Câmara dos Deputados faz homenagem aos Comerciários em sessão solene.

No dia em que se comemora o dia do comerciário, 30 de outubro, a Câmara dos Deputados realizou uma sessão solene para homenagear a categoria. O segundo-secretário da mesa diretora da Câmara, deputado Simão Sessim (PP-RJ), presidiu a sessão e falou em nome da presidência da Câmara dos Deputados. O Parlamentar lembrou que o comércio é uma das mais antigas atividades econômicas do homem, “ajudou a impulsionar todos os grandes surtos de progresso – nas primeiras caravanas que levavam produtos do Extremo Oriente à Europa Ocidental; depois, nas grandes navegações; mais tarde, já no século 19, com a crescente urbanização abrindo espaço para as lojas de departamentos e as grandes redes, e, no século passado, com os shoppings centers”, afirmou Simão Sessim.

Segundo o deputado, hoje, o comércio atinge a inovação tecnológica e desempenha um papel importante nas sociedades modernas e contribui significativamente para o desenvolvimento. “No Brasil, é o setor da economia que, sozinho, mais gera emprego e renda”.

Conforme o IBGE, considerando o varejo, o atacado e a revenda de veículos, peças e motocicletas, o Brasil tem 9,8 milhões de comerciários.

Outros indicadores, abrangendo o comércio de bens, serviços e turismo, apontam a existência de 21,6 milhões de trabalhadores formais, correspondendo a quase 45% do total de empregados com carteira assinada no País, e ainda 19,3 milhões na informalidade.

O segundo-secretário Simão Sessim lembrou que em respeito a categoria, o Congresso Nacional aprovou recentemente a Lei 12.790, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de comerciário. A lei também instituiu a o Dia do Comerciário, 30 de outubro, que faz referência a um momento histórico importante para a categoria. Foi nessa data, em 1932, que o Diário Oficial da União publicou ato, assinado na véspera pelo presidente Getúlio Vargas, regulamentando a jornada de trabalho. O parlamentar ressaltou que na prática, isso significou a redução de 12 para 8 horas diárias, e coroou uma luta por melhores condições de trabalho que os então chamados “caixeiros” tinham iniciado em 1908, quando foi criada a União dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro.

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