A fusão, um trabalho de excelência de dois governadores

A fusão, um trabalho de excelência de dois governadores

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, faço dois registros. O primeiro, que faço bastante triste e consternado, refere-se ao falecimento do ex-Governador Faria Lima, com quem tive a honra de trabalhar, nomeado que fui por ele coordenador da Fundação para o Desenvolvimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Sua biografia formal é fácil conhecer pela consulta à história política do Estado do Rio de Janeiro e à história do Brasil. Parte dela está registrada nas notícias veiculadas no final de semana sobre a sua morte. Não preciso, portanto, fazer o registro dela aqui. Prefiro aproveitar este tempo para dizer das suas realizações, de como foi grande, para nós do Rio de Janeiro, a importância do seu Governo. Faço no meu pronunciamento uma série de comentários sobre os vários setores onde ele atuou.

Aos 93 anos, o ex-Governador Faria Lima faleceu, deixando como seu maior legado o exemplo do trabalho que desempenhou no exercício da função de primeiro Governador do Estado do Rio de Janeiro após a fusão, ainda nos idos de 1974. Daquele tempo aos dias de hoje, a população do Estado do Rio de Janeiro, em especial da Capital e da Baixada, ainda sofre duros problemas, por conta da interrupção desse trabalho, acredito que agora reiniciado com as intervenções do Governador Sérgio Cabral e do Vice-Governador Pezão. Temos certeza de que, por suas origens políticas, eles completarão o trabalho iniciado por Faria Lima por ocasião da fusão do Estado.

A fusão, um trabalho de excelência de dois governadores

A fusão, um trabalho de excelência de dois governadores

O segundo registro, Sr. Presidente, refere-se ao brilhante artigo da edição de quinta-feira da semana passada do jornal O Dia assinado pelo ilustre Presidente do PMDB do Rio de Janeiro Jorge Picciani, que solicito a V.Exa. faça constar nos Anais desta Casa. Intitulado Um Novo Rio, o oportuno artigo emoldura na verdade o grande momento de revitalização socioeconômica por que passa o nosso querido e amado Estado do Rio de Janeiro, hoje praticamente libertado das atrocidades criminosas que tanto aterrorizaram a região fluminense, com a autoestima e a esperança da população fluminense resgatadas.

Como disse o ex-Deputado Jorge Picciani, o Estado do Rio de Janeiro, graças a Deus, voltou a sorrir, levando a população de volta às ruas, às praças, fomentando o progresso e a economia, e retomando, no caso do Município do Rio de Janeiro, a justa e incontestável posição de Cidade Maravilhosa. Este momento de redenção do Rio de Janeiro reflete, sem dúvida alguma, a firmeza de propósitos que o Governador Sérgio Cabral vem imprimindo ao longo de seus dois eficientes mandatos.

Por isso, Sr. Presidente, faço também aqui uma série de comentários sobre o momento do Rio de Janeiro, o Governo Sérgio Cabral, e também registro as suas realizações e a grande preparação do Rio para os Jogos Mundiais Militares, para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016, um pequeno exemplo da pujança, da robustez, do vigor em que vive o Rio de Janeiro.
Em resumo, Sr. Presidente, depois de encontrar o Estado com problemas sérios, Sérgio Cabral consegue arrumar a casa, conquista a confiança do povo e dos empresários e leva grandes obras para o Rio de Janeiro.
Portanto, Sr. Presidente, solicito a V.Exa., repito, que conste nos Anais o artigo publicado pelo jornal O Dia, de autoria do nobre ex-Deputado Jorge Picciani. Obrigado.

