômeno que já ocorre, praticamente, em todo o mundo, sobretudo nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estima-se, Sr. Presidente, que já sejam cerca de 3 milhões os brasileiros com idade acima dos 80 anos.

Renato Vasconcellos nos alerta, em seu artigo, para a necessidade se estabelecer, no Brasil – e cabe a nós nesta Casa fazê-lo -, uma legislação específica para as pessoas da quarta idade, acima dos 80 anos, centrada, basicamente, na área da Saúde, da Justiça e da Previdência.

O ilustre articulista adverte para a diferença que existe entre o grupo que chamaríamos de “terceira idade”, entre os 60 e 80 anos, e as pessoas acima desta faixa etária.

A primeira hipótese contempla pessoas que ainda exercem atividades profissionais, ou têm vida social e esportiva com certa intensidade. Já no segundo caso, a situação muda por conta do surgimento ou agravamento de doenças, como o mal de Alzheimer, Parkinson, diabetes, entre outras, além do prejuízo para sua mobilidade. Ou seja, acontece um declínio acentuado na disposição física, razão pela qual poucos chegam aos 90 anos com bom estado de saúde.

Essas deficiências, Sr. Presidente, constituem-se em problemas sérios e bastante desagradáveis, longe dos ideais de dinamismo e independência tão sonhados pelo ser humano, ao longo de sua vida.

No Brasil, a expectativa de vida passou dos 45/50 anos para 72/86 anos entre 1940 e 2008. Para 2050, estima-se que serão em torno de 14 milhões o número de brasileiros vivendo, em média, até os 81 anos. E esses mesmos brasileiros precisam ter melhor qualidade de vida, do ponto de vista físico, psicológico, nível de independência, proteção e mobilidade, entre outros aspectos.

Daí, Sr. Presidente e nobres Deputados, a necessidade de um amplo e inesgotável debate nesta Casa, que representa o conjunto da sociedade brasileira, como forma de buscarmos os meios necessários para aumentar a rede de proteção social que o País precisa oferecer aos seus cidadãos, como bem sugere Renato Vasconcellos, em seu brilhante artigo.

Muito obrigado.

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