PRONUNCIAMENTOS ENCAMINHADOS PELO ORADOR

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, faleceu no sábado o ex-Governador Faria Lima, com quem tive a honra de trabalhar, nomeado que fui por ele Coordenador da FUNDREM para as Prefeituras da Baixada Fluminense.
A sua biografia formal é fácil conhecer pela consulta à história política do Estado do Rio de Janeiro e à história do Brasil. Parte dela está registrada nas notícias veiculadas no final de semana sobre a sua morte. Não preciso, portanto, dela fazer registro aqui. Prefiro aproveitar o tempo que tenho para falar um pouco sobre os bastidores do trabalho que esse insigne brasileiro realizou quando Governador, nomeado pelo Presidente Geisel para dar início ao processo de fusão do Estado do Rio de Janeiro com o Estado da Guanabara.
Como a fusão foi uma decisão de cunho exclusivamente político, o Governador Faria Lima, para cumprir a missão que recebera, poderia ter limitado as suas decisões à reorganização administrativa do novo Estado, mas não; ele foi muito além. Detentor de elevada capacidade técnica, entusiasta do papel do Estado na composição do desenvolvimento nacional, servidor público em toda a extensão da palavra, homem probo, o Governador aproveitou a oportunidade que o destino lhe ofereceu para dar ao Rio de Janeiro um impulso econômico e social até aqui ainda insuperável.
A primeira providência dele nasceu de sua compreensão do conceito de região metropolitana no contexto do planejamento urbano. De posse desse entendimento, Faria Lima criou o primeiro instrumento de gestão integrada, a Fundação para o Desenvolvimento da Região Metropolitana – FUNDREM, e entregou-a a um técnico, mas tarde de reconhecimento internacional em razão do excelente trabalho que realizou em Curitiba, o engenheiro Jaime Lerner.
A Fundação, sob a orientação do Governador Faria Lima e a coordenação técnica dos melhores currículos nacionais em desenvolvimento urbano, auxiliou os Municípios do Estado do Rio de Janeiro, inclusive a Capital, na construção de seus planos diretores. Com a FUNDREM, surgiu no Estado do Rio de Janeiro a concepção técnica correta dos planos de desenvolvimento regionais.
Com o impulso da FUNDREM e a criação dos planos diretores, a Baixada Fluminense, naquele tempo o patinho feio no mapa geopolítico do Brasil, passou a integrar com prioridade os planos de desenvolvimento elaborados para o processo de fusão da Guanabara com o Estado do Rio. O Governador deu aos recursos do Tesouro o endereço dos Municípios e das regiões mais carentes do Estado, e, evidentemente, entre eles estavam os Municípios da Baixada Fluminense.
As obras de saneamento básico, principalmente aquelas destinadas ao fornecimento de água, foram incentivadas com planejamento técnico. Com base nelas, o Governo do Estado garantiu acesso ao fornecimento de água potável para as populações de todo o Estado.
Mas o ritmo intenso do trabalho organizado, medido e avaliado empreendido pelo Governador Faria Lima fez com que os recursos públicos produzissem outros benefícios, além dos fornecidos pelo saneamento básico, com a garantia de acesso à rede de água e esgoto. A infraestrutura de transportes rodoviários foi outra conquista da população, medida em quilômetros de novos asfaltamentos e na construção de 12 terminais rodoviários nos Municípios do interior e da Baixada Fluminense. A saúde, hoje um problema sério enfrentado pelos Prefeitos, recebeu do Governador Faria Lima atenção especial, representada pela construção de vários hospitais e postos de saúde.
Defensor do funcionalismo público eficiente, honesto, dedicado, o Governador Faria Lima criou o Instituto de Assistência aos Servidores do Estado do Rio – IASERJ, hoje em estado de quase abandono.
Carrego com honra no meu currículo o pequeno período de participação no Governo Faria Lima, tempo de excelente aprendizado sobre o papel que o Estado deve e pode desempenhar na melhora das condições de vida da população. É verdade que as considerações ideológicas mudaram bastante, da época em que o Almirante Faria Lima exerceu a função de Governador do Estado do Rio de Janeiro aos dias atuais. Entretanto, o resultado do trabalho que ele realizou à frente do Governo do Estado permanece como contribuição quase singular para o debate sobre o papel relevante que um Governo dedicado, probo, eficiente e sobretudo comprometido com a população pode desempenhar no desenvolvimento não só econômico, mas acima de tudo social, de uma região empobrecida e altamente sacrificada como sempre foi a Baixada Fluminense.
Por isso, as novas concepções ideológicas ou políticas não podem desconsiderar o conceito de região metropolitana, principalmente quando o ambiente em referência é o Estado do Rio de Janeiro, com suas diferenças internas.
É preciso voltar o conceito de área estratégica de planejamento, que chama para si as ações coordenadas entre o Governo do Estado e as Prefeituras, com um trabalho que busque soluções para os problemas comuns, mas que extrapolam em muito as fronteiras das cidades. O planejamento e a execução de programas para a destinação final de resíduos sólidos parecem-me uma pauta interessante, assim como a implantação de sistemas de transportes de massas, a criação de programas de educação profissionalizante para absorver os bons resultados da recuperação econômica do Estado do Rio de Janeiro, a elaboração de projetos para preservação dos mananciais de água potável, das áreas de florestas e de mangues, a preparação do Rio de Janeiro para as repercussões econômicas e sociais da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, enfim, outras tantas questões de fundo que agridem os Municípios pobres e ricos do Estado.
Aos 93 anos, o ex-Governador Faria Lima faleceu, deixando como seu maior legado o exemplo do trabalho que desempenhou no exercício da função de primeiro Governador do Estado do Rio de Janeiro após a fusão, ainda nos idos de 1974.
Daquele tempo aos dias de hoje, a população do Estado do Rio de Janeiro, em especial, da Capital e da Baixada Fluminense, sofreu duros problemas, por conta da interrupção do trabalho iniciado de consolidação da fusão dos dois Estados, um trabalho só reiniciado agora, com as intervenções do Governador Sérgio Cabral e do Vice-Governador Pezão, que por suas origens políticas já representam o ideal do desenvolvimento sustentado, organizado e conjunto de todo o Estado.
Obrigado.

Sr. Presidente, eu gostaria de pedir a V.Exa a gentileza de fazer constar nos Anais desta Casa o brilhante artigo assinado, na edição de quinta-feira da semana passada, dia 7 de julho, do jornal O Dia, pelo ilustre Presidente do PMDB do Rio de Janeiro Jorge Picciani.
Intitulado Um novo Rio, o oportuno artigo, Sr. Presidente e nobres Deputados, emoldura na verdade o grande momento de revitalização socioeconômica por que passa o nosso querido e amado Estado do Rio de Janeiro, hoje praticamente libertado das atrocidades criminosas que tanto aterrorizaram a região fluminense, com a autoestima e a esperança da população fluminense resgatadas.
Como disse o ex-Deputado Jorge Picciani, o Estado do Rio de Janeiro, Sr. Presidente, graças a Deus voltou a sorrir, levando a população de volta às ruas, às praças, fomentando o progresso e a economia, e retomando, no caso do Município do Rio de Janeiro, a justa e incontestável posição de Cidade Maravilhosa.
Este momento de redenção do Estado do Rio de Janeiro, Sr. Presidente, reflete sem dúvida alguma a firmeza de propósitos que o Governador Sérgio Cabral vem imprimindo ao longo de seus dois eficientes mandatos.
Não foi à toa que Sérgio Cabral, ex-Deputado, ex-Senador da República e um dos mais jovens e competentes políticos deste País, recebeu em 2010, nas urnas, o reconhecimento explícito dos eleitores, que o reconduziram ao Palácio Guanabara com 66,08% de aprovação de seu primeiro mandato, resumidos nos 5.217.972 votos que conquistou do povo carioca e fluminense.
Parte desse sucesso, eu diria, Sr. Presidente e nobres Deputados, deve-se à sensibilidade política de Sérgio Cabral, que soube pavimentar o caminho de uma brilhante parceria, muito bem sucedida, com o Governo Federal e os Prefeitos fluminenses, transportando na carona de seus propósitos dividendos sociais e econômicos para a população fluminense.
O reconhecimento da boa gestão do Governo Cabral chegou com a conquista do título “Grau de Investimento”, que é dado a um país ou a um Estado depois de uma avaliação concedida pelas principais agências de notas de crédito, a partir da capacidade do agraciado de honrar seus compromissos financeiros.
Na verdade, Sr. Presidente, o Rio de Janeiro vive um grande momento, e a agenda dos próximos anos é de dar inveja a qualquer grande metrópole do mundo. Estamos sediando este mês os Jogos Mundiais Militares, e seremos palco de megaeventos esportivos, tais como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, só para darmos um pequeno exemplo do estado de pujança, de robustez, de vigor, em que vive o Rio de Janeiro.
Em resumo, Sr. Presidente e nobres Deputados, depois de encontrar o Estado com problemas sérios, Sérgio Cabral consegue arrumar a casa, conquista a confiança do povo e dos empresários e leva grandes obras para o Rio de Janeiro.
Não posso deixar de mencionar o Programa de Apoio às Prefeituras, que surgiu do diálogo do Governador Sérgio Cabral com os Prefeitos dos 92 Municípios fluminenses, programa esse, Sr. Presidente, que dá autonomia às Prefeituras para que o repasse do Governo seja revertido de acordo com suas necessidades. Com isso, Sr. Presidente, as Prefeituras conseguem aos poucos melhorar a aplicação de recursos na área de infraestrutura, como em pavimentação, drenagem, abastecimento de água, saneamento e iluminação, entre outros benefícios.
Isso posto, Sr. Presidente, só me resta parabenizar o ex-Deputado Estadual Jorge Picciani – que também muito ajudou o Governo Sérgio Cabral na sua gestão, como Presidente da Assembléia Legislativa – pelo reconhecimento público que faz, em seu oportuno artigo publicado no jornal O Dia, fazendo assim um gesto de justiça que sem dúvida alguma merece todo o nosso aplauso.
Muito obrigado.

ARTIGO A QUE SE REFERE O ORADOR

Jorge Picciani: Um novo Rio
Presidente do PMDB-RJ
Rio – Vivemos hoje um novo Rio de Janeiro, um Rio que finalmente encontrou o caminho da paz. O governo do estado enfrenta traficantes e milicianos, liberta comunidades inteiras do jugo da bandidagem, devolvendo-lhes a autoestima, a alegria, e, sobretudo, a esperança para milhares de cariocas e fluminenses.
Tijuca, Copacabana, Penha, Olaria e até o antes considerado inexpugnável Complexo do Alemão voltaram a sorrir. As praças estão novamente cheias, as pessoas recuperaram o direito de ir e vir, os imóveis se valorizaram. No interior e na Região Metropolitana, a retomada do crescimento gera empregos de carteira assinada. O Rio cresce mais que a média do Brasil.
Isso acontece porque o Rio hoje tem comando, com nome e sobrenome: Sérgio Cabral. Quem convive com ele sabe. O governador escolhe os melhores quadros, estabelece as metas e dá total autonomia para que se chegue ao objetivo. Não interfere no processo. Mas cobra resultados. É um gestor competente e um agregador por natureza. Sabe recuar quando é preciso, admitir falhas e agir para corrigi-las. E segue em frente, pois quem dirige olhando para o retrovisor não chega a lugar nenhum.
Por isso conquistamos a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Por isso não vamos perder o nosso direito aos royalties. Por isso o Rio vai continuar no rumo que está. A reeleição de Cabral, no primeiro turno, com 66% dos votos, é maior prova de que a população o aprova.
É muito fácil setores que, no passado recente, se acumpliciaram ou cederam à marginalidade, contribuindo para a quase destruição do Rio, fiquem hoje atirando pedras. Infelizmente, ainda se faz política assim. Mas o povo enxerga a realidade. O filósofo Descartes ficou famoso pelo axioma “penso, logo existo”. No caso do Rio, eu acrescentaria outro: “eu olho e vejo”. Eu vejo um novo Rio. É isso o que todos nós queremos.

Comentário

Leave a comment

%d blogueiros gostam disto: